Um encontro casual na praia vira uma aventura picante com um bombeiro de voz grossa e um pau insaciável. Entre brincadeiras na água e surpresas na mata, ele prova que sabe como deixar qualquer um de pernas bambas e com gosto por mais.
Havia o conhecido nas redes sociais. Trocamos um bom tempo o contato e sabíamos que tínhamos algo em comum: gosto por praias e cachoeiras. E melhor, era frequentador dos pontos turísticos aquáticos do Vale do Paraíba.
Certo dia, a fim de se refrescar um pouco, desci ao Litoral Norte de São Paulo.
Sentado à beira do mar, sim as areias exóticas de Ubatuba, eis que de longe avisto, Camargo, o bombeiro de vozeirão da minha rede social.
De cara, logo que o conheci, era o cara em carne e osso. Despido, protegido apenas por uma sunga amarelo.
Putz, era mais provocante do que imaginava. Lindo e um verdadeiro cardápio aos que deliciasse do que ele aos olhos nos provocava.
Conversamos um pouco, sorrimos pela coincidência do nada a se encontrar por ali.
Sentamos na areia e prosamos um pouco melhor, agora de frente a frente.
Senti muito mais atraído por ele do que eu esperava. A voz dele, a atenção e a qualidade já lhe ofertadada por Deus, me fazia cair como um peixinho em sua exuberante mão.
Teve um momento que ele se levantou, ficou a minha frente limpando-se das areias litorâneas.
Algumas partículas caiam em mim. Pouco me importava, o desejo era eu estar junto do seu ardente e louco corpo.
Corpo liso, bem bronzeado a um dono muito provocante.
Chamou-me para entrar na água.
Confessei ter medo da água. Sorriu e convidou-me para andarmos juntos a margem da praia.
Obedeci a um fogo ardente. Fomos a beira da praia e quando percebi, nossas coxas já estavam encobertas pela água.
Sorri, o efeito do bombeiro do vozeirão me levou além do eu imaginava.
Do nada, ele a um riso malandro olhou pelos lados. Era só eu e ele, sacou o pênis para fora e deu uma lavada.
Eita, instrumento bom e gostoso, estava ereto.
— Foda, o cara aqui está com fome. Está babando a uma boa hora.
Rimos.
Ele foi mais irônico:
— Não liga se me ver fedendo alguém por aqui. Preciso amansar o colega aqui. Olha! – alertou ele, virando de frente ao mar, algo que roboticamente dirigi meu pescoço e olho a cena, logo sacudindo o pinto tão duro quanto a uma madeira. — Sacanagem deixá-lo assim. Ele é doido por uma penetrada.
— Do jeito que está, vai esfolar o rabo lhe servido. Vai judiar da pobre alma.
— Que pena! Sou bem carinhoso! Gosto de contribuir bastante com quem me tira desse sufoco. Quem já provou, nunca reclamou. Ah, se estivesse na minha cidade….
Engoli a saliva.
Cena que ele percebeu.
— O leitinho está no ponto. – cutucou ele, logo ajeitando com carinho o amigo na toca.
Ajeitou e alisou sob uma cena que entendi como se fosse para o amigo ter paciência.
Aproveitou o momento a só e pedi para tocar.
Ele logo agradeceu e deixou.
— Pô, fique à vontade! Quem sabe assim ele acalma.
Ri, enquanto aos meus pensamentos, o desejo era que ele escutasse e descobrisse que eu estaria ali para o atender.
Toquei, enquanto logo senti o bicho faminto saltitar disparadamente dentro da cueca.
Rimos, quanto tão logo ele ficou sério e desabafou.
— Bichinho está com fome, doido para penetrar numa toca e gofar o jato de leite.
Acariciei agora fora de mim, mas num desejo ardente de ele me usar como queria.
Ufa, ele entendeu o recado.
Ele deu uma fechada nos olhos e gemeu:
— Delícia!
Fui abduzido, quando vi, estávamos numa mata. Ele segurando meu traseiro, sob um cuidado ardente empinando a sua direção e começou a somar em mim.
Eita, cabeça gostosa e quente, senti como uma brocha entrar tão breve dentro de mim.
Entrou a cabeça, senti ao vai e vem o talo, algo que de duro, senti o engrossando e macio dentro do meu rabo.
Fiquei fora de mim. Comecei a dar umas reboladas, enquanto ele cavalgava. De repente já com o talo todinho dentro de mim, aproximou do meu corpo e me provocava mais ainda.
Ele me fez sentir orgasmo. Cara era foda. Soube me comer. Arrancou o meu cabaço e me viciou no seu amigo devorador.
Dei o que pude. Servir de alma. Ele parecia bem disposto a aproveitar tudo do que lhe propus.
De pernas trêmulas, já na terceira tacada dele, ajoelhei e mamei com gosto. Mamei como um bezerrinho faminto. Engoli com gosto cada tacada do seu pau na minha boca. Levei-o com gosto à garganta, logo ajeitando a língua e a boca do céu, desgastando com gosto do amigo faminto do bombeiro de vozeirão.