Minha esposa adora um novinho e não perde tempo: enquanto mama o rapaz que pegou no mercado, me pede para gozar na sua cara. Ela quer porra na boca e no rosto, e eu não nego. É delícia ver a puta gemendo com dois homens gozando nela.
Como sabem pelos contos anteriores minha esposa não tem mais deixado passar pica. Alguns são comedores frequentes, outros ela conhece e oferece buceta e cu e quando vejo estão ali socando nela.
Ontem ela chegou com um branquelo magrão, falou que tinha conhecido no mercado e que disse que queria dar pra ele.
O rapaz era bem novinho e me olhava entre assustado e curioso enquanto ela contava pra mim.
Ela levou ele para o quarto de visitas e logo eu escutava ele gemendo enquanto ganhava um boquete.
Minha esposa mama muito. Sabe engolir rola até na garganta e gosta de lamber e chupar só a cabeça. A língua dela é muito nervosa.
Fui na porta olhar e ele tava sentado na cama e ela ajoelhada no chão mamando. O rapaz se assustou mas como eu fiquei olhando ele relaxou e continuou curtindo a mamada.
Fui na sala pegar o celular e quando voltei ele estava pegando ela de quatro, em pé fora da cama. Metia rápido como um coelho.
Logo ela fez ele deitar com as pernas para fora da cama e sentou em cima do cacete.
Pulou, rebolou e gemeu o quanto pode, enquanto ele gemia e nem xingar ela xingava (acho que pela inexperiência).
Ela me olhou e falou:
– Quero uma punheta do corno.
Puxei o pau pra fora e comecei, do ladinho da cama. Ela olhava meu pau e gemia no do rapaz.
De repente ela começou a gozar e gozar. O rapaz olhava maravilhado a puta gozando com o marido do lado tocando uma punheta.
Ele pediu para ela levantar e meteu de quatro de novo. Socou e socou, parecia que não queria que acabasse e a minha puta gozou mais uma vez de escorrer na cama.
Então ela fez ele deitar com as pernas fora da cama e pediu:
– Quero tua porra na minha boca.
Olhou pra mim e falou:
– Quando ele estiver gozando, quero você esporrando na minha cara, corninho.
Eu tentava filmar a mamada dela e ao mesmo tempo minha punheta. O rapaz se contorcia com aquela boca nervosa.
Então ela acelerou e logo ele disse:
– Vou gozarrrrrrrrr.
A porra foi tanta que acho que ele gozou por quase um minuto direto. Ela continuou mamando e me olhou e eu entendi: acelerei a punheta e comecei a jogar porra na boca dela e no pau dele. Minha porra molhou a boquinha e o rosto dela e escorreu pelo saco dele.
Que delícia esporrar na boquinha dela com o pau de outro dentro.
Ela continuou mamando o pau dele que foi amolecendo e eu esfregava o meu contra o pau dele e a boca dela.
Quando parei de gozar ela ficou deitada ali com o pau dele na boca e eu fui para a cozinha.
Ouvi ela acompanhar ele até a porta e ir tomar banho.
Mais um dia de puta da minha esposinha…




