Uma noite de prazer e submissão, onde cada buraco é usado sem piedade. Entre sarradas brutais, gozadas e mijadas, o protagonista é reduzido a uma simples cadela de prazer, servindo overexpression cada macho que cruza seu caminho. O deboche e a humilhação só aumentam o tesão, até que não resta mais nada além do desejo de ser usado até não aguentar mais.
Nisso, o Marcelo que era o negrão, dono do apto, onde tudo começou, onde conheci quase todos eles, se ajoelhou ao meu lado me dando seu mastro negro, duro e cheio de veias saltadas e dono de bolas enormes e pentelhudas pra eu chupar e como eu chupava aquele caralho que minha boca e língua já conheciam tantas foram as vezes que ele já tinha me comido, risos. Mais algum tempo e dois dos desconhecidos, dois irmãos, Carlos e Claudio, donos de respeitáveis rolas negras, também vieram me dar suas rolas pra chupar, segurei uma em cada mão, até onde dava pra segurar e puxei a pela dos caralhos para expor às cabeçorras e os tinham porra seca nas cabeças das rolas, tentei mandar limpá-los, mas, o Carlos me deu um tapa no rosto e puxou minha boca no seu pau, me fazendo engoli-lo inteiro e me segurando pela nuca, só me soltando quando percebeu que eu iria continuar manado aquela rola, até deixá-la completamente limpa e duríssima, em seguida me fez chupar seu irmão. Os dois exalavam um forte cheiro de macho, misturados com suor…
Mas, voltando para o Zé e o Jonas, que fodiam meu cu ao mesmo tempo num entra e saí alucinante do Jonas, já que o Zé era a base, só ficava lá com o pau enterrado no meu cu, até que o Jonas sentiu que iria esporrar e aumentou o ritmo das estocadas até começar e encher meu cu com muita porra, gozou quase a metade da sua porra lá dentro e como sempre terminou de esporrar em cima de mim, no meu pau, no estômago, na cara toda e na boca. Fui colocado de lado e o Zé, rapidamente, me pegou de quatro e meteu no meu cu, continuando meter e estocar com muita força, senti que ele também iria esporrar e depois de mais algumas bimbadas, ele também começou a despejar sua porra no meu cu, mas tirou antes de terminar e inundou minha bunda e minhas costas de porra branca, quente e gosmenta, até chegar na minha cara, por trás da cabeça…
O seu Geraldo pai do Jéferson, já tava louquinho pra me foder, de novo, mas, tiveram que dizer pra ele esperar, porque ainda tinham mais gente pra meter e gozar em mim, risos…
Agora, o Carlos e o Claudio queriam foder minha bunda, então, deram algumas cusparadas nela e montei no Claudio, esperando pelo Carlos que não demorou muito pra meter sua rola junto com o mano no meu cu e os dois conseguiam meter alternando as bombadas no meu cu e continuaram a me foder, mas, eles queriam era me machucar, causar o máximo de dor, enquanto me fodiam, mal sabia m eles que era o que eu mais gostava, e fui aproveitando até o Carlos gemer que iria esporrar, tirando sua rola de dentro da minha bunda e me virando de barriga pra cima e pernas abertas, despejando grandes quantidades de porra em cima de mim, dos pés até a cabeça, enquanto o Claudio olhava tudo incrédulo deitado ao meu lado. E, assim que seu irmão terminou de esporrar em mim, ele me pegou ali mesmo, de pernas erguidas e começou a socar sua rola no meu cu, durante um bom tempo, até que ele tirou a rola do meu cu e veio se sentar na minha cara com suas bolas imensas e inchadas de porra acumulada. Sem perder tempo, com suas bolas nos meus olhos, não enxergava nada, que acontecia em volta de mim. Segurei uma parte da rola do Claudio e enquanto mamava outra parte do seu mastro negro, então, ele me mandou abrir bem a boca…
– Abre mais, abre tudo, vagabundo…
– Filho da Puta (mal sabia ele que eu era mesmo, risos), abre essa porra de boca, mais caralho, anda logo…
Obedeci e foi nessa hora que ele me deu uma cusparada que parte caiu na boca, parte no rosto, nisso o Carlos e o seu Geraldo também cuspiram e todo mundo começou a cuspir também e quando minha boca já estava cheia de cuspe e porra o Claudio começou a esporrar começando pela minha cara e boca e foi descendo pelo meu peito, estômago, meu pau até chegar no meu cu. Pelas minhas contas ainda faltavam gozar o Toninho, o Marcelo, um ou dois desconhecidos, eu achava, sem ter certeza. Mas, eles disseram que tava nojento até pra foder, então fui levado pro banheiro e colocado numa banheira, e eles continuaram punhetando em volta dela, achei que iriam gozar ao mesmo tempo, teve até um que esporrou, acertando meu rosto, mas os outros começaram mesmo foi a mijar em mim…
– Abre bem essa boca vagabunda…
– Abre tudo…
– Isso putinha engole tudo….
– Pra isso que você tá aqui, gargalhadas…
– Tomar um banho de mijo pra lavar toda essa porra de você, cadela…
E, eu podia sentir várias e várias mijadas que começavam no meu rosto e boca, mas que terminavam descendo pelo meu corpo até na bunda, enquanto a banheira se enchia de mijo no fundo, o Toninho me mandou levantar e me apoiar na beirada e metendo a rola no meu cu começou a mijar lá dentro, seguido pelo Marcelo e quando todos terminaram de mijar, eu quase não tinha mais porra em mim, quase toda ela estava na banheira misturada com várias mijada e cusparadas…
– Agora bebe tudo sua puta, ordinária do caralho, senão, não vai sair daí…
Obedeci e quando terminei de sorver tudo que estava no fundo da banheira, me mandaram banhá-los e depois me limpar, antes de voltarmos pra sala ou pro quarto pra descansarmos um pouco antes de recomeçarmos, afinal, ainda tinha gente pra gozar e gente querendo gozar de novo, mas, isso é pra outro relato, porque a essa altura meu cu latejava sem parar e eu não parava de gozar…





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