Em uma viagem para salvar o casamento, uma mulher carente se entrega ao motorista sedutor. Entre praias de nudismo e danças provocantes, a traição acontece com um sexo selvagem. Agora, ela enfrenta a dúvida: será que engravidou do amante?
Logo no primeiro dia, na receção do hotel o meu marido contratou um motorista, que nos iria permitir todos os dias conhecer uma praia diferente. O Cléber era um garoto de pele morena, corpo magro, e um sorriso lindo.
Ele era muito atencioso comigo, e sempre que o meu marido se ausentava a passear na praia ficávamos conversando.
Ele me elogiava e eu retribuia-lhe os elogios, dizendo que ele devia ter muito sucesso com as mulheres. Então ele me respondia que sim, tinha algum sucesso junto das turistas, e algumas até casadas. Fiquei chocada, sabendo que mulheres casadas se envolviam com ele, traindo os maridos.
No segundo dia ele nos levou à praia dos Carneiros, que se encontrava deserta. O Cleber fez questão de dizer que era praia de nudismo e que podiamos ficar à vontade. Ele e o meu marido tiraram as sungas, ficando completamente nús. Eu só tirei a parte de cima do bikini. Não deixei de notar como era dotado o Cleber. Obvio que isso me deixou com tesão, pois todo o dia fiquei com a visão da pica dele na minha cabeça. Quando o meu marido de afastou, ele elogiou os meus seios, me deixando um pouco envergonhada.
À noite o meu marido convidou o Cleber para jantar connosco no nosso resort. Depois do jantar todos os casais começaram a dançar musicas romanticas que uma banda contratada tocava ao vivo. O meu marido não quis dançar e convidou o Cleber para dançar comigo. Dançámos bem juntinhos e acho que nos deixámos envolver um pouco para além dos limites.
Ele roçava-se no meu corpo e eu fui deixando, até começar a sentir a pica dura dele contra o meu ventre. Aí tentei afastar-me, mas ele pediu muitas desculpas, e disse-me que não nos podiamos afastar, pois o meu marido iria ver o estado dele e desconfiaria de nós. Ele tinha razão, pelo que ainda dançámos mais algumas musicas com os corpos bem colados um ao outro. Aquilo também me acendeu bastante, ficando com as minhas calcinhas completamente encharcadas.
Quando chegámos ao quarto, estava com uma vontade louca para transar, mas o meu marido se voltou para o lado e adormeceu. Fui até ao banheiro e me toquei, imaginando estar a ser beijada e tocada pelo Cleber.
No final da semana, o meu marido falou que tinha recebido uma chamada da empresa, e que tinha de passar o dia seguinte no Recife para várias reuniões de trabalho.
Na manhã seguinte, depois do meu marido sair fiquei no quarto toda a manhã pensando no Cleber e na vontade que tinha em transar com ele.
Da parte da tarde, não aguentando mais enviei uma mensagem ao Cleber para ir ter comigo ao quarto. Já tinha decidido me entregar a ele. Vesti um vestido de praia transparente, sem soutien, coloquei apenas umas calcinhas fio dental.
Estava nervosa, pois nunca tinha traido o meu marido. O Cleber chegou logo.
Mal entrou nos beijámos intensamente, ao mesmo tempo que ele pegava na minha bunda, com tesão. Não perdi tempo e abri a calça dele e segurei o seu pau quente, grosso e já melado e fui puxando ele para dentro do quarto, enquanto ele arrancava o meu vestido e eu mesmo tirava as minhas calcinhas.
Chegando à cama, fiquei de quatro, enquanto ele colocava a camisinha. Eu parecia uma cadela com o cio, a minha buceta estava toda melada, cheia de vontade de levar com um pau grosso. A vontade do Cleber em me comer era tanto, que nem rolou preliminares.
Quando ele roçou a cabeçona do pau bem na entrada da minha buceta, eu gemi de vontade, então ele foi colocando, até entrar tudo e sentir os sacos dele contra a minha bunda. Que delícia!!!!!
Cleber me comeu de quatro, durante dois minutos, enquanto me dava tapas nas nádegas. Depois se deitou na cama e mandou eu sentar no pau dele e rebolar, enquanto chupava os meus seios. O meu coração acelerou, a adrenalina subiu a níveis incontáveis, a minha buceta em espasmos e eu gemendo alto, cheguei às nuvens, gozando como nunca.
Voltámos a trocar carícias e a transar. Até que olhei para o relógio e fiquei aflita. O meu marido poderia chegar a qualquer momento. O Cleber ainda não tinha gozado. Disse para ele tirar a camisinha, para gozar logo, mas pedi para não gozar dentro.
O safado nem pensou duas vezes, tirando a camisinha. O meu tesão aumentou sentindo a fricção das nossas carnes. Nossa, como era quente e grossa a pica do Cleber. A minha buceta apertava a pica dele.
O safado avisou que ia gozar. “Não vai gozar dentro, seu cachorro”, reclamei, mesmo sabendo que ele não ia obedecer, pois o maior tesão dos homens é encher nossas bucetas de porra quando nos estão fodendo.
Foi então que o Cleber me fodendo selvaticamente, me disse, “Não quero saber se voce engravida ou não, vou encher sua buceta de porra, sua cadela”, aumentando o ritmo. E eu sem raciocinar direito, quase delirando, com a minha mente em transe disse pra ele: “Ah é? Então goza dentro, seu filho da puta, me enche o útero de porra,…..,não é isso que você quer?”
Então ele começou a gemer alto, a me chamar de gostosa, enquanto sentia a sua porra quente inundar a minha buceta, enquanto os músculos da minha buceta se comprimiam. Gozei junto com ele.
Assim que terminámos, pedi para ele sair. Logo depois chegou o meu marido.
Hoje estou escrevendo este conto, sem saber ainda se estou grávida. Estando ou não, não me arrependo de ter transado com o Cleber.
Espero os vossos conselhos sobre o que devo fazer. Sei que errei, mas por favor não sejam muito rudes nos vossos comentários!!!





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