Um casal reencontrado em uma rave de verão, onde o suor, o tesão e o fedor se misturam. Ele não resiste ao cheiro da buceta suada e dos pés catinguentos dela, transformando a barraca em um antro de prazer nojento e proibido. Sem banho até o domingo, o desejo só aumenta.
Por volta das 10 horas da manhã ela me perguntou se poderia trocar o tênis por um chinelo, já estava muito calor, ela reclamou que seus pés estavam muito quentes e suando porque ela estava sem meia, a essa altura não aguentava mais, apenas peguei a mão dela e a levei para nossa barraca.
Chegando na barraca começamos a nos beijar como animais, comecei a tirar toda a roupa dela deixando ela só com seu adidas superstar, estava guardando o melhor para depois, antes de chegar na calcinha dela já sentia o cheiro de buceta suada e com tesao dela enchendo o ar da barraca, mas quando a calcinha saiu foi como se uma bomba de buceta fedida explodisse, perdi o controle de toda a minha racionalidade, chupei e cheirei a buceta dela como um louco, nesse momento eu estava no paraíso.
Esquecemos que estávamos acampando de uma festa. Ela estava gemendo muito alto, continuei chupando sua buceta até seu primeiro orgasmo. Ela agarrou minha cabeça e pressionou sua boceta se tremendo toda.
Não dei a ela um segundo para se recuperar, coloquei as pernas dela no meu corpo e comecei a foder ela mas sabia que não iria durar muito mais, então tirei o tênis dela. Nesse momento uma segunda bomba de aroma explodiu na barraca, os pés dela fediam muito, um dos aromas mais fortes que ela já tinha produzido, instantaneamente a barraca cheirava igual aos pés dela, coloquei meu nariz entre os dedos dos pés dela e cheirei seus pés como um animal faminto, não consegui aguentar mais e gozei dentro de sua boceta enquanto respirava fundo como se minha vida dependesse do aroma do chulé dela.
Depois disso dormimos como pedras, depois de acordar tomei banho, e ela ficou me implorando por um banho, mas eu disse para ela que só poderia tomar banho no domingo antes de irmos para casa. Depois repetimos tudo de novo, ela bateu uma punheta enquanto eu cheirava seus pés no meio da noite de sábado. Os pés dela ficavam cada vez mais fedidos ao longo do fim de semana, no domingo antes de voltarmos para casa, o ar em frente à nossa barraca cheirava igual ao cheiro dos pés fedorentos dela.





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