No aniversário de 35 anos de Marcos, sua esposa Carla se torna o centro das atenções em um churrasco regado a álcool e tesão. Quando os convidados solteiros ficam sozinhos, eles transformam a festa em uma noite de prazeres extremos, deixando Carla completamente devastada e o corno com um presente inesquecível.
Era o aniversário de 35 anos de Marcos, o corno perfeito – um cara comum, magrinho, que amava ver sua esposa Carla, 30 anos, ser o centro das atenções. Ela era uma deusa: loira peituda com seios siliconados tamanho G, cintura fina e bunda empinada que balançava hipnoticamente. Para comemorar, ele armou um churrasco épico na casa deles em Santa Maria, RS. Trinta convidados: casais amigos, colegas de trabalho e os 10 solteiros do time de futebol dele – sete negões altos e musculosos, dotados como garanhões, e três morenos atléticos, todos na faixa dos 25-30 anos. Cerveja gelada, carne suculenta na churrasqueira, pagode rolando alto. A festa bombava.
Regada a muita bebida, a galera se soltou. Lá pela meia-noite, os casais foram embora, deixando só os 10 solteiros – os negões dominando o pedaço com seus corpos esculpidos e calças marcadas por pacotes enormes. Marcos, já muito bêbado, apagou na sala, largado no sofá com uma cuca na mão, roncos ecoando. Carla também estava alta, cambaleando com saia curta e top justo, rindo e dançando no meio da sala ao som de funk pesado.
Os caras cercaram-na como lobos. “Bora dançar, gostosa!”, gritou o negão líder, João Grande, 1,90m de músculos e pau lendário. Eles se esfregavam nela por trás, mãos ousadas subindo a saia, expondo a calcinha fio-dental enfiada na bunda. Carla ria, tonta de cachaça, balançando os quadris contra as ereções duras. Um moreno baixou o top dela, seios saltando livres, mamilos duros sendo chupados em rodízio. “Olha a putinha do corno!”, zoavam, enquanto a saia era arrancada completamente. Ela dançava só de calcinha, suor brilhando na pele, rodeada de 10 machos tarados.
Não demorou: João Grande pegou-a no colo como uma pluma e levou pro quarto do casal, os outros seguindo em bando. Porta trancada, luz baixa. Jogaram Carla na cama king size, rasgando a calcinha. “Hora de foder a vadia!”, berrou um negão, abrindo as pernas dela. O primeiro pau – de João, 28 cm pretos e grossos como lata de energético – arrombou a buceta raspadinha dela sem preliminares, mergulhando fundo até as bolas baterem no cu. Carla gritou, misturando dor e tesão alcoólico: “Porra, que pauzão!”.
Aí veio o banquete. Os sete negões revezavam, paus gigantes esticando-a ao limite – dupla penetração vaginal com dois negões de 25+ cm cada, buceta aberta como nunca, sucos jorrando; tríplices no cu e boca, engasgando-a com gargantas profundas. Os três morenos não ficavam atrás: um com cacete curvo martelando o útero, outro nos peitos, fodendo entre os vales siliconados. Eles a viravam de quatro, missionário, cowgirl – posições brutais na cama do corno. “Goza dentro, seus putos!”, implorava ela no delírio. E gozaram: cargas quentes e volumosas, uma após a outra, enchendo buceta e cu de leite grosso. Noite toda – rodízios intermináveis, ela gemendo rouca, corpo marcado de chupões e tapas vermelhos.
Ao amanhecer, os 10 saíram rindo, deixando Carla jogada na cama bagunçada, pernas escancaradas no ar, buceta inchada e vermelha escorrendo riachos de porra mista – branca e leitosa, pingando no lençol encharcado, um lago de sêmen do casal.
Marcos acordou com o sol, zonzo, e foi pro quarto. Viu tudo: a esposa destruída, sorrindo fraco. “Feliz aniversário, corno… eles me foderam a noite toda”. Ele tremeu, pau endurecendo no shorts, lambendo os lábios.





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