Um encontro familiar no Natal se transforma em uma tarde de luxúria quando segredos são revelados e desejos proibidos são explorados. Entre conversas inocentes e planos para as férias, a paixão explode em um escritório, envolvendo um cunhado sedutor e um visitante inesperado.
Nós dois, eu e Inês, fomos para cima no domingo, bem cedinho, ás 6 horas, metemos rodas a caminho, em autoestrada, foi um “pulinho”.
Um pulinho, 350 kms, que seria (+ou-) 3:30h, chegamos eram perto das 11 horas, pois pelo caminho, paramos várias vezes, para tomar café, e fazer xixi rsrs…
Chegados a casa de Duarte e Cláudia, já os pimpolhos estavam na rua, á nossa espera.
Foi aquela algazarra boa, e logo a troca de beijinhos.
Depois, que Inês e o Hugo, foram entrando, Beatriz, pega minha mão, e diz:
– Nada de fofoquices, confio no meu tio kido…
Eu: – Tranquila, mas precisamos conversar, os dois…
Fomos entrando, Duarte e Cláudia, já iam arranjando o almoço, e assim ficamos todos na cozinha, uns trabalhando, outros empatando…
Ás tantas Inês diz:
– E se fossemos ver os meus Pais?
Duarte: – Boa ideia, vão, mas não demorem, ou quando cá chegarem, já se comeu tudo (risos).
E assim, fomos os quatro, os Pimpolhos também quiseram ir ver os Avós.
Aí chegados, foi aquela festa, mas por pouco tempo, o almoço estava a ficar pronto…
Regressamos, e ao sair do carro, saiu a Inês e o Hugo, Beatriz ficou para última, e aí diz:
– Tiooo.
Eu: – Sim, que foi?
Ela: – Que dizes das fotos, que te enviei no outro dia?
Eu: – Disse-te para arranjar um namorado, mas se assim, o escolheste, tu é que sabes da tua vida!
Ela: – Não é minha namorada, é minha Amiga, é como se fossemos irmãs, desde o jardim escola, que somos amigas, e há pouco tempo, é que descobrimos, como é bom, estar juntas.
Ela já namorou um rapaz e disse, que ele só a quis para a desvirginar, depois borrifou-se para ela, e começou a namorar uma outra, foi aí, que descobrimos, que juntas somos mais amorosas, e gozamos á doidada…
Eu: – E onde se encontram para estarem assim tão há vontade?
Beatriz: – Em casa dela, os Pais saem cedo, e só voltam á noite, mas já fizemos em minha casa, quando o Hugo, vai ficar na casa dos Avós, e ela dorme no meu quarto…
Ainda Beatriz: – Este ano, quando forem as férias grandes, eu gostava, de levar ela comigo, que dizes?
Eu: – Não sei, só com o aval dos Pais das duas…
Ela: – Por ti e pela tia, podemos ir?
Eu: – Fala com a tia, ela é que vos conhece bem!
Beatriz: – Eu falo, podes ficar tranquilo!
Eu: – E se um dia, a tia não poder ir á praia com nós três, que fazemos?
Ela: – (risos) tio, isso seria uma maravilha, faríamos um bacanal os três, comias a ratinha á Rita, e o cuzinho á sobrinha, mas eu também quero, que me tires a virgindade da ratinha, quem sabe comas o cuzinho á Rita também(risos)?
Eu: – Onde me fui meter?
Beatriz: – Vamos, mas é almoçar, ou o comer acaba…
E lá fomos nós, ter com o resto da Família…
Aqui chegado, logo Duarte implica:
– Muita conversa, entre Vocês os dois, começo a desconfiar!
Beatriz: – Desconfiar do quê, hen? Adoro este tio, gosto de conversar com ele, e combinar coisas para as férias grandes, foi só isso…
Eu: – É! Esta minha sobrinha é doida, agora diz, que quer levar a Mana dela, de férias, para conhecer a Arrábida, que acham, hen?
Cláudia: – Se os tios concordarem, e os Pais da Rita, até era uma boa, a miúda, nunca saiu daqui!
– Voltei a pensar; “onde me fui meter”?
Entretanto fomos almoçando tranquilos.
Findo o almoço, Duarte serve os cafés, e trás junto uma Aguardente, TOP, que tanto Eu, como Ele, bebemos uma boa porção, junto com uma cigarrilha, mas isto na varanda, pois em casa não se fuma…
Findo o almoço, pegamos a louça, e fomos levando para a cozinha, onde a máquina lavou tudo.
E é aí, que Duarte diz:
– Cláudia, toma conta do pessoal, que eu vou com o cunhado, ao meu escritório, para juntos montar, um novo móvel, que chegou ontem…
Inês: – Vão, que nós vamos ter com nossos Pais um bocadinho…
E lá fomos nós dois, ambos de fato de treino e ténis, pois estava um tempo, meio parvo para a época, nem frio nem calor, mas estava bom.
Chegado ao Escritório, entrando a porta, não vi movel algum, e foi aí, que Duarte me pega pela cintura, e encostando a boca na minha orelha, diz:
– Cunhado, apetece-me sentir um Pau no cu, e imagino, que tu também sintas falta, verdade?
Virei para ele, e logo me deu um beijo na boca, enfiando a língua, quase até á garganta…
Logo nos começamos a despir, e foi ele, que primeiro se ajoelhou, e começou a lamber minha Pilola…
Cada dia, parece, que melhor lambe e chupa, depois caímos em um 69, e ambos mantivemos o chupa-chupa, com um dedinho a fazer caricias em nossos buraquinhos.
Depois de muito nos chupar, um ao outro, foi ele, que me faz sentar no sofá, e logo de seguida encosta seu buraquinho em minha Pilola, e começa a descer, entrando tudo, aos poucos, e aí começou no sobe e desce, rebolando o cuzinho, e foi assim, que poucos minutos se passou, e eu lhe enchi de leitinho…
Entretanto paramos um pouco, e é aí, que apanho um susto…
Tocam á porta, e Duarte, diz:
– Tudo tranquilo, deixa-te estar aí.
Ele foi á porta, e logo entra um Negro, que já dentro, da sala, lhe dá um grande beijo, e lhe agarra na Pilola.
Fiquei sem pinga de sangue, mas…
Duarte logo me apresenta como seu amigo, que também gosta de um cuzinho…
Cumprimentos feitos, o Negro se despe e vem para junto de nós, convidando-me a lhe chupar o Pau, e que Pau…
Não me fiz de trouxa, e logo lhe peguei, lambendo a cabecinha, fui engolindo, como estava saboroso aquele Pau.
Foi uma tarde em beleza, pois além de eu ter saboreado, aquele Pau, foi Duarte, que o sentiu cu acima, passados poucos minutos.
Nunca pensei, que meu cunhado, fosse tão puto, mas no final, não é para admirar o resto da Família, ser como é!
Eu também senti o Pau do Negro, no cuzinho, enquanto dava uma mamada no pau de Duarte, foi de gritos.
Por fim tomamos uma banhoca, e regressamos a casa, bem tranquilos.
Ler, já leram, por isso comentem, pois, o melhor vem a seguir…
Abraço e até já!
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