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Contos Eroticos » Contos de Corno » A Loba no cio: tesão e traição

A Loba no cio: tesão e traição

Publicado em julho 2, 2026 por contoseroticos

Ana, uma esposa que se descobriu uma loba na cama, vive um conflito entre o amor pelo marido e o desejo por um amante dominador. Enquanto Pedro a venera, ela se entrega a fantasias proibidas com Braúlio, um macho que promete satisfazer seus desejos mais obscuros. Até onde ela irá?

PEDRO: – ah! Ahhhhhhh!
             – que delícia que é sua…..

Ana rebolava com vontade no pau do amado. E o interrompeu na fala.

ANA: – quero que você fale……..ahhhhhh……….delícia de pau.
          – agora quero que você fale boceta.
          – boceta gostosa de minha puta.

A loira quicava e falava para o esposo de forma firme apertando seu rosto. O direcionava de como queria ser tratada por ele.

PEDRO: – minha safada!

ANA: – eu sou sua puta.
            - fala! Ahhhhhhh! Fala porra!

Ana estava com tesão ao extremo e com o passar dos dias vinha surpreendendo mais e mais seu marido na cama.

PEDRO: – sua puta! Adora um pau duro, não é?
                  - Rebola em cima do que você gosta vai.
                  - ahhh! Delícia de boceta! Puta!

ANA: – isso! Sua puta! Ahhhhhhhhh!
          – goza também, gozaaaaaaaaa. Ahhhhhhhhh! Estou gozando porra! Caralho! Ahhhhh
          – goza porra!

Pedro estava louco com a desenvoltura da esposa. Vinha percebendo a mudança.

PEDRO: – toma porra!
                – caralho! Boceta gostosa da porra!

ANA: – isso! Isso! Seu gostoso!
          – Enche minha boceta com sua porra.
          – Que gostoso!!!

A vida sexual do casal não era ruim. Na verdade, vinha melhorando. Ana vinha se soltando mais com o marido, não que fosse nenhuma pudica, mas vinha numa transformação. Ou seria libertação?

A loira sempre gostou de sexo. E muito! Mas por um momento deu uma segurada. Veio o casamento, os filhos, as responsabilidades profissionais e o mesmo pau de sempre. Deu uma melhorada com a abertura do casal ao meio liberal, mas Ana tinha consigo que tinha uma imagem a zelar. Se entregava ao momento, mas meio que com o pé no freio. Mas desde que voltou a rede social, com um perfil de casal, mas que na verdade era só dela, a mudança vinha. E passou a ser perceptível também pelos amigos mais íntimos. Se Arthur e Alberto já achavam bom o sexo com a loira, agora mais e mais.

ANA: – delícia! Ahhhhh!
          – Meu gostoso! Acho que hoje exageramos na zoada.

PEDRO: – também acho, mas se alguém nos ouviu foi sua mãe. Não sei nem como vou encará-la pela manhã. Ainda bem que Manu e Mari foram para esse aniversário com a Tia.

ANA: – faz cara de paisagem. Mas se conheço minha mãe ela contigo nada falará, mas vai me dar um puxão de orelha.

Pedro era um homem bem-sucedido, vivia para família e sua esposa. Aliás ele venerava a loira com quem desde o momento que a viu pela primeira vez era apaixonado. Se cuidava, não era rato de academia, mas era a anos praticante de crossfit, mas sem pegar muito pesado na intensidade. Prezava por uma alimentação saudável, passou isso para as filhas e para esposa. No geral era um homem muito bonito, cativante e atraente. Quanto ao sexo, mesmo dono de um dote considerado pequeno por ele, 14cm, não fazia feio. Aliás se a esposa era a preferida dentre o trio de casais pelos amigos, Pedro era preferido dentre as amigas. Pelo carinho, mas ao mesmo tempo safadeza que colocava em prática na brincadeira.

Ana demorou a dormir. Vivia um embate interno. E isso vinha tirando seu sono a dias. Virava de um lado para o outro e a consciência pesada imperava. Depois que seu marido dormiu, o observava e via que ele não merecia a mentira quanto ao perfil e pior, a vontade cada vez maior de o trair com Braúlio.

Braúlio era um engenheiro químico desempregado que viu no Uber a forma de sustentar a família. Era casado, pai de um filho, e nas horas vagas comedor de casadas que conhecia no perfil adulto. Era grande, forte, pauzudo, seu dote era de 22cm e grosso. Não tinha consciência pesada alguma quanto ao que fazia as escondidas da esposa. Ele gostava de sexo e não tinha nenhuma vontade de fazer o que gostava com outras mulheres, em sua esposa. Era machista ao extremo, via a sua esposa como a mãe de seu filho. Viu o perfil de Ana assim que essa o ativou e ficou fascinado com as curvas da loira. O conjunto o enlouqueceu, tanto que deixou de procurar conversas com outras, para colocar todas as suas armas de sedução e convencimento voltados para ela. Pelos anos de perfil, sabia que a loira tinha carências quanto ao sexo. Descobriu que ela tinha um vulcão adormecendo e prestes a explodir e para tanto só precisava de um gatilho. E se via como tal. O sucesso foi garantido, A loira se soltava mais e mais no chat, de um começo tímido, agora já falava das fantasias, desejos e frustrações. E já passara para um segundo passo, as conversas agora se davam pelo WhatsApp.

BRAÚLIO: – sabia que voltaria. Por mais que pelo tempo, quase pego no sono.

ANA: – pensei que já estivesse dormindo. E sua esposa?

BRAÚLIO: – não entendo porque toda essa preocupação com ela.

Braúlio se irritava toda vez que recebia esse tipo de questionamento.

                     - se preocupe com você e seu corno. Aqui cuido eu.
ANA: – desculpa!

Ana era educada ao extremo, mas sempre que era, de alguma forma tratada grosseiramente, respondia a altura. Mas com aquele macho era diferente. Se mostrava totalmente submissa.

BRAÚLIO: – transou com seu corno e pensando num macho de verdade? Imaginou fazendo tudo que gosta com minha pica sua puta safada?
A loira delirava de prazer lendo tudo aquilo.
                   – onde você está agora?

ANA: – deitada.

BRAÚLIO: – na cama junto do corno?

ANA: – sim!

BRAÚLIO: – fez tudo como mandei. Chupou a rolinha do marido, ou melhor do corno?

ANA: – não fala assim dele. Ele não é…..

BRAÚLIO: – ainda não é. Você está doida pra fazê-lo. Doida para o fazer de corno.
                     - galega, você é uma puta. E como tal precisa de um macho de verdade. Não de um engomadinho. Você quer ser tratada como puta. Você é uma puta. A minha puta.
                     - gozou pensando em mim?

A loira estava a mercê total daquele macho. E a vontade de se entregar verdadeiramente a ele crescia.

ANA: – gozei muito. Fiz tudo como mandou.

BRAÚLIO: – o corno deve ter ficado louco. Deve ter gozado muito.
                     - ou será que além do pinto pequeno, tem também a gala rala?

ANA: – gozou muito! Dentro de mim.

BRAÚLIO: – não deu esse rabão gostoso que você tem não, né?

ANA: – não!

BRAÚLIO: – boa menina! Quem vai comer ele sou eu.

ANA: – quem disse a você.

BRAÚLIO: – eu que mando na minha puta. Vou comer. Vou esfolar esse cuzão que tem. Vpu tratar você como gosta. Você é uma puta! E tem que ser tratada como tal.

A loira estava cheia de tesão. Ao lado do marido conversava com o homem que desejava tratá-la como verdadeiramente gostava na cama.

                   – vou levantar agora e vou para o banheiro. E você vai fazer a mesma coisa. E vamos fazer uma chamada de vídeo.
ANA: – não!

BRAÚLIO: – sem charme! Sua boceta está toda molhada.

ANA: – muito!
       – mas….

BRAÚLIO: – não tem mais nem menos. Tem como pegar um dos paus de borracha que você disse que tem? E o maior que tiver.

ANA: – eu não estou em casa. Estou na casa de praia. Os brinquedos estão em casa. Alías.

A loira estava enfeitiçada. E assim como seu macho a mandou, fez. Só que ao invés de ir para o banheiro do seu quarto, por segurança saiu e foi no do andar de baixo. Sua mãe estava com insônia e resolveu descer para tomar um ar na varanda, ouviu um movimento e sem querer ser descoberta, foi discreta para a entrada da sala e viu quando a filha com o telefone na mão entrou no banheiro. Achou bem estranho. Com a insônia que muitas vezes a atacava principalmente quando bebia além da conta, algo comum para todos naquele dia, demorava e muito a dormir. E ainda sendo obrigada a ouvir sussurros mais altos da filha, bem como gemidos numa transa com o genro querido, mais ainda.

ANA: – você é louco!

BRAÚLIO: – louco por você. Puta safada! Fez tudo como mandei. Olha isso aqui. Olha o que te espera.

A loira ficou com água na boca quando viu por chamada de vídeo o pau do homem que mexia com seus desejos duro por ela. A vontade que tinha era se teletransportar e poder chupar muito aquele pau de 22cm.

ANA: – esqueci que temos um aqui também.

BRAÚLIO: – puta safada! Só gosta de pau grande. Como é que se acostumou tantos anos com aquele pintinho. Pau é isso! Você merece isso.

O comedor, ou melhor futuro comedor da loira. Exibia o pau para a loira e essa com a boceta molhada, já se tocava de tanta tesão.

                   – tira essa roupa.

A loira fazia tudo que era pedido. Estava completamente dominada.

                  - que corpo é esse galega.
                  - mostra sua boceta mohada. Pega um dedo enfia nela e mostra o dedo todo melecado.

Ana suspirou quando enfiou o na xota completamente molhada.

ANA: – ahhhh!
          – isso está assim por minha causa é?

BRAÚLIO: – com certeza. Imagina você chupando e recebendo ele bem duro nessa boceta.

ANA: – nem fale.
            - olha.

Ana exibiu seu dedo todo melado do mel do prazer.

          – olha você como me deixa.

BRAÚLIO: – maravilha!
                – agora chupa seu dedo. Senti o gosto da sua boceta.

A loira chupou com gosto.

BRAÚLIO: – agora enfia esse cacete todo nessa boceta. Imagina que é meu pau fodendo muito ela.
                   – procura uma posição para o celular. Quero ver tudo.

A loira achou a melhor posição e foi perfeita quanto a visualização de Braúlio.

ANA: – ahhhh!
          – se masturba para mim.

BRAÚLIO: – enfia esse caralho aí na sua boceta. Imagina que sou eu metendo muito em você.

ANA: – pau gostoso!

BRAÚLIO: – melhor do que o pintinho do marido?

ANA: – muto mais. Ahhhhhh! Ahhhhhhhh!

Achando estranho, Dona Ivi seguiu em direção ao banheiro e encostando passou a ouvir tudo. Os gemidos abafados da filha e seu diálogo com o para ela amante. Ficou estática ouvindo tudo aquilo.

Ivina era uma mulher de 65 anos mas que passava por uma na casa dos cinquenta facilmente. Bailarina por hobby, desde a adolescência, mantinha um corpo perfeito. Se assemelhava e muito com o da filha, porém tinha mais seios. O bumbum era muito semelhante> Usava bikinis e facilmente na praia ou piscina recebia olhares.

IVI: – minha filha o que você está fazendo.

Por um momento pensou em fazer algum tipo de barulho para alertá-la de algo, mas o tesão em ouvir a conversa em seu teor a excitou. Lutou rapidamente contra, mas assim como a filha deixou o desejo imperar.

ANA: – pau gostoso. Ahhhhhh!

A loira estava completamente entregue ao tesão. Enfiava sem dó aquele pau de borracha com 20cm. E se imaginava sendo possuída pelos 22 do amigo

         - você enfiar isso tudo em mim vai.

BRAÚLIO: – aonde você quiser. Ande você quer?

ANA: – na minha boceta e na minha bunda.

BRAÚLIO: – fala como uma puta. Na sua boceta e no seu

ANA: – meu cú porra

Do outro lado da porta, timidamente Dona Ivi com uma das mãos massageou sua xota e com a outra apertou um dos bicos de seus seios.

IVI: – ahhh!

ANA: – goza para mim vai safado.

BRAÚLIO: – toma oh!

Braúlio gozou fartamente do outro lado da tela. E a loira ficou extasiada com o que viu e ouvia.

                     - puta. Eu vou gozar em sua boceta, cú e na sua boca.
ANA: – eu quero muito. Ahhhhhhh!

PEDRO: – amor!

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