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Mamãe sedenta pelo próprio filho

Publicado em fevereiro 25, 2026 por contoseroticos

Alice, uma mulher frustrada no casamento, encontra em Levi, seu próprio filho, o prazer que tanto deseja. Entre segredos e gemidos abafados, mãe e filho se entregam a uma paixão proibida, explorando os limites do tabu. O casal descobre que o tesão pode surgir dos laços mais inesperados.

   Olá, me chamo Alice, tenho 38 anos, sou uma mulher casada e mãe de um garoto lindo, cujo nome é Levi, o mesmo tem 20 anos. Sempre fui uma mãe coruja pode-se dizer assim, bom… Aos meus 18 anos, me casei com o Rodrigo, meu marido e pai de Levi! Sinceramente nunca passou por minha cabeça casar-me, e muito menos tão na áurea de minha juventude. Mas infelizmente tudo mudou quando acabei sendo obrigada por meus pais a me casarem com ele.
         Meu relacionamento com Rodrigo nunca foi lá aquelas coisas, ele sempre foi muito fechado consigo mesmo, muito sério e sistemático. E eu, bem… Eu era curiosa, queria fazer amizades, não tinha frescuras com ninguém. Mas, tudo começou a piorar ainda mais, de uns tempos para cá, eu e Rodrigo já estávamos dormindo em quartos separados, não mantínhamos relações sexuais… E mesmo quando eu me insinuava para ele, ele sempre dizia que estava cansado e não tinha cabeça para isso. Já meu filho, ele sempre foi atencioso dês de sempre, sempre fez questão de mim, me defendia quando eu e o pai brigávamos, ele era um amor, ele é tão amor, que hoje em dia nos esfregamos pela casa…
       Tudo começou em mais uma manhã rotineira e monótona, eu e Rodrigo discutindo pois ele parecia mais um homem que dividia a casa comigo, do que meu marido… Nada me tira da cabeça o fato de ele ter outra mulher… Mas, continuando… Preparei o café, forrei a mesa para que ambos fizessem suas refeições matinais. Logo depois como era de toda manhã, Rodrigo pega sua pasta e vá para o trabalho, deixando-me com meu filho naquela casa enorme.
       Levi fazia faculdade, porém, ele estava em época de férias, e então ele sempre estava a me ajudar nos afazeres de toda a casa. Vou até o quarto de Levi para levar as roupas que eu havia lavado, vejo a porta entreaberta e decido que seria melhor eu bater. Dou duas batidinhas singelas na porta escutando logo em seguida um “Entre, mãe”. E assim faço, adentro em seu quarto e vejo Levi jogando um jogo que eu nunca entendi como funcionava.

“Filho, aqui estão suas roupas, depois as guardem”. Deixei as roupas em cima da cama, e quando iria sair fui chamada por Levi.

“Espere, mãe. Não vá ainda.”

“O que aconteceu, filho?”

“Nada… Eu só queria perguntar uma coisa a senhora… Se não for desconfortável responder.”

“Claro que não, meu filho. Pode perguntar, entre nós não existem segredos!” Observo Levi se sentir um tanto mais aliviado e com coragem o mesmo pergunta:

“Mãe… Você e meu pai tem uma vida sexual ativa?” Fico um tanto assustada com a pergunta tão direta, pois nunca imaginei que meu filho iria perguntar isso a mim.

“Não, filho. Eu e seu pai não temos. Aliás, faz um bom tempo que não sou tocada por um homem de verdade.” Mas por que dessa pergunta repentina?

“Por curiosidade mesmo…”

“Hum, sei. Olhe, não se esqueça de guardar essas roupas.” Falo apontando para as roupas e saindo de seu quarto.

      Confesso que acabei sentindo um friozinho na barriga com aquela pergunta de Levi, mas, continue fazendo minhas atividades normal. Como ainda era de manhã, para ser mais exata 9:30 da manhã, então fui terminar de arrumar o que faltava na casa e aproveitar para lavar algumas louças do café. Termino de fazer os afazeres pendentes deixando apenas as louças.
          Me preparo para lavar as louças quando vejo Levi vir em minha direção e sem camisa, confesso que o corpo do meu filho era perfeito, nem se compara com o de seu pai, aquele traste. Fico um tempo admirando aquela beldade e pensando mil e uma coisas de tudo que poderia fazer naquele corpo… Se o corpo é assim, imagina o pacote completo.

“Mãe? Tudo bem?”

“Ah, meu filho, tudo sim. O que está a fazer aqui?”

“Vim ajudar a senhora a lavar as louças.”

“Ah, sim. Obrigada, filho!”

“Por nada, mãe!”

    Comecei a lavar as louças e Levi secando e as guardando, e foi assim até que terminamos tudo.

“Acabamos, filho”.

“Sim, mãe, finalmente.”

“E agora não temos mais nada a fazer.”

“Na verdade temos sim, mãe…”

“O que seria?”

“Você disse a mim que não tem uma boa vida sexual com meu pai, certo?”

“Sim, filho. Por que?”

“É que eu preciso lhe dizer uma coisa e eu sei que é errado, muito errado. Mas eu não consigo mais segurar isso comigo.”

“Filho, eu estou ficando preocupada.”

“Mãe, eu quero lhe foder.”

“QUE? LEVI, EU SOU SUA MÃE, ESTÁ FICANDO MALUCO?”

” Por favor, mãe. Por favor, eu sei que isso é extremamente errado, mas, todas as vezes que ouço você se masturbando, me dá um tesão do caralho, e eu só queria estar fodendo você.” Por favor, mãe.”

    Levi vem aproximado-se em minha direção lentamente, eu confesso que fiquei em choque… Mas tudo que eu sentia por ele também era recíproco. É errado? MUITO, mas eu precisava disso.

“Mãe, posso toca-lá?”

“Pode, filho.”

    Levi começa tocar em meu corpo, passar suas mãos grandes por todos os espacinhos do mesmo.

“Posso tocar na sua bucetinha, mãe?”

   Confesso que relutei em aceitar… Mas, logo consenti.

” Pode, Levi, mas vamos para seu quarto.”

“Uhum”

    Chegamos no quarto de Levi, eu deitei me despi, deitei-me na cama e abri minhas pernas.

“Que visão mais deslumbrante”. Fala Levi vindo tocar minha buceta.

“Nossa, como está tão molhadinha.”

“Eu espero por esse momento a tanto tempo.”

“O momento de sua bucetinha molhadinha ser tocada por mim?”

“Isso. Ain, caralho.” Solto um gemido manhoso ao sentir os dois dedos do meio de Levi invadir minha buceta junto de sua língua. “Isso, aí que delícia, caralho. Chupa essa bucetinha molhadinha que está sedenta por você, chupa, caralho. Isso, isso, chupa com vontade, mais forte, caralho. Eu estava vendo estrelas, era a sensação mais prazerosa já existente, meu filho me fodendo. Depois de alguns minutos sendo chupada e estocada, sinto que vou ter um orgasmo.

“Caralho, isso. Eu vou gozar, eu vou gozar, chupa essa buceta, porra. Chupa essa bucetinha, estoca, ai, que delícia, que delícia. Eu vou gozar, AIN, CARALHO. VAI, EU VOU GOZAR, AAI, GOZEI.” Tremendo e com espasmos musculares, eu vejo que meu filho não apenas tem um corpo bonito, ele sabe fazer gostoso.

“Mãe, me chupa.” Ouço Levi falar isso, logo em seguida tirando seu pau de dentro de cueca, como era enorme, bem grosso e com a cabecinha rosinha e bem molhadinha. Sem exitar caiu de boca em seu pau, ouvindo o mesmo gemer.

“Chupa, chupa esse pau que logo estará dentro de sua bucetinha. Chupa. Aí que delícia, porra. Aí, caralho, caralho, caralho. Que delícia, chupa.

    Vou chupando como uma boa putinha, logo sentindo meu filho indo ao seu ápice. Ele ordena que eu fique em pé para ele meter aquele pau grosso em minha bucetinha, e assim faço. Sinto a cabecinha entrar bem devagarinho em minha bucetinha, me fazendo revirar o olho.

“Aí, caralho. Isso, isso. Mete bem gostoso nessa buceta, mete, porra”.

    Levi começou a dar estocadas mais fortes e eu já estava quase chegando em meu ápice, e podia ouvir ele gemer baixinho.

” Caralho, que delícia. Que buceta gostosa, ela apertando a cabecinha do meu pau. Vadia bunduda, que delícia. Eu vou gozar, vou gozar.”

      Estávamos em nosso prazer intenso quando escutamos Rodrigo chegar.

“Calma, dá para a gente gozar rapidinho antes de ele entrar.” Levi ao falar isso continua as estocadas.

“Eu vou gozar, caralho. Mete, porra. AIII, ISSO,.ISSO GOZEI. AI, QUE DELÍCIA.

    Ambos gozamos e depois agimos naturalmente, e hoje em dia nos atracamos escondidos por toda a casa.

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