Florzinha, uma jovem inocente, é dominada pelo vizinho, Seu Antônio, que a transforma em sua submissa. Ele a compartilha com outro homem, explorando todos os seus buracos com brutalidade e prazer. Será que ela obedece por medo ou já descobriu o prazer na dor? Uma história de submissão e luxúria sem limites.
Diz seu Antônio ao abrir a bucetinha da filha dos vizinhos, que está deitada em seu sofá.. e ele sentado no sofá entre suas pernas, o vestido de Florzinha está enrolado na cintura, e o fundo da calcinha de ladinho.. ele segura as bandinhas da xoxota aberta e cheira no meio várias vezes, Florzinha fica quietinha..
Seu Antônio então retira a calcinha dela, segura suas pernas pelos calcanhares e abre pra cima, quer ver ela bem aberta.. a rachinha rosa .. cheirosa.. abre mais..
– Florzinha, a partir de hoje seremos marido e mulher, não pode falar com ninguém entendeu?
– sim, entendi..
– principalmente com minha mulher..
Depois de dizer isso ele solta as pernas dela e se levanta e desce sua calça de moletom e cueca até as coxas, suas rola grossa e longa está bem dura.. ele deita sobre ela e a cabeçona do pau acerta o buraquinho da xoxota da Florzinha e entra com tudo, ela sente doer muito, porém não grita, só chora e segura, ele está todo dentro dela.. segura seus pulsos acima da cabeça, pressionando contra o assento do sofá e começa a socar com força dentro dela.. ele geme e diz:
– issooo.. chora maais.. toda fêmea chora na rola do seu machoooooo..
Ele soca com brutalidade, fazendo o sofá mexer, deitado sobre o corpo da Florzinha, segurando seus pulsos.. a puta sente a xoxota rasgada doer e pulsar em volta da madeira.. seu Antônio da as últimas socadas e goza bem fundo dentro dela, enche seu útero de porra.. sai de dentro e olha pra rachinha rasgada.. vermelhinha por dentro e cheia de seu leitinho…sobe sua calça e cueca e veste ela a calcinha.. a sentou no sofá e lhe deu um beijo no rosto e enxugou seus olhos e disse:
– agora é minha fêmea.. e não suporto fêmea desobediente..
– vou ser obediente.. senhor..
– muito bem.. agora vai pra sua casa e se banhe e não conte pra ninguém.. venha amanhã no mesmo horário, agora me dê seu celular..
Ela entregou pra ele o celular, ele apagou tudo, só deixou o whatsapp, bloqueou as amiguinhas dela e deixou poucos números e o dele..
Depois ela foi embora andando de pernas abertas, devagar e com a calcinha molhadinha de porra..
Florzinha obedeceu e não contou pra ninguém, principalmente seus pais que são amigos do seu Antônio e sua esposa a vários anos.
No outro dia no horário marcado por ele, ela foi até o seu apartamento que ficava ao lado.. ele abriu a porta pra ela e disse:
– muito bem, putinha, bem no horário..vem..quero te apresentar pra alguém..
Segurou no pulso dela e a levou pra sala onde estava outra pessoa
– Florzinha, esse aqui é o senhor Gustavo, vizinho nosso aqui no prédio..
Florzinha cumprimentou ele timidamente..
Seu Antônio então retirou o vestido dela e a deixou de calcinha na frente da visita.. alisou sua xoxotinha por cima da calcinha e lhe disse:
– hoje vou dividir minha fêmea com o vizinho aqui..
Dizendo isso ele lhe tira a calcinha e a faz ficar de quatro no sofá e abrir as pernas..
Os homens ficaram pelados, seu Gustavo ficou atrás dela, e seu Antônio na frente e esse disse:
– abre bem a boca e fica com ela bem aberta..
Ela obedeceu e não demora ele enfia a rola na sua garganta, ela se engasga, mas logo ele está socando bem fundo e com força, não demorou seu Gustavo encaixa o pau na bucetinha que ainda está muito inchada e penetra com tudo, batendo no seu útero, Florzinha sente doer e com isso aperta o pau do seu Antônio com os dentes, não machuca, porque ela abre logo.. mas ele tira a rola da boca dela e lhe dá um tapa..
– tenha cuidado, cadela..
Ele diz e ela responde:
– me perdoa meu senhor.. me perdoa..
Ele socou de novo a rola na boca dela, fudendo seu gogó, enquanto seu Gustavo fudia sua bucetinha.. os dois comiam com brutalidade.. seu Antônio disse:
– só por causa da sua desobediência, vou rasgar seu cu na vara.. vagabundaaaa
Ele dava tapas no rosto dela, que mantinha a boca bem aberta.. eles enfiaram várias vezes e logo gozaram. Saindo de dentro da Florzinha que bebeu a porra do seu Antônio e limpou o pau do seu Gustavo com a língua..
– agora abre bem a bundinha com as mãos e segura firme..
Florzinha continuou de quatro, mas segurou a bunda como ele mandou, deixando o ânus amostra, ele ficou atrás batendo punheta e passando o cabeção do pau no rego dela, logo a vara ficou dura igual ferro, ele mirou o cuzinho dela, segurou firme sua cinturinha e penetrou seu toba, rasgando as beiras, indo com tudo pro fundo. Florzinha gritou, mas não soltou as bandas da bunda, ele começou a estocar com brutalidade dentro do seu reto..
Seu Gustavo assistia e batia punheta e dizia:
– parece que essa marmitinha gosta de violência kk
– toda puta gostaaaa.. que rabinho apertadoooo.. aaaaaah
Respondeu seu Antônio ao fuder o cu da Florzinha, seu Gustavo batia punheta com uma mão e a outra alisava seus Peitinhos por baixo, até que resolver usar a sua garganta, metendo o pau bem fundo, segurando sua cabeça pelo cabelo… Porra escorria da bucetinha inchada da Florzinha, enquanto era enrabada e baba sai da sua boca enquanto seu Gustavo fudia seu gogó.. só ouvia gemidos dos homens e seus corpos batendo no da Florzinha, que ficou ali por meia hora até seu Antonio gozar e seu Gustavo tbm.
Saem de dentro dela.. e seu Antônio diz:
– pronto minha fêmea, se veste e vai embora, venha amanhã no mesmo horário..
Obediente ela se vestiu e foi embora melando a calcinha de porra que sai do cu e da buceta.. andava devagar, o rabo sangrou.. todo aberto, mesmo assim voltou no outro dia, sempre obediente.
Florzinha voltava sempre no horário, seu Antônio metia por um bom tempo dentro dela e a mandava embora.. continuou a dividir a comida com seu Gustavo, os dois metiam em todos os buracos da putinha, principalmente quando metiam ao mesmo tempo em um buraco só..
Uns depois seu Gustavo se divorciou e casou com Florzinha, essa obedeceu ordens do seu Antônio, e agora comem a puta no apartamento do seu Gustavo.. seus buracos sempre estão prontos para serem usados.





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