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O hétero virou minha putinha

Publicado em janeiro 20, 2026 por contoseroticos

Thiiago encontra Pedro, um hétero cheio de pose, no bar. Com um olhar e um sorriso, ele sabe que vai transformar aquele macho em sua putinha obediente. Na privacidade do apartamento, Pedro descobre o prazer de ser dominado, mamando e levando rola como nunca imaginou. Será que ele vai querer mais?

Eu tava no bar do bairro, cerveja na mão, suado depois de um dia inteiro malhando. Minha rola que não perdoa ninguém. Meu olhar cruzou com o dele, Pedro, 26 anos, alto, corpo de academia, daqueles héteros que juram que nunca pensaram em pau. Ele tava com os amigos, rindo alto, mas toda hora olhava pra mim. Eu sorri de canto, sabendo o que ia rolar.

Mais tarde, ele se aproximou “por acaso”. “Ei, cara, você é o Thiiago, né? Vi uns postagens suas… putaria louca.” Eu ri baixo, perto do ouvido dele: “Você curte ver, mas será que aguenta viver?” Ele corou, mas não saiu. Bebi o resto da cerveja e disse: “Vem pro meu apê. Vamos ver se você é homem de verdade.” Ele hesitou dois segundos e foi atrás.

Chegando lá, fechei a porta e já mandei: “Tira a roupa, devagar. Quero ver esse corpo de hétero se exibindo.” Ele obedeceu tremendo, camisa primeiro, revelando peitoral definido, barriga tanquinho. Calça caiu, cueca boxer marcando um pau semi-duro. “De joelhos, agora.” Ele caiu de joelhos no tapete, olhos baixos. Meu pau já tava duro na calça, 21cm grossos pulsando.

Abri o zíper devagar, tirei tudo e bati o pau na cara dele. “Olha isso, Pedro. Pau de macho de verdade. Chupa.” Ele abriu a boca hesitante, lambendo a cabeça. “Mais fundo, sua puta. Engole.” Forcei a cabeça dele, sentindo a garganta apertar. Ele gagou, saliva escorrendo, olhos lacrimejando, mas continuou, chupando com fome, lambendo as veias, sugando as bolas pesadas. “Isso, mama como se fosse sua última vez. Você nasceu pra isso.”

Levantei ele pelo braço, virei de costas e empurrei contra a parede. “Empina essa bunda gostosa.” Ele obedeceu, bunda redonda, cu rosado piscando. Cuspi na mão, esfreguei no pau e na entrada dele. “Relaxa, vai doer gostoso.” Meti a cabeça devagar, sentindo ele se abrir. Ele gemeu alto: “Porra, Thiiago… devagar…” Eu ri: “Devagar nada. Toma tudo.” Empurrei de uma vez, enterrando inteiro. Ele gritou, corpo tremendo, mas apertou em volta do meu pau como uma luva quente.

Comecei a socar forte, mãos nas nádegas dele, dando tapas ritmados. Cada estocada fazia barulho molhado, bolas batendo na dele. “Gosta de rola, né? Diz que é minha puta hétero.” “Sou tua puta, Thiiago! Fode mais forte!” Eu acelerei, metendo fundo, puxando o cabelo dele pra trás. “Vai gozar sem tocar no pau, vadia. Goza sendo arrombado.” Ele tremia, pau babando pré-gozo, corpo convulsionando. Gozou forte no chão, jatos grossos sem encostar na mão, gemendo meu nome.

Eu não parei, continuei bombando o cu dele, agora mais solto, escorregadio de tesão. “Agora toma minha porra dentro.” Meti até o talo, explodi num urro, enchendo ele de leite quente, jatos pulsantes vazando pelos lados. Tirei devagar, vendo a porra escorrer pela bunda dele. “De joelhos de novo. Limpa.” Ele virou, chupou meu pau sujo, lambendo cada gota, olhos vidrados de prazer.

Caímos no sofá, suados e ofegantes. Ele sussurrou: “Isso foi… foda. Quero mais.” Eu sorri: “Então volta amanhã. Vamos ver até onde você aguenta ser minha puta de verdade.

Fim? Pra mim, a putaria tá só começando.

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