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O emprego que arrombou meu cu

Publicado em março 31, 2026 por contoseroticos

João Pedro busca um emprego melhor, mas o que encontra é um coroa com uma oferta irrecusável. Entre beijos e promessas, o gerente Alberto mostra que a vaga tem suas exigências — e João vai descobrir o preço do sucesso na pele, ou melhor, no cu.

Sou o João Pedro, tenho 43 anos, e essa veio lá do começo dos anos 2000, na época eu tinha 22 anos, estava perto de terminar a faculdade e sai com uns colegas para um bar, chegando lá, o meu amigo reencontrou um antigo colega dele que era gerente de banco, estava sendo transferido para ocupar um cargo maior em Recife. Na época eu estava num emprego que era bom que não atrapalhava os estudos, mas buscava uma colocação melhor, e meu amigo fez o meio de campo entre o Alberto e eu. Tomamos uma cerveja com ele, trocamos o número de telefone e disse que na próxima semana entraria em contato com ele sobre uma vaga. Era começo do ano, veio o Carnaval, fui para Baía Formosa com minha família e a da minha namorada, estávamos juntos desde dezembro e não tinha transado ainda, eu vivia de pau duro, a sunga faltava estourar e ela não cedia, a casa estava tão cheia que eu não conseguia nem bater uma para aliviar. Quando foi na segunda de carnaval recebi um SMS do Alberto falando que ia na quarta-feira de cinzas para Recife, e se eu tivesse interesse, fosse me encontrar com ele na terça-feira que ele estaria em Natal. Falei com minha família e namorada e me incentivaram a voltar para a capital antes e não perder essa oportunidade. Combinamos as 15 horas da terça-feira e fui para a casa dele com um envelope e meu currículo em mãos. Subi até o 8º andar, cheguei lá o Alberto me esperava apenas de toalha, com o corpo molhado ainda, ele tinha mais de 1,80, era branco, cabelos bem pretos, peludo, uns 45 anos, era casado, vi as fotos ainda pela casa dele com a esposa e filhos. Entrei na casa e ele me pediu para ficar a vontade. Fiquei um pouco constrangido dele tá assim, perguntei pela família e ele disse que estavam na casa dos sogros na praia, que ele veio para imprimir uns documentos. Ele me oferece água, eu aceito e vou com ele até a cozinha, lá Alberto me serve a água e tira a toalha para terminar de enxugar as gotas que ainda estavam pelo corpo e pelo cabelo molhado. Vejo um pau pesado, meia bomba, ele chega perto de mim, tira o copo da minha mão, olha nos meus olhos, e diz:
– A vaga é sua, só depende de você.
– Como assim? – Perguntei ainda sem reação pelo que acontecia ali naquela cozinha.
– Eu quero você desde o dia que vi você no bar com o Fabrício, quando ele falou do seu interesse na vaga, achei o motivo para pegar seu número.
Apenas fiquei sem reação, e deixei rolar, Alberto começou a me beijar, sua língua explorava a minha boca, sua pele era áspera, com a barba por fazer, sentia o pau dele duraço roçando no meu corpo, ele tirou minha camiseta e começou a me beijar no pescoço, desceu para meus mamilos, eu gemia, ele mandou eu tirar minha roupa, e fica admirando se tocando. Quando fico só de cueca, ele me agarra novamente, e me beijando, me encosta na bancada, e vai puxando minha cueca, e nesse momento, ele me vira, beija minha nuca e diz que vai me comer ali mesmo. Fico sem reação, mas cobro a sanidade e digo que não.
– Vai João, sou carinhoso, deixa só a cabecinha.
– Conversa de cabecinha Alberto, você vai é me arrombar com essa rolona.
– Relaxa, tô aqui na portinha, só de leve. Você vai ganhar muito com isso.
Alberto forçava e eu travava, o pau dele era longo, tinha uns 19 ou 20 cm, mas não era tão grosso quanto o meu, e a cabeça botava pressão, o pau dele estava muito duro, numa volta da consciência pedi a camisinha e ele mandou eu relaxar, que ele era casado e estava limpo.
– Vai João, relaxa que tá entrando.
– Está doendo muito, para.
– Se você não relaxar vai ser pior. Vem comigo.
Fui caminhando com ele para o quarto do casal, ele colocou umas toalhas na cama e pediu para eu deitar, deitei de barriga para cima. Alberto veio e engoliu meu pau. Olhava aquele macho, mamando meu pau, na cama dele, segurando minha tora com sua mão com aquela aliança pesada, estava tesudo demais aquele momento e comecei a relaxar. Ele lubrificou o dedo com alguma coisa e enquanto me chupava ele pressionava o meu anel, o dedo entrava mas não com tanta dor, com jeito fui cedendo as investidas daquele coroa mais de 20 anos mais velho do que eu.
Logo depois, Alberto começou a beijar e lamber o meu cuzinho e disse.
– Tá pronto para ser meu putinho?
– Estou.
– Então pede seu safado, pede para eu meter em você.
Ali de bruços, com um travesseiro deixando minha bunda mais alta, ainda em dúvida se era isso que eu queria, pedi.
– Mete Alberto.
O pau dele entrava, eu me contorcia, uma vontade estranha de ir no banheiro, mas eu estava curtindo ser dominado daquele jeito, pensava na minha carreira futura e que estava ali, dando para um cara que tinha idade para ser o meu pai.
– Caralho, que cuzinho apertado, o Fabrício nunca comeu você?
– Não, nunca. (Na verdade eu tinha comido o meu amigo, mas isso fica para outro conto)
– Ele gosta de um rabinho de moleque igual o seu, milagre.
– Alberto, tá doendo, não aguento mais.
– Aguenta, tô quase gozando, vou querer engravidar você.
– Goza, goza em mim.
– Vou gozar dentro, aaahhhh, caralho, ahhhhh, toma minha porra seu puto.
Nessa hora, Alberto despencou sobre mim, seu corpo suado, olhava pelo espelho no guarda-roupa a cena, ele de olhos fechados, rindo que tinha adorado e encontrado o putinho fixo dele.
Aos poucos foi tirando sua longa tora do meu rabo, e o leite saia quente do meu rabinho arrombado. Tinha lágrimas saindo dos meus olhos, ele demonstrou preocupação, perguntou se eu estava bem. Disse que sim, mas quando ele tirou o pau de dentro de mim, ficou um vazio.
Me virei, meu pau ainda estava duro, Alberto viu e caiu de boca, e começou a mamar com vontade.
– Me dá leitinho na boca, do jeito que eu dei no seu cu.
– Toma meu leite, seu porra. Segurei a cabeça dele com força e ejaculei na garganta do meu arrombador.
– Caralho João, você é dominador também, vou querer experimentar também outras coisas. Vem tomar um banho, vou ter que ir para a praia.
Tomamos um banho juntos, o meu pau subiu novamente e ele veio mamar, também mamei o pauzão do Alberto, e foi minha vez de tomar o leite dele. Eu gozei na cara dele, e fomos para outro banho, dessa vez separados, se não ia acontecer novamente. É o fogo da juventude.
Alberto pegou meu currículo, deu um trato no meu cu e conseguiu a vaga para mim, fui muito grato a ele, retribui algumas vezes, tanto que antes de começar a trabalhar passei uma semana na casa nova dele em Recife durante o meu treinamento, menti que tinha família na cidade e fiquei na casa dele. Foram muitas transas durante um ano, em breve vou relatar mais alguns aqui.
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