Num caloroso dia de verão, um novo vizinho pede um copo d’água à bela Mariana. O que começa como um gesto simples rapidamente esquenta, revelando a verdadeira fome da moça por um pau bem duro. Com a mãe lavando roupa nos fundos, ela mostra que sabe muito bem como deixar um homem satisfeito.
Sou de Macaé–RJ, 32 anos, hétero, 1, 73 de altura, porte físico atlético e considerado bonito e charmoso pelas colegas de trabalho
Início de ano, mudança de trabalho … Cheguei no bairro novo para morar!
Uma tarde tranquila aqui no meu novo bairro, e o calor do dia parecia fazer o tempo se arrastar. Mariana estava em casa, ocupada com os afazeres domésticos enquanto sua mãe lavava roupas no fundo. A casa estava silenciosa, exceto pelo som da música suave vindo da cozinha e o farfalhar das cortinas balançando com a brisa.
Eu estava do outro lado da rua, olhando a cena, observando como Mariana se movia com graça em meio às tarefas. Ela parecia tão concentrada, mas algo nela me chamava a atenção, como se o próprio ambiente a envolvesse.
Aproveitei o momento para me aproximar e, com uma desculpa simples, pedi um copo d’água. Sabia que seria uma maneira fácil de quebrar o silêncio e talvez puxar uma conversa.
— Ei, Mariana, você pode me dar um copo d’água? — perguntei, com um sorriso amistoso.
Ela me olhou, surpresa no início, mas logo respondeu com um sorriso simpático.
— Claro, só um minutinho! — Ela se afastou um pouco, subindo na cadeira para alcançar uma prateleira mais alta. A cena tinha um toque de leveza, e eu não pude deixar de sorrir para a situação. Havia algo divertido naquela interação casual.
Ela voltou com o copo d’água e me entregou, o brilho nos olhos dela mostrando que estava se divertindo também, mesmo que um pouco desconcertada com a situação.
— Aqui está — disse, com um tom leve e descontraído.
Peguei o copo com um sorriso.
— Obrigado, Mariana. Às vezes um copo d’água é só o que a gente precisa para refrescar a mente, não é?
Ela riu suavemente e, por um momento, ficou ali, trocando olhares. A conversa era simples, mas o clima entre nós estava gostoso, como se estivéssemos compartilhando um instante de desejo pelos olhares.
— Isso é verdade — respondeu ela, ainda sorrindo. — Às vezes é o simples que faz tudo ficar mais claro.
A conversa continuou, mas sem pressa, sem expectativas. Era apenas o tipo de interação que acontece quando duas pessoas, sem pressa e sem grandes intenções, compartilham um momento agradável e descomplicado.
Mariana me entregou o copo de água com um sorriso, e eu agradeci com um gesto de leveza.
— Muito obrigado! — disse, tomando um gole. — Ah, isso estava mesmo bom, mas acho que você também merece uma pausa. Que tal dar uma descansada por um momento?
Ela disse: Como?
Pedi para que me desse a sua mão, em seguida levei diretamente em minha bermuda, que já estava com o pau armado para executar a chapeuzinho ali, naquela sala.
Eu já estava doido para sentir aquela boca ali me mamando, quando ela arregala o olho e exclama “Que pauzão o senhor tem!”
“É todo seu nesse momento, agora ajoelha aqui na minha frente e começa a chupar bem gostoso antes que sua mãe chegue”
Obediente, ela se inclinou e começou a lamber e chupar meu pau, mas mal sabia eu que ela, aquela mocinha com cara de inocente, era uma baita profissional para chupar.
Sem eu precisar mandar, ela sugou até as bolas, com sua cabeça contra meu corpo e pedia para eu não parar.
Fui atolando cada vez mais meu pau naquela garganta de puta que ela tinha, sabia fazer uma garganta profunda como ninguém!
Quando anunciei que ia gozar, ela abriu a boca, colocou a língua para fora e pediu para encher sua boca de porra, e assim eu fiz!
A safada ainda limpou a cabeça todinha, chupou mais um pouco, subiu meu short, guardou meu pau e perguntou se eu estava satisfeito com a sua mamada.
Só não pude demorar muito mais por ali pois a mãe dela estava lá nos fundos lavando roupa, e 20 minutos parecem vira ruma eternidade quando estamos aprontando né?
De lá pra cá, nesse início de ano, a garganta da Mariana virou meu depósito predileto de porra.

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