Quando casei com a Cris eu ja tinha o fetiche de vê-la com outro macho, mas nunca tive coragem de falar. Quando fizemos dez anos de casados fizemos uma viagem para Salvador e eu já tinha arquitetado alguma travessura nesse sentido. Ficamos hospedado em um hotel bacana na Barra e combinei com um amigo meu, Bruno com quem eu trabalhava na época. Bruno era muito safado, e vivia se envolvendo com mulheres casadas, algumas até com o consentimento dos maridos. Isso ajudou também a me decidir por ele. Antes de irmos para Salvador, falei pra ela que não era a viagem o presente de casamento que eu só diria lá na hora, uma surpresa. Ela se empolgou e não fazia a mínima idéia do que seria.
Tudo correu como eu previ. Chegamos na sexta feira, conhecemos a orla, fomos a um restaurante legal jantar e a cada surpresa que eu fazia ela perguntava se era esse o presente dela. Fui alimentando a curiosidade falando que não sabia se ela ia gostar ou não, mas que eu me sentiria feliz em realizar. Eu tinha combinado com o Bruno para no domingo pela manhã logo cedo ele aparecesse no hotel para fazermos a surpresa. Eu queria ver minha mulher levando rola de outro homem. Estava louco por isso. E não sabia como ela reagiria. No sábado planejei sairmos à noite e estiquei a noitada até muito tarde, para que ela ficasse cansada e não estragasse a surpresa do outro dia, que seria muito cedo. Tudo certo, voltamos pro hotel e exaustos tomamos um banho e não resisti e comi a buceta dela com vontade, pensando no que iria ver no próximo dia. Terminamos de foder e falei no seu ouvido que iria acordá-la no outro dia com o meu presente, e que ela não me desapontasse.
Mal consegui dormir aquela noite de tanta euforia. Ela sempre dormia com um protetor nos olhos, pois gostava de escuridão total e seu sono era pesado. No outro dia o Bruno chegou cedinho no hotel, me ligou fui buscá-lo na recepção e subi com ele. A Cris estava bem à vontade dormindo com um shortinho amarelo de algodão e sem calcinha, deixando evidente sua bucetinha dividida no meio. O Bruno ficou excitado e perguntou logo como podia começar, se acordava ela ou se começava beijando lentamente até ela ir acordando. Pedi pra ele ir devagar tocando nela e já completamente nu e de pau duro ele prontamente subiu na cama e deitou ao seu lado.
Ficou contemplando aquele corpo moreno , peitos firmes e pequenos, bunda macia que mal cabia no short e começou a beijar seu pescoço. Ela foi aos poucos percebendo e respondendo com gemidos tímidos mas sem saber quem estava ali, doido pra meter na sua buceta. Ela finalmente acorda mas eu pedi que não tirasse a venda dos olhos, que aquele era o meu presente pra ela e que ela teria que ser obediente pra não estragar o clima. No início percebi que ela não sabia que não era eu ali, tocando ela, tirando seu short e finalmente se preparando pra chupar a sua xaninha. Depois que eu falei e aou mesmo tempo ela sentia alguém a chupando, foi que caiu a ficha.
Aí eu tratei de acalmá-la e que eu queria muito ver aquilo, que era o meu sonho. Ela cedeu, perguntou se era isso mesmo que eu queria e relaxou e deixou a coisa fluir. Me aproximei dela e tirei a venda de seus olhos e ela viu o negrão cheio de tesão, com um pau maior que o meu latejando, doido pra possuí-la. A medida que o Bruno mexia com ela, chupando, pegando nos peitinhos e abrindo sua bunda pra mim ver, ela com uma carinha safada me perguntava se eu estava gostando. Falei que sim e pedi pra ela chupar aquele pau enorme preto pra que eu pudesse filmar e deixar registrado pra sempre. enquanto ela chupava o Bruno eu filmava tudo de diferentes ângulos.
Finalmente o Bruno pediu para foder ela. Permiti e pedi que os dois se beijassem. Começaram a transar ali, na minha frente. Foi a coisa mais gostosa que eu vi na minha vida. A minha mulher, a mãe dos meus filhos, o amor da minha vida, sendo comida por um antigo amigo. Pode parecer maluquice, mas depois desse dia passei a amar mais ainda essa mulher. Nossas transas passaram a ser mais interessantes, mais intensas. Passamos horas ali transando, quando o Bruno gozava eu entrava em ação, quando eu gozava o Bruno começava de novo. Almoçamos no quarto mesmo e terminamos tudo por volta das 14h da tarde. Nos despedimos do Bruno e nunca mais o vimos mas de vez em quando arrumo um macho pra desfrutar dela. Vivemos asim hoje em dia. Nada de casamento aberto, onde cada um transa com quem quer. Há muita cumplicidade entre nós e curtimos tudo sempre juntos.
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