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Encontro picante com um desconhecido do bate-papo

Publicado em abril 19, 2026 por contoseroticos

Um dia de folga vira uma aventura erótica quando Dani decide conhecer um cara do bate-papo. O tesão fala mais alto e, após algumas garantias de discrição, eles se encontram. O que começa com uma conversa quente acaba em uma fogaçada intensa, com direito a dedadas, 69 e muitas socadas no rabo.

Certo dia estava em casa (era uma quarta-feira normal que não fui trabalhar, pois estava compensando um pouco das minhas muitas horas extras), e resolvi entrar numa sala de bate-papo pra passar o tempo. Eu geralmente entro quando quero falar sacanagem sem compromisso, só pra me distrair mesmo. Fiz como sempre, entrei, fiquei falando com um e com outro, perguntava o que gostam, falo do que gosto, termino o papo e vou pra outro e assim sucessivamente. Em certo momento, comecei a conversar com uma cara que era gente boa, ele disse que tinha cinquenta e tantos anos (não lembo mais ao certo), que era bem moreno, 1,70m,calvo, era técnico de refrigeração e trabalhava por conta própria e falou o bairro que morava. Perguntei se ele morava sozinho, porque estávamos falando bem abertamente sobre gostos e vontades e ele disse que morava com a namorada, mas que ela estava trabalhando e só voltava depois das seis. Por conincidência, o bairro dele era bem ao lado do meu e eu, que nunca falo onde moro realmente, acabei falando a verdade e ele disse “Que legal, estamos perto. Quer me encontrar e vir aqui em casa?”. Demorei um pouco pra responder, porque fiquei pensando. Eu tinha acordado com vontade de ficar em casa e nunca fiz nada perto de casa por ser muito discreto e não correr riscos, mas àquela altura eu já estava com tanto tesão que falei pra ele dos meus receios e ele garantiu que não teria problema nenhum, que também era muito discreto e pediu meu telefone pra gente poder se falar e marcar. Eu respondi que não daria meu telefone, que teríamos que marcar por ali e que se ele aparecesse, ótimo, era uma forma de eu me resguardar pra depois não ter problema. Marcamos, então, de nos encontrarmos num cruzamento de uma rua bem movimentada perto da rua dele às duas da tarde.

Sem saber se ele apareceria ou não, cheguei ao local combinado uns 15 minutos antes, estava bastante calor, então fui de bermuda, cueca, t-shirt e tênis, parei meu carro num estacionamento privado próximo, onde deixei minha carteira e levei só o celular, fui até a esquina e fiquei esperando. Fiquei olhando as pessoas na rua com a esperança de reconhecer alguém com as características dele, quando de repente ouvi uma voz meio baixinha por trás de mim chamando meu nome em tom de pergunta “Dani?”, me virei, vi que as características batiam, e respondi que sim. Perguntou se eu estava bem, se já estava ali há muito tempo, e disse “vamos indo?” e eu o segui pela rua, falando alguns assuntos aleatórios, até que ele parou em frente a um prédio baixinho de uns 4 andares e disse é aqui. Eu parei na entrada do portão e perguntei se ele tinha certeza que era seguro, que ninguém veria nada, ele me confirmou e eu entrei, subimos no elevador e entramos no seu apartamento. Era um apartamentos simples de dois quartos, com o piso em taco escuro, iluminado apenas pelas luzes que entravam pelas janelas. Ele me levou até seu quarto e começou a me alisar e tirar minha roupa até me deixar pelado. Eu já tinha dito que não gostava de beijo na boca, por isso comecei alisá-lo e fui tirando sua camisa, deixando sua barriga saliente de fora, ele se aproximou, começou a alisar minha bunda, elogiou dizendo que era durinha e empinada e começou a chupar meu peito. Abri sua bermuda e segurei na sua piroca, era mediana, com uma cabeça avantajada, e um tamanho bom, devia ter uns 16 ou 17 cm e já estava bem dura. Quando ele acabou, eu fui descendo lambendo seu peito, sua barriga, fiquei de joelhos, tirei sua bermuda e comecei a punhetar seu pau pertinho da minha boca, ele começou a gemer, até que eu comecei a chupar a cabecinha enquanto punhetava e logo enfiei tudo na boca. Fiquei mamando a piroca dele docemente por um tempo olhando nos olhos dele, ele vibrava. Em dado momento ele resolveu sentar na cama, encostou na cabeceira com as pernas abertas e pediu pra eu mamá-lo vindo de lado com a bunda pro alto, gostei da ideia e assim fiz. Tendo meu cu totalmente arreganhado pra cima e na lateral dele, o safado começou a alisar meu rabo e foi com o dedo lá no meu cuzinho. Ele cuspiu no dedo e começou a forçar até que entrou no meu rabo e ficou me dedando enquanto eu o mamava, em seguida, ele levantou minha cabeça, se deitou e mandou eu vir por cima dele pra fazermos um 69 e, enquanto fazíamos, ele não tirava o dedo do meu cu… que delícia.

Depois de algum tempo, eu não aguentando mais aquilo, pedi pra ele me comer. Ele me colocou na beira da cama de quatro, perguntou se eu gostava de lubrificante, eu disse que sim, ele lambuzou o pau com KY, minha bunda também e começou a meter. No começo foi devagarinho, quando percebeu que eu já estava completamente entregue, começou a socar forte. Eu sentia seu corpo bater forte no meu rabo e ele urrava de prazer. Ele metia cada vez mais forte, até que me abraçou e começou a tocar uma punheta pra mim. Eu, com tanto tesão, logo anunciei que ia gozar, ele só disse “goza” e comecei a jorrar sujando sua cama toda, mas ele não estava nem aí, voltou a ficar mias em pé continuou a socar forte, sentia meu cu já ardendo, mas tava gostoso.

Foi então que ele me levantou da cama, me colocou em pé de costas pra ele com as mãos na parede de frente pra um espelho e pediu pra esperar rapidinho, foi até o armário e voltou com um consolo daqueles realísticos com uma ventosa e grudou no espelho, mais ou menos na altura do pau dele. Ele mandou eu abaixar, chupar o consolo enquanto ele metia em mim. Mais uma vez, obedeci e comecei a chupar como se fosse uma piroca real enquanto ele comia meu cu cada vez mais fundo e vigorosamente. Depois de socar muito meu rabo, ele começou a bufar mais forte, senti que ia gozar, ajudei nos movimentos e rebolei mais até que ele me agarrou pelo quadril, enfiou a pica até o talo no meu cu e começou a gozar lá dentro. Ele ainda continuou socando depois até seu pau amolecer totalmente no meu cu e retirou.

Depois disso, eu deitei na cama, me recompondo daquela sequência de estocadas que tomei no cu. Recuperei um pouco os movimentos no meu joelho que doíam pelas posições que fiquei por muito tempo e disse “você gosta mesmo de comer um cu por trás, hein?” e ele confirmou dizendo que era sua posição preferida e que adorou eu ter ficado assim pra ele o tempo todo, ainda com o rabinho empinado como ele gosta. Ele perguntou se eu queria me lavar, mas eu disse que não. Eu vesti minha roupa e fui pra casa sentindo a porra escorrer e lambuzando ainda mais meu cu todo melado. Chegando no meu prédio, percebi que minha cueca já estava toda melada da porra dele que escorreu, subi para o meu apartamento pelas escadas correndo pra não correr o risco de encontrar ninguém no elevador e fui pro banho feliz e realizado pela foda e pela adrenalina. Depois daquele dia, depois de ter tomado no cu chupando um consolo realístico ao mesmo tempo, fiquei com muita vontadde de ter uma rola na boca eu outra no cu ao mesmo tempo, mas essa história fica pra outro dia.

Até o próximo conto real das minhas aventuras com machos, pessoal.

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