Quando um vizinho heterossexual chama o protagonista para sua casa, o desejo e a tensão explodem em uma noite de sexo intenso e proibido. Entre carícias, beijos e foda gostosa, os dois vivem uma paixão secreta que promete ser só dessa vez… ou será que não?
– Vem aqui em casa agora. (Sandre)
Só desliguei o interfone, com todos os pensamentos e raiva segui, cheguei abri a porta e entrei, a casa só tinha ele e conforme ia ocupando o espaço, notei que ele estava em seu quarto encima da cama pelado. Confesso que até o desejei e cheguei a titubear se ia oi não fuder naquele momento com ele.
– Olá ! Sandre o que quer de mim ? (Eu)
– Qual a dúvida e receio ? , senta aqui (Ele)
– Não vou sentar, estou aqui por um propósito. Ordenar que me esqueça (Eu)
-‘Isso é sacanagem sua, sei que gostou (Ele)
– Não, não gostei e paramos por aqui. (Eu)
– Nao seu viadinho, só vai acabar quando eu quiser que acabe se não irei te expor (Ele)
– Vc me expondo é si espor tbm, se não contar que tbm me chupou e me deu o cuzinho, eu contarei, seu noinha de merda (Eu)
Nesse momento ele se levantou da cama, chegou bem na minha frente e ergueu a mão, por alguns instantes ficou paralisado e com a mão estendida, eu o encarava, olhando ao fundo dos seus olhos, sem piscar e sem fraqueja. Então ele aos poucos foi baixando a sua mão e falou para eu ir embora e nunca mais voltar. Sai de lá e fui direto para rua. Não acreditava que o enfrentei e acreditava menos ainda que ele não me bateu.
Já na calçada do prédio e tentando conter as lágrimas, encontro o Sandro (irmão).
– O que foi ! O que te aconteceu ? (Sandro)
– Nada. (Eu)
– Nada !!! Não tem como não ter acontecido nada ? Olha o seu estado, está em choque (Sandro)
Sequei uma lágrima, antes que se formasse e pisquei os olhos inúmeras vezes para controlar o choro. Logo o Sandro me falou. Olha hoje estarei em casa as 21h. Aparece por la e conversamos melhor blz. Deixou esse recado já se afastando.
Ao cair da noite e próximo do horário. Sandro apareceu na minha janela, me entregou a chave de sua casa, disse que eu poderia ir. Que ele chegaria logo depois. Só ia terminar umas pendências e que entrando poderia ficar a vontade pq sua esposa com as três filhas tinha ido para a casa da sogra.
Cheguei lá, me direcionei para o quarto das filhas dele e fiquei lá, com uma insônia e com medo de dormir sem ver ele chegar. Mas passado poucos minutos, logo ele chegou, tomou um breve banho e me chamou para sala. Quis entender o pq do meu estado tenso, no início do dia, nada contei, ele então falou que sua esposa havia ido passar uma temporada pela casa da sogra. Com suas filhas e que não tinha previsão para o retorno.
Então ele começou a chorar, um choro sentido que até soluçava. Eu sem saber o que fazer, me mantive com ele, quando menos esperei e em um impulso (de verdade) o abracei. Mesmo assim, não se acalmava. Pedi para ele deitar sobre o tapete no chão, peguei um creme hidratante e passei a passar em seu abdômen, já que só vestia um samba canção.
Não sei se era o meu inconsciente e o inconsciente dele, que estava nos operando. Ao sei que ficamos assim por alguns minutos, até que ao permanecer passando creme ele se ajeitou, deitando com a barriga para cima, logo senti a mão dele pairar sobre a minha e sendo levada para cima do seu pau.
– Sandro! Não sei se devemos ! (Eu)
– Vamos só aproveitar essa noite! Quero fazer dela nossa única diferença ( Sandro)
Eu já com medo, dele desistir segui acariciando aquele pau com poucos pelos e bem pequeno mole. Logo meu pensamento, não acredito que ele tem só isso de pau. Mas segui acariciando até que ele me sentiva com suas próprias mãos, abaixar e me fazer engoli.
Como o pau se apresentava pequeno, fazia questão de engolir tudo, até a garganta, mas logo o pau dele começou a ganhar comprimento e uma largura. Fiquei assim, até que ele me puxa e começamos a nos beijar. Trocas de carícias e de cafuné, fui me aconchegando deitado ao lado dele. Me virei de lado, até que sinto em uma só cutucada, ele me invadir o cuzinho e começar a me fude.
Como Sandro e gentil e carinhoso, não só com as palavras, mas ao me fuder, passando as pontas dos dedos levemente ora sobre meu abdômen e outrora nas curvas da minha bunda, fazendo assim, eu buscar em beijar ainda mais (como beija) e senti o pau dele me fudendo. As vezes Sandro me abraçava, seguindo me fudendo. Como era gostoso sentir aquele corpo. Até que sinto ele gosar.
Mas mesmo gosando, estava com fome e me pediu para o seguir mamando, logo eu fiquei olhando para seu pau, uma pinta na cabeça do pau dele, me faz lembrar com mais detalhes de cada centímetro o quanto esperei por esse momento, ele foi trocando por várias poses, antes de gosar de novo, essa 2° foda parecia mais intensa, ele parecia dominar, me fudeu de frango assado, de ladinho, deitado de busão, ele me comeu e repetiu me fudendo e gosando três vezes seguidas. Depois disso me deu mais um beijo bem significativo, fomos para o chuveiro. Era lindo olhar aquele homem no banho. Ele me permitiu o lavar e seguir o mamando. Eu o lavava e o esfregava até que ele pediu para eu colocar as duas mãos e a cabeça na parede, obedeci ele ajeitou a minha bunda de forma que permanecesse aberta e empinada e logo ele se abaixou e foi me línguando e eu rebolava em sua boca maravilhosa. Na sequência ele se segue já fudendo o meu cuzinho e começo a rebolar nesse pau, tanto meus gemidos e sussurros bem baixo, mas acompanhado de muito tesão. Aí por mais uma vez ele goza e já me abraça por trás me beijando o pescoço.
Que homem, que gentleman ter esse marido alheio na cama, mesmo que por ao um dia. O dia logo amanheceu e ele reforçou que seria só dessa vez, mas que manteriamos nossa amizade.
Foto fictícias …

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