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Dando pro gato no banheiro da faculdade

Publicado em março 29, 2026 por contoseroticos

Com um namorado de pau pequeno, Lari se aventura com Eduardo, um colega de faculdade, num banheiro vazio. O namorado escuta tudo, excitado com a cena. Uma transa quente e rápida, com direito a gozada na boca, muda tudo entre eles.

Contei sobre o fato do meu namorado ter cedido a minha virgindade para outro cara devido a ele ter um pau pequeno e não conseguir me comer.

Continuamos juntos e tentamos fazer sexo mais vezes, mas nunca conseguíamos pelo tamanho do pau dele, sempre escapava da minha buceta. Acabávamos nos virando no sexo oral, que era bom. A incapacidade dele de me comer fez com que ele criasse um desejo de me ver dando pra outros caras para preencher o que ele não poderia me dar. Como era nova na época, tava louca pra dar mais e mais e satisfazer esse tesão acumulado que eu ficava com a nossa relação. Meu namorado me incentivava a dar para outros, desde que participasse.

Essa relação de cumplicidade era ótimo, afinal, eu ainda me descobrindo queria ter a oportunidade de experimentar e ter sexo de verdade, enquanto ele aceitava e me apoiava, sem estremecer a nossa boa relação. Tinham se passado 1 ano desde o dia que perdi minha virgindade com outro e eu estava no primeiro ano de faculdade. Época calorosa, onde conheci muita gente, principalmente do sexo masculino.

Conheci um rapaz boa pinta na faculdade, o qual vou chamar de Eduardo, que sempre me olhava de um jeito diferente. Contava pro meu namorado e ele ficava louco de tesão, até o dia que eu conversava com o Eduardo no WhatsApp e meu namorado, do lado, pedindo pra provocar o rapaz. No meio da troca de mensagens, mandei uma foto de biquíni e perguntei o que ele tinha achado. Eduardo logo se empolgou e disse que tinha me achado uma delícia. Ele não demorou pra retribuir mandando uma foto sem camiseta. Um homem espetacular. Alto, malhado, sorriso lindo. Confesso que tava ficando excitada conforme a conversa ia esquentando. Ele perguntava se eu tinha gostado da foto e eu respondia que não era de se jogar fora. Nessa hora eu batia uma pro pau pequeno do meu namorado, que se deliciava vendo o clima esquentar.

Eduardo começou a dar indireta que queria ver mais além daquela foto. Meu namorado concordou em eu mandar uma foto com sutiã pra ele. O rapaz se encantou na hora e partiu pra safadeza.

– Que peito maravilhoso Lari, tá me deixando doidinho aqui.

– É? Me mostra como você tá doidinho.

E ele me respondia com uma foto da rola por baixo da cueca. E que rola grande. O clima foi esquentando e eu tava com tesão de verdade. Meu namorado brincava com a minha bucetinha enquanto atentava o rapaz no WhatsApp. Meu namorado incentivou a mandar mais foto, dessa vez mostrando tudo. Tirei uma foto da minha bucetinha molhada pro Eduardo. O rapaz endoidou. Disse que tava louco pra chupar a minha bucetinha e me mandava um vídeo batendo uma. Meu namorado, observando a conversa, batendo uma, dizia:

– Ta louquinha pra dar pra ele né amor?

– Posso? Ele é um gato. Me sinto atraída todo dia que vejo ele.

Eduardo me mandava um vídeo gozando, dizendo que tava pensando em mim e que queria realizar essa vontade algum dia, se possível. Me acabei me masturbando enquanto chupava o pauzinho do meu namorado, que gozava facilmente relendo a conversa que eu tive com outro cara, depois de mandar várias fotos íntimas.

Estavamos numa época já de final de ano e a faculdade praticamente ficava vazia, com pouca gente indo, já em ritmo de férias. Encontrei Eduardo no começo da semana e o clima ficou intenso, percebia que ele me olhava com outros olhos. Planejava não assistir todas as aulas e ir embora cedo e Eduardo disse que faria o mesmo. Decidimos que iríamos juntos. Quando chegou a hora ele havia me pedido pra acompanhar ele no outro prédio da faculdade para pegar o pen drive que ele havia esquecido. Fomos até lá e notava que o prédio praticamente não tinha ninguém. Subimos até o terceiro andar para ir até a sala e esperei ele na porta enquanto mandava mensagem pro meu namorado:

– Tô aqui sozinha num corredor vazio com o Eduardo, o que você acha?

Meu namorado, respondendo rápido:

– Só se você me ligar e deixar o telefone na bolsa pra eu ouvir tudo.

Aceitei a ideia e liguei pra ele enquanto Eduardo estava dentro da sala e coloquei o celular na bolsa. Quando ele saiu, perguntei a ele:

– E aí, o que achou das fotos daquele dia?

Eduardo, um pouco sem jeito pelo assunto repentino:

– Achei uma delicia, não parei de pensar nisso desde então.

Puxei ele e comecei a beijar ali mesmo no corredor. Um beijo gostoso, de língua, cheio de vontade. O tesão tava enorme para ambos. Ele me puxou pro banheiro que tinha no corredor e entramos nele já se beijando e se esfregando. Entramos em uma cabine e deixei minha bolsa na parte de cima da privada, pro meu namorado ouvir tudo. Como tava de saia, ele aproveitava pra apalpar minha bunda, apertar e eu já tava molhadinha. Não quis ficar pra trás e desabotoei a calça dele e já conseguia ver aquela rola enorme marcando na cueca. Puxei a cueca para baixo e via aquele pau grande durissimo, louco pra me comer. Levei minha mão até o pau dele e comecei a bater uma enquanto a gente se beijava. Sentia o pau dele babando já na minha mão.

Paramos de se beijar e Eduardo me dizia:

– Tô louco pra te comer Lari quero sentir você todinha.

– É? Então aproveita agora.

Eduardo me colocava de costas pra ele, usando a parede da privada como apoio e abaixava minha saia junto com a minha calcinha, passava a mão na minha bucetinha molhada e mirava aquele pau dele em direção a mim. Sentia a cabeça do pau dele nos meus lábios e aos poucos entrando tudinho em mim. Comecei a gemer ao sentir o pau dele me preenchendo. Ele gemia de tesão enquanto bombava devagar.

Aos poucos ele aumentava a velocidade e eu gemia alto, principalmente pro meu namorado ouvir na ligação. Começava a falar pro Eduardo:

– Mete mais, mete gostoso.

– Seu namorado não te come assim?

– Ele não me come, ele tem um pauzinho pequeno.

– Por isso você tá sedenta que nem uma cachorra né?

E metia mais forte ao perceber que eu tava totalmente no cio. Aproveitava que não tinha ninguém no andar e gemia alto. Eduardo dava tapas na minha bunda enquanto beijava meu pescoço por trás.

Eu tava totalmente molhada sentindo ele me comer com força, ouvindo o barulho do corpo dele batendo na minha bunda.
Comecei a dizer pra ele:

– Mete mais, mete. Eu vou gozar nesse cacete todinho.

Acabei gozando no pau do Eduardo dando no banheiro pra ele. Gemi alto pro meu namorado ouvir no telefone. Eduardo ficou mais animado me ouvindo gemer que nem uma puta e sentia que o pau dele tava pulsando. Não demorou pra ele me pedir:

– Quero gozar na sua boquinha Lari.

Ele tirou o pau da minha bucetinha e começou a punhetar me esperando. Não demorei e sentei na privada esperando ele gozar na minha boquinha.

– Seu namorado não te dá leitinho assim né?

– Não, quando goza, goza pouquinho.

E abri a boca pra receber a porra daquele cacete. Ouvia Eduardo gemendo enquanto gozava na minha boca. Foi tanto jato que tive dificuldade de engolir tudo. Que trepada rápida maravilhosa. Ambos estávamos louco de tesão um pelo outro e não tem transa melhores que essa.

Acabei limpando a porra que tinha escorrido da minha boca e pedi um tempo pra me arrumar. Conferi se o telefone ainda tava com a ligação ativa e via que meu namorado ainda estava escutando a gente. Desliguei e mandei mensagem dizendo que em casa conversávamos.

Cheguei em casa e contei tudo pro meu namorado, que se acabou na punheta com aquele pau pequeno. Que delícia de dia.

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