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Dominado pelo macho na carona

Publicado em abril 29, 2026 por contoseroticos

Daniel, um jovem com uma bunda irresistível, aceita uma carona de um homem mais velho e dominador. O que começa como um simples encontro se transforma em uma noite de submissão e prazer intenso, com tapas, mijo e um pau grosso arrombando seu cu. Ele nunca imaginou que um desconhecido pudesse deixá-lo tão viciado.

Meu nome é Daniel, tenho 21 anos, trabalho durante o dia e faço faculdade de noite. As aulas acabam por volta das 22 horas e quando não vou de carro, pego metrô e ando uns 10 minutos até minha casa.

Tenho 1,70 altura peso proporcional, sou branco, cabelos pretos e tenho uma bunda bem empinada e que faço questão de usar roupas que valorizem ainda mais!

Em um desses dias que eu voltei de metrô, a rua estava bem deserta, já passava das 22:30. Reparei que um carro grande tinha passado bem devagar e parou adiante. Achei que era alguém querendo informação. Quando cheguei mais perto, vi que a janela estava aberta e tinha um homem ao volante olhando para mim. Ele estava de terno claro, devia ter uns 40 anos, era negro e usava cavanhaque, um tesão! Continuei andando devagar e olhei para trás e ele fez um sinal com a cabeça. Voltei.

– Tudo bem? Entra aí. – disse ele. Eu, sem pensar, entrei, o tesão falou mais alto. Ele saiu com o carro, já sabia para onde estava indo. Já tinha um tempo que eu não ficava com ninguém e estava com muita vontade de transar. Ele perguntou se eu morava por ali e eu disse que sim. Olhei e vi na mão dele uma aliança de casado e fiquei na minha. Ele disse que tinha um apartamento vazio, que estava para alugar ali perto, em um prédio discreto e perguntou se eu queria ir.

Concordei na hora, tremendo de nervosismo e tesão, mas concordei!

O prédio era na rua ao lado da minha, ele estacionou o carro e entramos. Não tinha porteiro, era pequeno e dava a impressão de estar tudo vazio. Entramos no imóvel e ele foi me encostando por trás.

– Essa sua bunda, é irresistível! – disse já me agarrando e mordendo meu pescoço e eu senti o pau duro em mim. Olhei em volta e vi que o apartamento não estava todo vazio, tinha sofá e mais alguns móveis. Nem sabia o nome do cara e fui me entregando. Ele me apertava forte, até que me segurou pelo queixo.

– Curte uma foda mais animada? Vamos começar? – disse ele, tirando minha roupa e ficando nu, também. Fomos ao banheiro e ele me colocou no box, achei que era para tomar um banho.

– Senta, agacha, viadinho, vai ter um macho de verdade, vai sentir tudo o que um macho pode dar para um viadinho. – disse o homem com cara de tesão. – Quer mesmo? Pode deixar que não vai acontecer nada que você não queira, combinado? – fiz que sim com a cabeça, meu pau duro que nem pedra e eu morrendo de tesão naquele macho negro de corpo gostoso, grande e com um pau lindo e grosso. Fiquei agachado no canto do box e ele entrou e mandou eu chupar. Comecei lambendo a ponta, mas, ele me pegou pela cabeça e meteu a pica na minha boca, fodendo com força e meu uns tapinhas na cara.

– Tá gostando? – perguntou, e fiz que sim com a cabeça, sem tirar o pau da boca. Ele fodeu mais um pouco, me segurando pelo cabelo e com a outra mão me dava mais uns tapas no rosto. Eu estava vidrado com aquilo, nunca tive uma experiência com um macho dominador e estava adorando cada detalhe. Depois de chupar, ele tirou o pau da minha boca e mandou eu engolir toda a saliva, que estava com gosto do pré gozo dele. Engoli tudo e dei outra lambida na cabeça do pau.

Ele se afastou um pouco e começou a mijar em mim. Comecei a sentir o líquido quente e amarelo cair no meu peito e não resisti, antes que ele mandasse, eu abri a boca e esperei o jato direcionado para eu sentir o gosto. O cheiro forte do mijo e o gosto me deixaram louco de tesão, eu olhava ele de baixo para cima, o saco grande e pau do macho na minha frente, as coxas, o peito forte e a cara de tesão dele me faziam submisso sem eu querer! Ele estava suado e fumava. Quando acabou de mijar, deu outro tapa no meu rosto e mandou eu me levantar. Ele foi para a sala e fui atrás, escorrendo mijo. Ele se sentou no sofá.

– Ajoelha, viado. Vem lamber meu suor todo. – Ordenou. Fiquei na frente dele ajoelhado e comecei a lamber o suor das pernas, fui subindo para o pau. Ele ia mandando: saco, embaixo do saco, virilha, outro lado, pentelhos e fui subindo. Eu passava a língua, sentindo o gosto do suor dele, fazendo ele delirar com minha língua em seu corpo. O macho chegou para frente e levantou o braço. Lambi o sovaco e o pescoço. Ele me segurou pelo queixo e me fez abrir a boca, achei que ia me dar um beijo, mas parou olhando na minha cara e cuspiu dentro da minha boca, duas vezes. Eu já estava quase gozando.

– Tá gostando viadinho? Quer parar? – perguntou. Fiz que sim e depois que não, eu estava amando e não queria parar. Ele cuspiu de novo.

– Engole, saboreia. – disse. Eu engoli e abri de novo a boca, pedi mais! Coloquei a língua de fora e ele cuspiu na minha língua e depois dentro da minha garganta. Eu já estava me masturbando, porque não aguentava mais de tesão e queria gozar. Ele me empurrou com o pé, mandando eu parar. Fiquei caído no chão. Ele se aproximou e colocou o pé no meu rosto, fazendo eu lamber. Beijei e lambi o pé, entre os dedos e embaixo. Eu estava entregue a ele.

Eu me sentei no chão e voltei a chupar o pau dele e ele bateu várias vezes com o cacete na minha cara, ele ria e me xingava. Deu mais umas estocadas na minha garganta e disse:

– Vou meter em você agora, seu puto. Já vi que aguenta, é vagabundo, já deve ter dado esse rabo para outros putos, então vai conhecer agora um homem de verdade, quer? – perguntou. Ainda no chão fiz que sim. ele colocou um preservativo, mandou eu ficar de quatro no sofá e veio por trás. Cuspiu no meu cu e passou um pouco de lubrificante no pau. Encostou em mim e começou a meter. Senti aquele caralho grosso me alargando, estava doendo, mas estava gostoso. ele meteu todo, bem devagar, senti o saco batendo em mim. Depois, começou a meter com mais força e foi aumentando e passou a tirar e colocar o pau de uma vez. Eu estava totalmente melado, meu pau estava babando muito e ele não me deixava gozar. Depois de algumas posições e meu cu arrombado, ele parou de meter, tirou a camisinha e mandou eu chupar. Senti o pau dele inchando e ele avisou que ia gozar na minha boca e eu continuei chupando até ele encher minha boca com seu esperma salgado e delicioso. Deixei escorrer pelos cantos da boca uma parte, caindo pelo meu peito. Após se gemer de tesão, o homem foi ao banheiro e entrou no box. Tomou um banho e me deu um pano para limpar o chão que estava molhado. Limpei tudo e ele mandou eu me vestir e ir embora. Falei que não tinha gozado e que estava todo sujo de mijo e porra e ele ignorou, se ajeitando para sair. Coloquei minha roupa. Antes de sair, ele pediu meu contato:

– Me dá seu contato, porque quando eu quiser um viadinho de novo eu te chamo. Gostou de conhecer um macho de verdade? – disse ele. Eu só concordei com a cabeça.

Fui para casa quase correndo na rua. Entrei rápido e disse para minha mãe que estava com dor de barriga, para que ela não sentisse o cheiro de mijo, sexo, porra, enfim, da foda que eu tive. Todo melado, entrei no banheiro e tirei a roupa e ainda sentindo o cheiro do meu dominador, toquei uma punheta, alisando meu cuzinho todo aberto por ele. Tomei um banho e escondi as roupas para colocar para lavar depois.

Dias depois ele me mandou uma mensagem, mandando eu voltar no apartamento, e eu fui.

Nunca ia imaginar que aquele homem tão bonito, sério e elegante fosse capaz de fazer tudo aquilo e me deixar com mais vontade!

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