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Boquete na viagem de ônibus

Publicado em maio 1, 2026 por contoseroticos

André viajava sozinho quando um casal sentou ao seu lado. Na escuridão do ônibus, ele flagra a ruiva chupando o namorado. Logo, ela percebe sua excitação e decide incluí-lo na brincadeira, oferecendo um boquete inesquecível. E o namorado? Ele só assistiu… e depois pediu sua vez.

Olá pessoal. Me chamo André e vou contar uma história que aconteceu comigo, há algum tempo atrás. Eu era calouro do curso de Farmácia na Universidade Federal do Paraná. Meu irmão iria se casar em nossa terra natal, Campo Grande, Mato Grosso. Para tanto, comprei uma passagem de ônibus e embarquei em uma quinta-feira chuvosa e fria, na Rodoviária de Curitiba. A distância entre as duas cidades é de aproximadamente 15 horas de viagem, portanto senti-me aliviado quando verifiquei que não havia nenhum passageiro ao meu lado. Sou alto, 1,86m, corpo esguio, na verdade haviam poucos passageiros, a maioria estabelecidos na frente do veículo. Eu como gostava dos bancos mais afastados fiquei sozinho. O ônibus saiu às 20h20min, com chegada marcada para às 11h15min do dia seguinte. Na saída de Curitiba o ônibus parou para o embarque de um casal de passageiros. O jovem casal sentou-se nos dois bancos à minha esquerda. A viagem continuou sem intercorrências. Por volta da meia noite um funcionário da empresa trouxe cobertores que distribuiu entre os passageiros. Cobri as minhas pernas com ele, coloquei um fone de ouvido e adormeci. Não sei quanto tempo fiquei dormindo, mas ao despertar algo me chamou a atenção nos bancos à minha esquerda. De canto de olho, antevi que a menina estava toda coberta pelo cobertor. Ela estava com sua cabeça na altura das partes íntimas do cara. Foi aí que percebi. Aquela garota estava fazendo um boquete em seu namorado em pleno ônibus. Fiquei com vergonha e parei de olhar aquela orgia. Percebi para meu espanto que meu pau estava acordara, já intumescido, pressionando minha cueca. Que coragem deles, e se fossem pegos? Tomei coragem e olhei de novo. Eles eram cuidadosos, a cabeça dela quase não fazia movimentos. Se algum desavisado passasse por ali, provavelmente não perceberia o ato obsceno. A escuridão, quase total, era um aliado do casal. Sim, fiquei com inveja deles. Mas eu nem namorada possuía, então desviei minha atenção para outras coisas relacionadas à faculdade. Meu pau de imediato começou a murchar. Adormeci logo em seguida. Fui acordado, por volta das 02 horas da manhã, com a informação do motorista que faríamos uma parada de meia hora. Sai do ônibus e fui esvaziar a bexiga. Após me dirigi à lanchonete e pedi um pastel e uma coca-cola. Sentei à mesa e enquanto degustava um pastel de queijo o casal do ônibus sentou em uma mesa próxima à minha. Pude contemplá-los à luz da lanchonete e percebi que era um casal lindo. Ambos à sua maneira, mas, caramba, sabe aquele casal que dá inveja em todo mundo?, eram eles. O jovem era magro, cabelo loiro comprido, pele curtida pelo sol, lembrava um surfista. Ela, uma ruiva de pele branquíssima, me lembra as jovens russas, aquelas que nunca tomaram um banho de sol na vida. Que contraste hein. Ela não era tão esguia quanto o jovem, mas era linda. Seu hábito era uma camisa branca, com botões abertos até a altura dos seios, estes de tamanho médio para grande, quase explodindo dentro de um sutiã de tamanho menor do que o ideal. Por fim vestia uma calça jeans. O garoto estava vestido com uma bermuda verde e uma camisa toda preta. Quando me olharam, desviei meu olhar imediatamente. Lembrei dos acontecimentos no ônibus e fiquei com uma puta vergonha. Será que eles me viram espionando? Não sei. Após o lanche me dirigi ao ônibus. Me sentei e após alguns minutos o casal adentrou. O jovem foi em direção ao banheiro e logo em seguida, para meu espanto, a moça veio em minha direção e pediu para eu abrir uma garrafinha de suco. Ela disse que não estava conseguindo abrir. E o mamorado, não poderia fazer esse serviço? Não sei. Só sei que quando ela foi me entregar a garrafa ela se abaixou um pouco, pois eu estava sentado em meu banco e ela de pé. Contemplei, para o meu deleite, aquele par de peitos vindo em minha direção. Eram lindos, além da camisa branca ela usava um sutiã branco. Ela agradeceu, com um sorriso que, tenho certeza, podia por fim com uma guerra mundial. Ela era de tirar o fôlego. Eu já estava colocando meu fone quando ouvi a jovem me chamar. Ela estava sentada em sua poltrona e me disse: “pode olhar”. Eu não esbocei reação alguma. Será que era isso mesmo que eu tinha ouvido? Com certeza era, pois quando seu namorado voltou do banheiro a moça entrou, novamente, embaixo do cobertor e iria continuar com a orgia. Percebi que o namorado fechou os olhos, se concentrando naqueles movimentos quase imperceptíveis. Como ela me autorizou e ele estava de olhos fechados, fiquei contemplando aquela cena. Meu pau endureceu quase imediatamente. Se tivesse um pouco da coragem daquele casal iria bater uma punheta. Entretanto somente observei aquele movimento compassado, sobe e desce. Em dado momento percebi que o jovem pediu para a moça parar com o boquete. Será que já iria gozar? Não sei. Desviei o olhar imediatamente. Para meu espanto a jovem se levantou e sentou ao meu lado. Não soube o que dizer, mas ela se adiantou e disse: “Gostou do que viu?” Eu travei como era de esperar, mas ela nem esperou a resposta, colocou a mão por baixo do cobertor e tocou no meu pau por cima da calça. Não acreditei naquilo, mas não tinha como negar; meu cacete estava duríssimo e ela percebeu, me olhando com uma cara safadíssima. Aquele toque deixou meu pau mais duro ainda e em um movimento ágil a jovem colocou a cabeça embaixo das cobertas. Eu não acreditei, fiquei imóvel, não tive a mínima coragem de olhar para o seu namorado. Será que foi ele quem pediu para ela fazer isso? Senti que a mina desabotoou minha calça e abaixou minha cueca. Meu pau duro pulou pra fora e ela agarrou ele com a mão direita. Começou um movimento para cima e para baixo que me deixou alucinado. Logo em seguida senti que passou a língua na cabeça do meu pau. Que delícia. Após abocanhou meu falo e ficou chupando-o. Aquilo era o paraíso. Não tinha o que fazer, era aproveitar. Olhei para a frente e não percebi qualquer movimento ameaçador. Logo em seguida coloquei minha mão embaixo do cobertor e consegui apalpar seu seio direito. Mas o sutiã estava impossibilitando de alcançá-los. Ele de imediato parou o boquete e eu fiquei apreensivo. Será que fiz alguma merda? Ele se levantou, me olhou com a cara safada, abriu alguns botões de sua blusa e agilmente retirou o sutiã. Tive, nesse instante, a visão do paraíso. Eram lindos, de tamanho médio, com os bicos rosados durinhos. De imediato a mina adentrou na coberta e continuou a chupeta. Coloquei, novamente, o braço embaixo da coberta e finalmente pude apalpar aqueles seios deliciosos. Apertei aqueles peitos deliciosos, estava com muito tesão. Não demorou muito, senti aquela energia avassaladora emergir e, senhoras e senhores, gozei, gozei e gozei. Que delícia, não tive tempo de avisar a gostosa, de tão forte e inesperado foi o orgasmo. Foi tão intenso que arquei as costas e meu pau enterrou na garganta da moça. Ela não parou o boquete e serveu toda a minha porra, e foi muita porra senhores. Ela não parou de me chupar, sorvendo toda a porra que saía do meu pau até que o mesmo começou a murchar. Nesse instante olhei para o lado e percebi que seu namorado se masturbava embaixo do cobertor, nos contemplando. Ela se restabeleceu, abotoou sua blusa e foi sentar ao lado do namorado. Estava relembrando toda a cena quando a jovem sentou novamente ao meu lado e falou no meu ouvido: “vai lá, senta ao lado do meu namorado”. Não entendi muito bem, mas como ela tinha feito todo o serviço fiquei com vergonha de rejeitar um pedido dessa deusa do Olimpo. Me sentei ao lado do seu namorado e ela ficou no meu banco. Fiquei imóvel e ele pegou minha mão e a conduziu por debaixo do cobertor em direção ao seu pau. Quando toquei nele percebi que era um mastro duríssimo, espesso e comprido. Quando apertei aquele pau senti as veias saltadas e o latejar daquele falo. De imediato comecei a punhetar com movimentos rítmicos. Nunca tinha pegado em um pau fora o meu. Mas me pareceu algo normal. Eu sabia o que ele queria e sem pestanejar coloquei minha cabeça embaixo do cobertor. Apartei aquele caceta e direcionei o membro para minha boca. Encostei a língua em sua glande e senti um gosto salgado de praia. Não satisfeito coloquei toda a cabeça do pau em minha boca e comecei a chupa-lo. Era uma delicia, parecia que fazia aquilo a muito tempo. Em dado momento parei de punhetar e fiquei só com a boca naquele mastro. Tentei por vezes engolir o pau mas era muito grande e espesso e me engasguei. Após algum tempo de boquete ele apertou meu ombro, eu sabia, ele estava chegando no paraíso. Logo em seguida seu corpo arqueou e eu senti um jato de porra preencher minha boca. Tinha um gosto salgado e amargo. Engoli tudo rapidamente para não deixar escorrer nada, como a namorada dele tinha feito comigo. Fiquei chupando aquele mastro até que o mesmo começou a amolecer. Sorvi toda a sua porra. Após, me recompus e voltei ao meu assento. Não tive coragem de trocar qualquer palavra com eles até o final da viagem.
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