Edilene, uma loira cavalona, sempre teve um desejo secreto pelo velho catador de recicláveis que mexia com ela e suas amigas. Uma noite, ela decide finalmente saciar sua curiosidade e se entrega ao pauzão do idoso, descobrindo prazeres que nunca imaginou. Uma noite de foda selvagem que ela nunca vai esquecer. Olá, meus amores!
Meu nome é Edilene, sou loira, um pouco gordinha, cabelos abaixo dos ombros, 32 anos, 1,80 de altura, 79 quilos, tenho seios grandões avantajados, sou uma mulher cavalona da bunda grande GG, sou uma mulher bunduda, coxas extremamente grossas. Gerencio uma loja de eletrodomésticos muito conhecida. Bom, a história que vou contar aconteceu realmente comigo alguns anos atrás, em que todos os finais de semana eu e mais duas amigas íamos numa balada que ficava aqui mesmo em nosso bairro. Quando saíamos dali já pela madrugada, passávamos por um atalho para chegarmos mais depressa em nossas casas.
Era um caminho que só tinha dois barracos, mesmo assim um longe do outro, porém ali era iluminado, apesar da iluminação ser um tanto precária. Sempre que passávamos por ali, ficava um senhor magro, negro, em frente aos barracos, encostado ao poste. Ele mexia conosco, fazia gracejos, piadinhas tipo assim: “Moças lindas, gostosas, cheirosas, sozinhas por aí pela madrugada?” E ele nos convidava para entrarmos no barraco dele: “Vocês três devem ser gostosas, que vontade de pegar uma de vocês! Vou até bater uma punheta pensando em vocês três!” Minhas amigas xingavam aquele senhor negro, mas ele não ligava e continuava com os gracejos, nos convidando para entrarmos no barraco dele.
Minhas amigas não paravam de xingá-lo. Eu, porém, não falava absolutamente nada, entretanto dava para perceber a bermuda dele super avolumada, era o pau do velho que estava sempre durão. Então eu ficava imaginando como seria o tamanho daquele pau e desejava pegar naquele pau, chupar bastante ele e sentir penetrando na minha buceta. Quando eu chegava em minha casa, entrava no meu quarto, tirava a roupa, pegava um travesseiro, sentava nele, me esfregava a buceta nele, me masturbava gostosamente e gozava deliciosamente.
Eu, com os olhos fechados, me imaginava sentada no pistolão daquele velho negro. Aquele senhor negro não era estranho para mim. Eu comecei a ter um desejo louco, incontrolável, de dar a buceta para aquele velho. Contudo, eu teria que arranjar um jeito, uma maneira de encontrar com ele, obviamente, sem minhas amigas por perto.
Aí sim eu poderia dar para aquele idoso negro. Eu tinha um desejo alucinante de dar para um homem negro, de preferência muito mais velho que eu. Bom, aconteceu o que eu mais queria. Em um final de semana, uma das minhas amigas me enviou uma mensagem me chamando para irmos em uma outra balada que ficava no outro bairro.
Uma cantora iria se apresentar lá nessa tal balada. Ignorei a ideia dela, alegando e desculpando que estava com uma fortíssima gripe, com febre e com o corpo dolorido, e não iria sair naquela noite, iria dormir cedo. Não sei se minha amiga acreditou ou não. Naquela noite seria a minha chance de encontrar com aquele velho longe de minhas amigas.
Coloquei a saia mais curta, muito acima dos meus joelhos, mostrando o tamanho enorme da minha bunda, mostrando minhas coxas grossas e lisas. Coloquei uma blusa decotada com botões, mostrando partes dos meus seios grandes à mostra dentro do sutiã. Vestida desse jeito, fui para a balada que habitualmente eu ia com minhas amigas. Fiquei por ali até o início da madrugada, quando então saí andando pelas ruas sozinha.
Entrei naquele atalho e de longe eu já fui avistando, de praxe, o velho negro em frente ao barraco e encostado ao poste. Quando me aproximei mais dele, o velho rapidamente me cumprimentou e me perguntou: “Boa noite, moça! Uai, moça, cadê suas amigas? É muito perigoso uma moça linda, bonita, gostosa sozinha por aí em meio à madrugada, pode aparecer alguém e te fazer mal!” Sorrindo, dei um boa noite para o idoso negro e falei que minhas amigas tinham ido em outra balada no outro bairro.
Nisso, ele de imediato me chamou para eu entrar no barraco dele e insistia comigo, dizendo: “Moça, pode entrar no meu barraco, não vou te fazer mal nenhum, eu moro sozinho, sou um simples velho catador de recicláveis!” Entretanto, eu falei para ele: “Senhor, vou entrar, porém não posso demorar, já está tarde, tenho que ir para casa dormir!” Entrei no pequeno barraco do velho negro, ele fechou a porta, eu sentei num sofá velho. Quando eu sentei, minha saia extremamente curta se levantou mais ainda, eu fiz questão que minha calcinha branca aparecesse e ficasse bem visível para o velho negro vê-la. Com isso, eu propriamente sinalizava que estava querendo dar a buceta para ele. O velho, olhando para mim, disse: “Moça, te olhando mais de perto é que percebi você é muito mais linda, você é uma loirona linda!” Foi quando o idoso negro me reconheceu, fixando os olhos em mim e dizendo: “Você é aquela loirona alta, gostosa, bunduda, dos seios grandes, das coxas grossas que trabalha naquela loja de eletrodomésticos.
Eu já fui lá pegar materiais recicláveis. Moça, você não faz ideia, eu já bati muita punheta pensando em você!” Confirmei com ele que a moça loirona da loja era eu mesma. Nisso, o velho negro sentou-se perto de mim, muito perto mesmo, e começou a passar as mãos alisando meus joelhos, minhas coxas, e dizia: “Moça, eu nunca passei minhas mãos em coxas tão grossas como as suas e nunca imaginei que sua pele fosse assim tão macia!” Contudo, o homem passou as mãos nos meus seios, mesmo por cima da minha blusa. Desabotoei ela, soltei meus seios de dentro do sutiã.
Gente, quando o velho viu meus seios enormes bem de perto, ele ficou boquiaberto, isto é, admirado com o tamanho enorme dos meus seios, e falou para mim: “Moça linda, eu tenho setenta anos e nunca vi em toda minha vida seios com esse tamanho. Como são lindos os seus seios!” Daí então o velho passou as mãos nos meus peitões, apalpou eles, mamou neles o tempo que quis. Nisso, aquele senhor negro com idade para ser meu pai me chamou para um outro cômodo, o que seria um quarto, porém muito pequeno. Lá, o velho desabotoou a bermuda surrada, pulou para fora um pauzão enorme, mais parecendo o pau de um cavalo ou de um jumento.
Segurei com as duas mãos naquele pistolão preto grosso, sentindo ele bem nas minhas mãos. Estava tão duro e pronto para atacar. Acho que mulher nenhuma resistiria vendo e pegando num pauzão daquele tamanho e com aquela espessura e agiria como eu agi. Me agachei, caí de boca, chupando deliciosamente aquele pistolão.
Pensei que não iria caber em minha boca e quase não coube por causa do tamanho e grossura. O velho me segurou pelos meus cabelos loiros, socou, socou seguidamente. Eu chupei, chupei incessantemente. Gente, eu até revirava meus olhos, tamanha estava sendo a delícia.
Minha respiração estava ofegante e minha buceta estava literalmente molhadinha, louca querendo aquele pauzão entrando e penetrando nela. Nisso, o velho falou para mim: “Moça, agora eu quero sentir meu pistolão entrando na sua buceta!” Eu, sorrindo, respondi: “Eu também tô louca para sentir este pistolão preto penetrando na minha buceta. Há muito tempo eu desejo este momento!” O velho deitou de barriga para cima, eu tirei minha saia, tirei minha calcinha e minha buceta coberta por pêlos ficou escancarada, bem visível na cara daquele senhor. O homem fixou os olhos na minha buceta e ficou meio que pasmado com o que estava diante dos seus olhos e comentou: “Caramba, moça, que bucetona cabeluda você tem!
Loirona gostosa, senta aqui no meu pistolão, você vai sentar num pauzão de 22cm!” Sorrindo, eu sentei no pistolão daquele velho negro com idade para ser meu pai. Porém, pensei assim: “Provavelmente vou ficar com minha buceta inteiramente arrombada com aquele pistolão, mas fazer o que, era o que eu mais queria, sentar no pistolão daquele velho negro.” Sentada naquele pauzão, rebolei incessantemente, senti realmente aquele pistolão deslizando, penetrando, arrombando minha buceta. O pau entrou rapidamente porque minha buceta estava extremamente molhada. No entanto, continuei rebolando, gemendo.
O velho negro o tempo todo com as mãos agarradas nos meus peitões enormes. Eu aproveitava cada minuto daquele momento, era o meu desejo sentar no pistolão daquele velho. Até que eu não consegui segurar, até porque o meu orgasmo surgiu e eu gozei gostosamente sentada no pauzão do velho negro. No momento do meu gozo, os músculos internos da minha buceta comprimiram no pauzão do velho, isto é, apertou o pistolão do velho, fazendo ele gozar.
Senti o pauzão jorrando porra quente na buceta. Que delícia aquele momento! Contudo, continuei sentada e rebolando naquele monstro de pau, cavalgando nele, estava bom demais. Passados alguns minutos, aquele idoso negro falou para mim: “Moça cheirosa, gostosa, vamos mudar de posição, quero ficar por cima de você!” Deitei na cama, abri minhas pernas, fiquei com minha buceta inteiramente arreganhada.
O velho colocou o pau enorme na minha buceta, socou, socou seguidamente sem parar. Eu naturalmente não parava de remexer, rebolar, gemer com um pistolão de 22cm atolado na minha rachada. Joguei minhas coxas grossas para cima daquele velho magro negro de 70 anos, prendi ele entre minhas coxas grossas e falei para ele: “Senhor, pode meter em mim o tempo que o senhor quiser, quero me sentir uma verdadeira puta safada. E quanto mais o senhor socar, mais eu quero e quero sentir minha buceta inteiramente molecada de porra!” O homem idoso negro falou desse jeito para mim: “Moça loirona cheirosa, putona safada, eu vou te comer a madrugada inteira!” Ele não parava de socar, eu contudo rebolava incessantemente, estimulando o pauzão do idoso negro.
Daí então, aquele pistolão começou a se pulsar, vibrar dentro da minha bucetona cabeluda. Dei uma rebolada mais especial, fazendo o velho gozar. Senti o pauzão jorrando porra quente na buceta, me levando aos delírios. Naquele momento, fiquei extremamente excitada e gozei pela segunda vez!
O homem negro ainda ficou por alguns minutos preso, entrelaçado entre minhas pernas e minhas coxas extremamente grossas. Toda aquela situação me deixou com uma tesão de vaca, fazendo eu incrivelmente gozar gostoso pela terceira vez. Todavia, pensei que o velho negro já estava saciado, entretanto me enganei. Daí então ele falou: “Moça, agora eu quero comer o seu cuzinho.
Você tem uma bunda enorme, mas deve ter um cuzinho apertado!” Pensei: “Logo vou ficar com o meu cuzinho arrombado também.” Nisso, o velho tirou o pauzão da minha buceta, chupei ele mais um pouco. Em seguida, eu fiquei de quatro, empinei minha bundona no máximo. O homem veio por trás de mim e disse: “Moça, que bunda grande enorme você tem, vou passar as mãos nela!” O homem passou as mãos na minha bunda, impressionado com o tamanho enorme dela. Em seguida, o velho colocou o pauzão na entrada do meu cuzinho, socou, socou.
Eu rebolei, obviamente doeu. Senti aquele pauzão entrando, arregaçando, arrombando o meu cuzinho. Felizmente, a dor passou. Robolei, robolei seguidamente.
O homem negro com idade para ser meu pai gozou, enchendo o meu cuzinho de porra quente deliciosa, escorreu pela minha bunda grande GG. O homem negro falou para mim: “Tá contente, né, moça linda? Você era louca para me dar, tá feliz agora, né mesmo, moça?!” Para finalizar, o homem chupou gostosamente minha buceta. Quando senti a língua do velho no clitóris grelo da minha buceta, não resisti e incrivelmente gozei pela quarta vez.
Olhei, o dia já estava amanhecendo. Falei: “Senhor, tenho que ir para casa dormir.” Eu estava daquele jeito, toda melecada de porra. Vest
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