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Dei para outro morador de rua, velho, negro, mas que também tem um pauzão enorme

Publicado em dezembro 2, 2025 por Edilene Soares

Oi meus amores, meu nome é Edilene, sou loira, cabelos abaixo dos ombros, 32 anos, 1,80 de altura, 79 quilos, tenho seios grandões, sou uma mulher da bunda grande, sou bunduda, coxas extremamente grossas. Gerencio uma loja de eletrodomésticos muito conhecida, já dei várias vezes para alguns moradores de ruas, todos negros e mais velhos que eu. Porém essas histórias com esses moradores de ruas ficam para outra vez, porque eu conheci um outro morador de rua negro mais velho que eu, e é essa história que vou contar! A loja que eu gerencio inaugurou mais uma filial no bairro vizinho, eu fui transferida para lá.

Com isso, tive que mudar o caminho de percurso para o trabalho, e todos os dias eu passo perto de uma padaria. Praticamente todos os dias eu dou uma parada ali naquela padaria para comer alguma coisa, e praticamente todos os dias eu vejo um senhor magro, negro, já bem idoso perto daquela padaria. Até que certa vez ele me pediu para eu comprar na padaria alguma coisa para ele comer. Comprei um pedaço de bolo juntamente com uma latinha de refrigerante e dei para ele.

Nossa, o velho negro ficou muito contente e me agradeceu, dizendo o seguinte, olhando para mim: “Moça, eu nem sei o que falar para você, mas muito obrigado. Você, sendo uma moça bonita, também tem um coração bom!” Depois de três dias, eu vi novamente aquele velho ali perto daquela padaria. Parei o meu carro, dei uns trocados, o homem me agradeceu. Então eu lhe perguntei: “O senhor mora aqui por perto ou nessa região?

Porque eu vejo sempre o senhor por aqui!” Então o homem me disse: “Moça, eu moro pouco adiante daquele matagal que tem naquela rua que começa logo ali e que você passa todos os dias para ir e voltar do trabalho. Eu moro em um porão de uma casa que a construção foi paralisada já há anos. O dono dessa casa deixa eu dormir lá no porão!” Realmente, aquela rua tem um matagal com vários terrenos baldios e tem uma casa que a construção foi paralisada. Com isso, descobri que aquele senhor negro era um morador de rua, mais um na minha vida, e eu já comecei a ficar entusiasmada com aquele velho negro.

Até que um dia desses, mais uma vez eu voltava do trabalho, vi o velho caminhando por aquela rua rumo à tal casa. Nisso, eu parei o carro, oferecendo para ele uma carona. Óbvio que ele aceitou, entrou no meu carro rapidinho. Já estávamos em frente à casa que aquele velho diz que mora.

Antes dele descer do meu carro, ele me chamou para eu entrar um pouco na casa dele. Naquele dia não aceitei porque eu estava apressada para chegar em minha casa, porque tinha algo importante a ser feito. Entretanto, prometi a ele que da próxima vez iria entrar um pouco na casa dele. Bom, os dias se passaram, fiquei aproximadamente uma semana sem ver aquele homem negro.

Até que um dia, mais uma vez eu voltava do trabalho, vi o velho caminhando por aquela rua. Como agi da outra vez, parei o carro, oferecendo para ele uma carona. Assim que o velho entrou no carro, me lembrou e me cobrou: “Moça, na outra vez que me deu carona, me prometeu naquele dia que da próxima vez iria entrar um pouco na casa, que no caso seria hoje, né mesmo, moça!” Sorrindo, falei para ele: “O senhor realmente tem toda razão, prometi sim, vou cumprir, vou conhecer onde o senhor mora!” Quando chegamos em frente à casa dele, parei meu carro e desci juntamente com aquele idoso negro. Ele demonstrando uma satisfação imensa por eu ter aceito o convite dele para entrar em sua casa, que na verdade ele mora é no porão de uma casa que a construção foi interrompida.

Ele falou que mora ali naquele porão já há uns cinco anos. Naquele dia, eu estava vestida com uma calça tipo social, porém um tanto apertada, dando para perceber o tamanho da minha buceta. Eu estava com uma blusa com um decote bem ousado que podia perceber o tamanho enorme dos meus peitões dentro do sutiã. O homem negro não tirava os olhos de mim e o tempo todo olhava meu corpo, da minha cabeça aos meus pés.

Então, né, ele me disse: “Moça, eu nem tô acreditando como pode uma moça loira, linda, cheirosa, perfumada, dando atenção para mim, um velho negro, morador de rua, que dorme no porão de uma casa que a construção foi abandonada. Você, moça, deve ser casada ou mora com alguém ou tem pelo menos um namorado, porque você é muito bonita!” Achei engraçado ele dizer essas coisas para mim e falei para ele: “Olha só, senhor, eu estou amando conhecer onde o senhor dorme. Eu amo moradores de ruas, ainda mais velhos negros assim como o senhor. Eu não sou casada, não moro com ninguém e nem namorado eu tenho!” Com essas minhas palavras, sinalizei para o velho algo a mais.

Contudo, eu já tinha observado o volume alto na calça daquele senhor, era o pau dele super duro, quase rompendo a calça dele. Percebi também que era um pauzão enorme, do jeito que eu gosto e adoro. Eu já estava louca para ver, pegar e chupar o pau daquele velho, igual eu já chupei de muitos outros velhos negros moradores de ruas. Por incrível que pareça, parece que o velho leu meus pensamentos e ousadamente me perguntou: “Moça, se eu te mostrar meu pau, você tem coragem de pegar nele e bater uma punheta para mim?” Dei uma risada e respondendo para o velho: “Claro que sim, quero ver e pegar no seu pau.

Até parece que o senhor leu meus pensamentos, porque era o que eu queria mesmo fazer!” Quando o velho ouviu a minha resposta, ele imediatamente desabotoou a calça, colocando para fora um pauzão enorme, preto, extremamente grosso. Alisei aquele pauzão preto, alisei até às bolas. O pistolão estava super ereto e muito durão. Pelo tamanho, parecia o pau de um cavalo, e me lembrei dos paus de dois outros velhos negros moradores de ruas, um era até catador de recicláveis, dos quais eu dei para eles faz algum tempo.

Porém, isto é outra história. Voltando para a história, nisso o velho me pediu: “Então, moça, bate com as suas mãos uma punheta para mim. Vou soltar um esguicho de porra, você vai ver!” Gente, comecei a punhetar aquele pauzão preto com ele preso em uma das minhas mãos. Entretanto, eu fui seduzida por aquele pistolão.

Me dei conta já estava agachada, tirei minha blusa mais o sutiã, soltando meus peitões de dentro do sutiã. O velho negro, como outros tantos, ficou encantado ao ver meus peitões. Ah, pessoal, eu caí de boca naquele pauzão, chupando loucamente. Chupei bastante a cabeça daquele pauzão, pensei que não iria caber em minha boca.

Entretanto, o velho me segurou pelos meus cabelos loiros lisos e socou, fazendo o pauzão ir até a minha garganta. Eu senti tudo, o homem socou mais. Contudo, eu não parava de chupar. Enquanto eu chupava o pistolão do velho, eu me masturbava, batendo uma deliciosa siririca com três dedos atolados na minha buceta.

Nisso, eu senti um parecer na minha boca que o pau estava engrossando. Nisso, o velho gozou, soltando um esguicho de porra quente, enchendo minha boca e escorrendo pelo meu queixo. Eu também gozei batendo a siririca. Em seguida, o velho tirou o pauzão monstruoso da minha boca e me perguntou: “Eh, moça, gostou de ter ganhado porra quente na boquinha do meu pauzão preto?” Eu ainda com a boca cheia de porra, ainda escorrendo pelo meu queixo, respondi: “Adorei e amei, sua porra é uma verdadeira delícia!” O homem pegou nos meus seios, apalpou eles, mamou neles e disse a respeito dos meus seios: “Você, moça, tem seios grandes, durinhos.

Você, moça, tem peitões enormes, né mesmo, moça!” Depois de me dizer essas coisas, ele mamou mais nos meus seios, e naquele dia não passou disso. Fiquei uns dez dias sem passar por aquela rua. Confesso que eu senti saudades do pistolão do velho, e todas as noites eu batia uma siririca para me aliviar um pouco. Estava decidida, na próxima vez que encontrar com aquele senhor negro, iria dar para ele a buceta.

E no dia que voltei a passar por aquela rua, quando eu passei em frente ao porão que habitualmente o velho dorme, eu vi. De imediato, parei meu carro, desci e perguntei ao velho: “Oi, o senhor está bem? Tudo tranquilo com o senhor? Sentiu minha falta?” O velho me respondeu: “Tudo bem comigo, só que senti muita falta de você, moça.

Até pensei que nunca mais iria ver você, porque você é uma moça linda, bonita, deve ter muitos interessados em você, né mesmo, moça, e eu sou apenas um velho negro morador de rua!” Entretanto, eu respondi para ele: “Eu jamais iria esquecer do senhor. Como eu iria esquecer desse pauzão preto monstruoso que o senhor tem? Hoje eu quero sentir esse pauzão atolado por inteiro na minha buceta!” Entrei com o velho para dentro daquele porão, ele fechou um portão. Já estava anoitecendo, eu logo tirei minha blusa mais o sutiã, deixando meus peitões enormes livres.

Pessoal, quando aquele morador de rua viu meus peitões enormes, agarrou eles, apertou eles, mamou bastante neles. Nisso, eu falei para ele: “Senhor, tá bom demais o senhor chupando meus seios, mas agora eu quero sentir esse pauzão preto monstruoso atolado na minha rachada!” Tirei a minha saia, o homem me viu só de calcinha vermelha. Em seguida, deitei no colchão, tirei minha calcinha. O morador de rua viu a minha buceta coberta por pêlos pela primeira vez.

Ao ver minha buceta, ele disse o que eu já esperava: “Moça, que bucetona enorme cabeluda você tem. Vou enterrar meu pistolão nela agora, e você, moça, vai gostar muito!” O homem colocou aquele pauzão preto monstruoso para fora da calça, colocou na entrada da minha buceta. Senti aquela cabeça enorme, quente, na entrada da minha rachada. Eu não estava acreditando que estava dando novamente para um outro morador de rua.

E como eu sempre faço quando estou debaixo e dando para esses homens negros pauzudos, mais uma vez eu rebolei, fazendo aquele pistolão monstruoso adentrar, penetrar na minha bucetona enorme cabeluda. Entretanto, o velho socava sem parar, e o contraste das minhas reboladas com as socadas dele fazia o pauzão penetrar cada vez mais na minha rachada. Eu fiquei extremamente excitada e não parei de rebolar. Nisso, eu gozei gostoso, e fazia tempo que eu não gozava num pauzão preto enorme, monstruoso, com aquele tamanho enterrado por completo na minha buceta.

No momento que gozei, minha buceta apertou ou mordeu o pauzão do velho, fazendo ele gozar, enchendo minha buceta de porra extremamente quente, deliciosa. Naquele momento, eu me sentia mais uma vez como uma verdadeira puta safada. O velho tirou o pistolão da minha buceta, estava literalmente lameado de porra. Caí de boca, chupando aquele pauzão preto, limpei ele com a minha própria língua.

O velho adorou tanto é que gozou na minha boca, eu engoli a porra, estava quente. Depois, aquele senhor pegou nos meus peitões, mamou bastante neles. O velho negro, como outros tantos, se encantou pelos meus peitões enormes e disse: “Vou dizer a verdade para você, moça, mas eu em toda a minha vida nunca tinha visto tão perto peitões enormes como os seus, e além do mais apalpei eles e mamei neles.” O morador de rua me disse ainda: “Moça, nem em sonhos eu imaginaria que uma loirona gostosa como você é iria dar a buceta para mim, um simples velho morador de rua que dorme no porão de uma casa!” Eu então o perguntei: “O senhor gostou?” O velho me respondeu: “Eu, moça, gostei e foi muito. Você tem uma bucetona cabeluda gostosa demais!” Então ele me perguntou: “Você, moça, gostou de eu ter te comido?

O que você achou do meu pauzão preto atolado na sua bucetona cabeluda?” “Eu, senhor, adorei o senhor ter me comido, amei sentir esse pauzão preto monstruoso atolado em minha buceta!” Em seguida, vesti minha roupa, despedi daquele velho negro. Ele, óbvio, né, me perguntou: “Eh, moça linda, você vai me dar mais vezes? Loira, da próxima vez eu quero comer também o seu cuzinho! Você promete que vai deixar eu comer o seu cuzinho?” Eu, sorrindo, respondi para aquele morador de ruas: “Possivelmente eu vou dar para o senhor mais vezes, e pode ter certeza, da próxima vez eu vou deixar o senhor comer meu cuzinho também!” Então eu vim aqui para minha casa, feliz por ter dado prazeres a mais outro morador de rua, velho negro, mas que também tem um pauzão preto enorme, grosso e monstruoso.

Meus amores, beijos 💋!!?? Edilene Soares!!??

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