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Foda proibida com o cunhado

Publicado em abril 4, 2026 por contoseroticos

Aos 16 anos, ela já tinha um segredo quente com o cunhado. Na despedida dele, aproveitaram cada minuto sozinhos: chupadas, foda arrepiante e finalmente a primeira vez no cuzinho. Gemidos, xingamentos e porra na boca marcaram a transa mais intensa que já tiveram – até a consulta médica interromper o prazer.


Na época eu ainda tinha 16 anos mas já tinha transado com meu cunhado algumas vezes
depois que eu transei a primeira vez com meu cunhado e traindo o minha irmã

no dia seguinte após ele ter chegado em nossa casa para passar alguns dias aproveitando as férias do serviço, eu e ele ainda transamos outras vezes quando a minha irma e meus pais se encontrava no serviço, mas com ele metendo sempre na minha boquinha e na minha bucetinha, embora desejasse meter no meu cusinho assim como o meu cusinho piscava para receber aquela bela rola dele. Mas vamos ao que interessa, na véspera da viagem dele (meu cunhado), assim que o minha irmã e meus pais saíram para o trabalho,

eu livrei-me de minhas roupas, tomei um banho, me perfumei e fui encontrá-lo no quarto dele, onde ele depois que tomou café junto do meu irmão esperou-o sair e subiu de volta para o quarto dele, onde ficou me esperando conforme havíamos combinado na véspera.

Quando cheguei no quarto e entrei, ele estava deitado com um lençol por cima do corpo. Não fiz-me de rogada, retirei a toalha que eu estava enrolada e fiquei mais uma vez nuazinha na frente dele. Logo vi o cacete dele querendo endurecer em baixo do lençol que de imediato puxei vendo aquele pau duro na minha frente. O fiz sentar-se na beirada da cama e ajoelhada na frente dele passei a tocar naquela vara maravilhosa sentindo-a endurecer e crescer na minha mão.
Já dura e vibrante, enfiei-a na boca e passei a chupá-lo com mais vontade ainda que das vezes anterior, pois poderia ser aquela a última chupada que eu dava naquele cacete maravilhoso que tanto prazer me proporcionara nas nossas transas anteriores. Não perdi tempo, o chupei com vontade fazendo ele gemer e me xingar como eu adorava. Depois de uns quinze minutos sentindo aquele cacete vibrando na minha boca e já com minha boca doendo de tanto chupá-lo, subi na cama, fiquei de quatro e disse que queria senti-lo dentro da minha bucetinha o que ele de imediato fez, ficando por traz de mim e me enfiando sem dó aquele mastro na minha bucetinha que recebeu-o com prazer, pois já estava bem meladinha o que facilitou a

entrada. Ele me fudeu ali comigo de quatro nem sei por quanto tempo e pressentindo que não tardaria para gozar, disse que queria meter no meu cuzinho e eu desta vez disse que também queria senti-lo dentro do meu buraquinho e mudei de posição,

ficando de ladinho para que ele me penetrasse, pois era a posição que pra mim doía menos mesmo quando eu metia com o meu irmao que tinha o cacete igual ou mais fino que o dele Ele então se posicionou por trás e de ladinho como eu pedira, começou a forçar a entradinha do meu cusinho com aquele belo cacete, que aos poucos foi adentrando-o, me fazendo gemer e gritar baixinho

. Ele foi bem devagar como eu pedi e depois de algumas tentativas, finalmente a cabeçona entrou me fazendo soltar um grito mais alto. Ele então parou para que o meu cusinho se adaptasse a espessura da pica dele e logo retomou as investidas fazendo aquele belo cacete aos poucos ir sumindo quase que por completo dentro do meu cuzinho arregaçando as poucas pregas que ainda existiam. Depois que entrou foi uma maravilha e passamos a meter gostoso com ele ora enfiando no meu cusinho, ora na minha bucetinha, ora retirando e me dando a pica para eu chupá-la e voltando a investir na minha rachinha e no meu buraquinho. Estava uma delicia só. Eu tinha espasmos em cima de espasmos e não tardei para aos berros e chamando-o de cunhadinho pauzudo gostoso, sentir meu corpo estremecer todo como há tempos eu não sentia e ter um imenso orgasmo que quase me levou a desfalecer com aquele enorme cacete enterrado no meu cu. Ele vendo a minha gozada e ouvindo meus gemidos disse que já gozaria também, mas como despedida queria encher a minha boca com a porra dele e me ver engolir tudo. Assim ele fez, ficou de pé na minha frente comigo agachada e direcionando aquele enorme cacete para a minha boca passou a punhetar-se e me encheu a boca com jatos e mais jatos daquele leitinho quentinho que eu pude saborear cada gotinha sem desperdiçar uma sequer, engolindo tudo como ele me pedira e fazendo-o feliz. No momento que ele enchia a minha boca, eu tocava na minha bucetinha e tive outro orgasmo, menos intenso, mas tão bom quanto o anterior. Infelizmente eu tive uma consulta médica neste dia e não pude adiá-la, o que nos impediu de repetirmos a dose como nas vezes anteriores, mas com certeza (mesmo sem repeteco) esta foi a melhor foda que tivemos, a mais intensa e prazerosa e prometemos repetir numa outra oportunidade quando ele retornasse para nos visitar, Descansamos um pouco abraçadinhos e nos acariciando, mas eu tive de sair após me levantar e tomar um delicioso banho, deixando-o deitado na cama pensando em tudo que ocorrera entre nós.

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