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A universitária que me deixou louca

Publicado em março 18, 2026 por contoseroticos

Bruna era a única garota do time de vôlei que parecia me odiar. Até que um dia, sozinhas no vestiário, a tensão explodiu em um banho quente e molhado de desejo. Ela provou que não precisava de um pau para me fazer gozar como nunca. Perdemos o jogo, mas valeu cada segundo.

No mesmo dia em que comecei a treinar com minha nova equipe de vôlei na faculdade. Percebi o quanto Bruna me atraia. Geralmente sou bem exigente quando se trata de meninas. Mas, ela era exatamente do jeito que eu gosto. Pele branca, cabelos negros, lisos, médios. Seios pequenos, corpo atlético, barriguinha sarada, bunda arrebitada e coxas grossas. Tudo isso aflorou meu lado bissexual.
Todas as outras garotas do time se mostravam sempre bem simpáticas e dispostas a fazer amizade. A única delas que parecia não gostar de mim era a Bruna. Infelizmente.
Pelo menos três vezes por semana eu ficava uma hora a mais, depois do treino, treinando saques com mais duas garotas do time. Certo dia, porém, nenhum das garotas que costumavam treinar comigo estaria disponível naquela tarde. A faculdade estava uma loucura, todos os alunos que estavam em recuperação estavam aproveitando as provas e trabalhos extras, para melhorar as notas antes do fechamento do semestre.
Para a minha surpresa, Bruna se ofereceu, para ficar e treinar comigo. Durante, o período em que estávamos treinando, ela se mostrava sempre brusca e cortava as bolas sempre com violência. Quando eu perguntava as coisas, respondia sempre rispidamente. Quando terminamos, fomos direto para o vestiário. Bruna se mostrava sempre muito calada e respondia somente o que eu perguntava.
Sempre fui muito curiosa, então resolvi aproveitar a situação, de estarmos sozinhas ali no vestiário, tomei coragem e a questionei:
– Posso fazer uma pergunta?
Ela apenas assentiu.
– Porque você não gosta de mim?
– Quem disse que não gosto de você?
– Ninguém me disse. Mas, você parece não gostar.
– Quando quero uma coisa, e acho que não consigo tê-la. Me afasto e tento me desligar. É como um organismo de defesa. Tenho medo de me magoar.
– E por que a magoaria? Que história é essa?
– E melhor você tomar seu banho e seguir seu rumo.
– Porque está sendo grossa comigo? Você não quer ser minha amiga?
– Me esquece. Passar a tarde toda com você não foi o suficiente?
– Você ficou porque quis. –aleguei
– Tem razão. Optei por perder meu tempo essa tarde.
– Por quê?
Bruna não me respondeu.
Eu insisti:
– Se você achava uma perda de tempo porque passou a tarde aqui?
Ela me deixou falando sozinha, pegou sua toalha, mochila e saiu em direção aos chuveiros.
Irritada, desisti de conversar, peguei minhas coisas e também fui para o chuveiro. Escolhi um reservado longe do dela.
Eu estava bem inconformada com o que acabara de ouvir. Não podia deixar aquela conversa morrer ali. Estava com raiva, tentando esquecer o que se passara. Tentei relaxar no banho. Lavei os cabelos calmante, depois comecei a me ensaboar. Me assustei quando senti um toque leve nos meus seios, olhei para trás e vi Bruna, debaixo do chuveiro comigo.
– O que você pensa que está fazendo? – reagi.
– Vou te dar um banho completo.
Ainda surpresa com a reação dela, fique olhando-a confusa.
– Vou deixar meu medo de sair magoada de lado, por um instante. Só faça as coisas valerem a pena. Será o nosso segredo.
Eu apenas assenti.
Bruna se aproximou de mim. O rosto dela do meu. Eu senti sua respiração. Seu hálito. Primeiro ela tocou meu lábios levemente, com os seus. Depois colou-os. Colocando a língua na minha boca. Fazendo nossas línguas dançarem. Eu estremeci. Me arrepiando toda.
Ela agarrou meu cabelo, me abraçou e continuou com uma longa sequência de beijos. A mão dela percorreu meus seios. Ela parou e acariciou meus mamilos por um longo tempo. Sem descolar seus lábios dos meus. Os beijos dela me excitavam, juntamente com seu toque delicado, mais firme. Eu gemia, cada vez mais, quando ela passou a lamber e chupar meus mamilos.
– Desde a primeira vez em que eu te vi, quis mamar nesses seios maravilhosos. Adoro seios grandes. – falou ela descendo pela minha barriga, até chegar na minha buceta. Meu grelo estava saliente, devido ao inchaço, tamanho tesão eu estava. Depois de lamber as laterais, os grandes e os pequenos lábios, ela finalmente começou a lamber meu grelo num ritmo lento, como uma gatinha. Enquanto isso apertava minha bunda, fazendo movimento circulares.
Bruna me virou de costas, a água do chuveiro ainda caindo em nós duas. Ela continuou a lamber minha buceta, sabendo muito bem o que fazia com a língua.
– Essa água na minha bunda, só me deixa com mais tesão.
Ela enfiava a língua com força, e a girava dentro de mim e a vontade que eu tinha era que ela enfiasse toda a cabeça em mim.
– Você me deixa louca. Estou quase gozando… – falei.
– Aguenta firme, Lisbeth. Eu nem comecei ainda, vou te mostrar tudo o que sai fazer fora da quadra, mais dentro de você.
Ela penetrou em mim com dois dedos ensaboados. Me fazendo delirar, até gozar. Tenho certeza que ela sentiu nos dedos, meu mel escorrer, porque depois que eu gozei ela lambeu-os, sentindo meu gosto. Ficamos de frente uma para a outra, ela continuou a me beijar ardentemente de língua. Eu me arrepiei novamente. Queria mais. Bruna, era muito gostosa e experiente, sabia exatamente o que e como fazer. Diferente de um homem que costuma pensar apenas nele mesmo, Bruna pensava somente em mm, preocupada apenas em me satisfazer. Naquele momento ela era o meu homem.
Depois de mais um longa sequencia de beijos, Bruna desligou o chuveiro e me puxou pela mão até um banco de madeira, que tinha no meio do vestiário.
Ela estendeu uma toalha sobre o banco e me colocou deitada nele, deitou-se sobre mim, encaixando seu corpo no meio das minhas pernas. Como se fossemos fazer papai e mamãe voltou a me beijar e a me acariciar. Então ela penetrou timidamente seu dedo no meu cuzinho, que piscou de tesão, mastigando o dedo dela.
– Bruna, para um pouquinho, eu ainda estou mole.
– Não. Agora que eu me empolguei?
– Adoro quando você toca o meu cuzinho.
– E quando eu o penetro, assim? – disse ela enfiando mais um dedo em mim, começando um vai e vem frenético.
– Nossa! Eu estava faminta por uma penetração.
Sem tirar os dedos da minha bundinha, ela desceu até a minha buceta novamente, dizendo: -                – Vou te mostrar como não precisa de um pau para termos uma transa inesquecível.
Enquanto alternava movimentos suaves, firmes, rápidos e bruscos com dedos. Bruna voltou a chupar meu grelinho. Quando eu estava prestes a gozar, ela tirou seus dedos do meu cuzinho e passou a tomar uma siririca muito safada para mim.
– Quero que você goze na minha mão. Quero ver sua carinha quando estiver gozando.
Não demorou muito para eu chegar a um orgasmo múltiplo, como não tinha há muito tempo. Demorei um tempo para poder me levantar, enquanto isso Bruna me observava e tocava sua bucetinha. Me aproximei dela para retribuir tanto tesão, mas, ela me afastou, dizendo:
– Hoje não, precisamos estar inteiras para o jogo de logo mais, à noite.
– Você não me quer? – perguntei – Não quer que eu te chupe?
– Não estou dizendo que não quero. Estou dizendo que não quero hoje. Já estou bem satisfeita de ter visto você ter tanto prazer.
Á noite chegou logo, era um jogo decisivo, contra um time muito forte, se perdêssemos estávamos fora do campeonato, o que era uma pena, pois suamos muito para chegar até ali. Mas, tudo foi por água abaixo. Eu e Bruna, éramos as melhores jogadoras do time. Infelizmente, estávamos moles e cansadas, por isso não conseguimos ajudar nossas amigas. Então, acabamos perdendo feio. Fomos eliminadas da competição.
Michelly, a capitã do time, ficou irritada com Bruna e comigo, dizendo, quando o jogo acabou:
– O que houve com vocês duas? Até parece que andaram dando antes do jogo.
– Sai fora, Michelly. Você não bloqueou uma bola se quer.
– Não sei não, vocês duas estão muito moles para o meu gosto – falou saindo.
Bruna e eu nos olhamos, sabendo que valia a pena ter perdido o jogo depois da tarde movimentada que tivemos. Antes de ir embora, Bruna, me disse:
– Agora que perdemos o jogo, acho melhor você me levar para a casa e me consolar pela derrota, Lisbeth.

Continua…

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