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A mulher e os cinco velhos tarados

Publicado em janeiro 22, 2026 por contoseroticos

João, um corno obcecado, leva sua esposa Ana para uma obra abandonada, onde cinco idosos dotados a aguardam. O que começa como uma brincadeira vira uma noite de abuso selvagem, com dupla penetração, gozadas abundantes e Ana sendo usada até não aguentar mais. Enquanto isso, João se excita no escuro.

O Antro dos Velhos Lobos
João era um corno confesso, obcecado por ver sua esposa Ana, uma morena de 32 anos com curvas voluptuosas, seios pesados e uma bunda carnuda que implorava por abuso.
Ele a levava para lugares sombrios, alimentando sua fantasia voyeur. Naquela noite chuvosa em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, ele escolheu uma obra abandonada no fim da rua – um esqueleto de concreto cinzento, com vigas expostas, poças d’água no chão e o cheiro de mofo e ferrugem no ar.
“Vai ser perfeito pros velhos”, pensou ele, convidando os cinco idosos do clube de aposentados: Seu Zé, Seu Manoel, Seu Pedro, Seu Alfredo e Seu Geraldo – todos setentões dotados, com paus monstruosos que desafiavam o tempo.
Eles chegaram em uma caminhonete velha, olhos brilhando como predadores.
Ana vestia um shortinho apertado e top decotado, achando que era só uma “brincadeira”.
Mas os velhos não perderam tempo.
Enquanto João se escondia atrás de uma pilha de tijolos quebrados, fingindo vigiar a entrada, Seu Zé agarrou Ana pelas costas, rasgando o top e expondo os seios fartos ao ar frio.
“Grita o quanto quiser, puta, aqui ninguém ouve”, rosnou ele, enquanto os outros a cercavam no chão sujo de cimento rachado.Ana lutou no início –
“Soltem-me, seus loucos!” –
, mas os corpos magros e experientes a imobilizaram.
Seu Manoel e Seu Pedro arrancaram o short, abrindo suas pernas grossas.
Os paus deles saltaram livres: Seu Manoel com 24 cm de grossura venosa, nodoso como uma raiz; Seu Pedro com 26 cm retos e cabeçudos, pulsando de veias protuberantes.
Primeiro veio a penetração simples – Seu Zé arrombando sua boca, sufocando gemidos com bolas peludas no queixo dela –, mas o ápice foi a dupla vaginal.
Eles a ergueram como uma oferenda, deitando-a sobre um monte de entulhos úmidos.
Seu Manoel deitou primeiro, puxando Ana para cima dele.
Ela montou relutante, sentindo a cabeça grossa forçar a entrada da buceta depilada e inchada. “Tá apertada demais, vadia!”, grunhiu ele, empurrando os quadris para cima.
O pau inteiro sumiu nela com um som molhado de sucção, esticando as paredes internas até o limite, o útero beijando a glande.
Ana arqueou as costas, unhas cravadas nos ombros ossudos dele, gemendo alto no eco da obra vazia.Então veio Seu Pedro, posicionando-se atrás. Ele cuspiu na entrada já dilatada, lubrificando com saliva grossa, e forçou a entrada.
“Duas rolas na mesma buceta, corno! Olha isso!”, berrou para João, que espiava ofegante, pau na mão.
A buceta de Ana se abriu impossivelmente – labios vermelhos esticados ao máximo, como uma flor rasgada.
O pau de Seu Pedro escorregou ao lado do de Manoel, roçando veias contra veias, preenchendo cada milímetro vazio.
Dupla penetração vaginal pura: 50 cm de carne idosa pulsando juntas, bombeando em ritmos alternados.
Um entrava, o outro saía, criando um vaivém frenético que fazia os sucos dela jorrar no chão poeirento.
Ana gritava de agonia e êxtase
– “Vai rasgar! Me fodeem mais!” –, o clitóris inchado roçando as bases peludas, ondas de orgasmos forçados a convulsionando o corpo.Os outros três revezavam: Seu Zé no cu dela, enfiando 22 cm secos e dolorosos;
Seu Alfredo e Geraldo nas mãos e boca, masturbando-se sobre os seios balançantes.
A dupla continuou por minutos eternos – atrito intenso, bolas batendo em uníssono, suor pingando das testas enrugadas. Finalmente, a dupla gozada interna: Seu Manoel gozou primeiro, urrando como um touro, jatos quentes e espessos inundando o fundo da buceta, enchendo o útero até transbordar em bolhas brancas.
Seu Pedro esperou o espasmo, então explodiu logo em seguida – mais porra senil, viscosas e abundante, misturando-se à do parceiro.
Dupla gozada: sêmen grosso escorrendo pelas coxas de Ana em riachos cremosos, pingando no concreto frio, impregnando o ar com cheiro almiscarado.
Os velhos não pararam aí – rodízio de abusos, com mais duplas e tríplices, deixando Ana um trapo violado, coberto de porra e marcas roxas.
João gozou no escuro, vidrado na esposa destruída.No fim, sob a lua filtrada pelas vigas, Ana piscou para ele:
“Vem limpar, corno”. Os velhos riram, partindo na chuva

o antro dos velhos lobos

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