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A noite que arrebentei minha irmã religiosa

Publicado em março 27, 2026 por contoseroticos

Joana e seu marido contratam César, um garoto de programa, para uma noite de prazer. Mas a chegada inesperada da irmã beata, Jilda, muda tudo. Bêbada e traída, ela acaba sendo levada a uma orgia selvagem, experimentando prazeres que nunca imaginou. De virgem religiosa a devoradora de rolas, numa noite que nunca esquecerá.

Ajudando minha irmã

      Olá meus amores meu nome é Joana e hoje venho contar para vocês um relato que aconteceu após o ano novo, precisamente semana passada. Há algum tempo não relatamos nossas aventuras até porque estávamos esperando algo de inusitado acontecesse em nossas vidas.
       Estávamos eu e o Rocard em casa e decidimos diversificar um pouco nosso cardápio, fomos alguns sites de garotos de programa para contratar o serviço de um profissional, demoramos a um tempo analisando os perfis e os dotes dos candidatos e decidimos escolher por um que tinha uma rola bem grande e grossa 24cm, seu nome é César Costa, um moreno lindo novinho ( 11) 96895-5186 esse é o contato dele. Marcamos o horário e o dia para o encontro em nossa casa.
    Chegando no dia combinado surgir um problema, tenho uma irmã que se chama Jilda ela é casada com José e ultimamente eles estão passando por dificuldades em seu casamento devido algumas traições de José, minha irmã sempre foi muito religiosa(beata) sempre dentro de igreja rezando e participando da comunidade. Pois bem, umas 2 horas antes do nosso encontro Jilda me aparece em casa e no desespero, pois tinha tido uma briga feia com José que a deixou para sair com os amigos no bar.
    Na hora me esqueci do encontro e tentando acalmar minha irmã pois a mesma se encontrava em grande nervosismo, eu e Rocard tínhamos aberto uma garrafa de vinho e estávamos tomando e para minha surpresa Jilda pegou a taça e virou com tudo e depois encheu o outro e virou também, foi quando a campainha tocou e rocard foi atender, e era nossa encomenda. Rocard foi atender a porta e mandou o César entrar, na hora não sabia o que fazer pois minha irmã ainda estava um pouco nervosa e não sabia das nossas aventuras, mas depois da terceira taça minha irmã já estava mais relaxada, foi quando apresentamos César para ela e falamos para ela que ele era um presente para ela.

Jilda: -Como assim um presente?
Eu: -Minha irmã, Rocard viu seu estado e chamou um amigo para lhe fazer companhia.
Rocard: – Cunhada querida esse é um amigo meu e veio para te ajudar nesse momento difícil
Jilda: – Me ajudar como cunhado?
   
Foi quando Rocard disse para César que ele poderia começar com um show, César começou fazer um striptease e minha irmã Jilda com uma cara de espanto e os olhos arregalados ficou atônita sem reação, foi quando Cesar começou a tirar a roupa, minha cunhada sem entender nada, vidrada naquele Moreno gostoso com aquele volume em sua cueca chegou perto dela, pegou sua mão e colocou em seu mastro, Jilda segurando forte aquela tora olhou para mim e perguntou.
Jilda: – O que faço?
Eu: – O que você quiser irmã
Rocard: – Não é melhor você ajudar ela meu amor?

    Foi então que me aproximei de Gilda e segurei a tora de César junto com ela e comecei a punheta-lo junto com minha irmã, e que se diga, que rola maravilhosa, foi então que vi minha irmã suspirando alto, comecei a mamar aquela tora enquanto Rocard tirava minha roupa. Depois Rocard se despiu enquanto passava a mão em meus seios em minha bucetinha, Jilda sem tirar a mão daquela rola apertava como se não quisesse perder esse brinquedo, foi então que disse para ela chupar.
       Ela meio sem jeito começou a chupar aquela magnífica tora mal conseguindo engolir a cabeça mas pegando o jeito a cada mamada, foi então que comecei a despi-la, nessa altura do campeonato Jilda já estava entregue a devassidão no momento chupava a rola babando e como se não estivesse amanhã. Foi então que ajudamos Jilda a se sentar no sofá abrindo suas pernas para que César pudesse chupá-la. Enquanto o César chupava minha irmã eu era chupada pelo Rocard, foi então que minha irmã pediu para que César a possuísse.
Jilda:- Pode me comer agora seu filho da puta
César:- Pode deixar
    Foi quando paramos para olhar a cena em que César abriu as pernas de minha irmã e começou a socar naquela buceta molhada, e para nossa surpresa aquela enorme tora entrou sem dificuldade nenhuma fazendo Jilda revirar os olhos. Enquanto César socava forte e minha irmã Rocard já estava socando forte em mim todos num grande tesão. Jilda parecia um bicho, rosnando, gemendo, gritando pedindo rola.
Eu: -Rocard da sua rola pra ela mamar!
Rocard: – Deixa comigo
    Rocard tirou sua rola de mim e foi até minha irmã oferecendo a para ela mamar, e se nem pensar duas vezes elabocanha a rola do meu marido chupando com vontade enquanto César bombava em sua buceta. Foi aí que jilda falou que queria as duas rolas dentro dela, Cesar se posicionou embaixo dela e ela por cima e Rocard chupou seu cuzinho e começou a enfiar sua pica naquele cu até então virgem, só vi a hora que Jilda começou a se contorcer em um orgasmo frenético ela tremia muito, foi então aí que ela caiu mole para o lado com sua buceta arrombada e o cu também, ficando imóvel quietinha.
   Então Cesar e Rocard se dirigindo até mim com aqueles mastros duros falaram.
César:- Agora é sua vez de experimentar essas rolas.
Rocard: – Agora é sua vez meu amor de ser arrombada.
Eu: – Pode vir!
      Ou então que comecei a chupar aqueles dois mastros, a rola de César mal cabia em minha boca mas consegui engolir mais da metade, e quando tirava ela da minha boca Rocard me dava vários beijos gostosos, foi então que comecei a cavalgar em meu marido e pedi para que César enfiasse aquela tora em meu rabo.
   E digo para vocês que sensação maravilhosa sentir-me invadida por aquele monstro de rola, chegava a faltar o ar.. não demorou muito para que eu tivesse um forte orgasmo até virando naquelas rolas maravilhosas. Quando olho para o lado vejo Jilda sentada nos observando e se masturbando passando a mão em sua buceta. Foi quando César e Rocard falaram que também queriam gozar.
Eu: – Goza em Jilda
Rocard: – Está bem meu amor
César: – Vamos lá meu brother
    Foi aí então que os dois começaram a dar um banho porra em Jilda, que voava para tudo quanto era lado pegava no rosto, na boca, no cabelo. Jilda parece que estava maravilhada em um transe, ela tinha uma expressão de alegria que nunca tinha visto em minha irmã antes. Depois fomos tomar um gostoso banho e ficamos os quatros pelados conversando, nesse momento minha irmã parecia outra pessoa.
    Logo depois desses momentos maravilhosos César se despediu e foi embora e logo em seguida Jilda sem ver uma palavra sobre o assunto foi para sua casa, eu e Rocard ainda aproveitamos o resto da noite transado bastante.

E assim termina mais um relato gostoso, se gostarem votem e comentem para saber o que acharam, vocês não sabem o quanto dá tesão em ler os comentários.

Ajudando minha irmã

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