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O novinho virou puta da academia

Publicado em fevereiro 3, 2026 por contoseroticos

Lucas, um jovem de 19 anos, sempre chegava tarde na academia só para admirar Marcos, o instrutor musculoso. Mas quando é pego no flagra, sua vida muda: ele se torna o brinquedo sexual dos homens mais fortes do local. Cada noite é uma nova surpresa, e Lucas não pode mais esconder seu desejo por ser usado como putinha.

Lucas tinha 19 anos, corpo magro definido, bunda empinada de quem faz agachamento todo dia, e uma cara de anjo que enganava qualquer um. Há semanas ele chegava na academia às 22h30, horário em que quase ninguém ficava, só pra poder olhar sem ser notado. Mas quem ele queria que notasse era exatamente o Marcos: 38 anos, 1,95m, ex-jogador de rugby, peito largo coberto de pelo preto, barba cheia e aquele cheiro de suor masculino que deixava Lucas com o pau duro dentro da legging.
Naquela noite de sexta-feira a academia estava vazia mais cedo que o normal. Quando Lucas terminou o último supino, viu Marcos trancar a porta principal e apagar as luzes da sala de musculação. Só o vestiário ainda estava aceso.
“Vem cá, novinho.”
A voz grave fez o coração de Lucas disparar. Ele entrou no vestiário tremendo. Marcos já estava sem camisa, sentado no banco, pernas abertas, moletom abaixado até os tornozelos. O pauzão grosso, meio duro, repousava sobre a coxa peluda.
“Todo dia tu fica me secando. Hoje tu vai mostrar se presta pra alguma coisa.”
Lucas caiu de joelhos sem precisar de mais ordem. O cheiro era forte, suor, tesão, macho. Ele puxou a cueca do Marcos e o caralho saltou pesado na cara dele. Sem pensar duas vezes, engoliu até a garganta, engasgando, babando, olhos lacrimejando. Marcos segurou firme na nuca dele.
“Caralho, que boca quente… isso, engole tudo, sua putinha.”
Minutos depois, Marcos levantou Lucas como se ele não pesasse nada, virou de costas e encostou no armário frio. Arrancou a legging do garoto com um rasgo só. Cuspiu na mão, passou no próprio pau e no cu apertado do Lucas.
“Respira fundo, viado. Hoje tu sai daqui arrombado.”
Entrou cru, sem pena. Lucas gritou, mas Marcos tapou a boca dele com a mão enorme.
“Quieto. Ainda tem mais gente chegando.”
Lucas nem entendeu direito. Só sentiu o pauzão do Marcos socando fundo, abrindo ele centímetro por centímetro, até as bolas baterem na bunda. Quando achou que não aguentava mais, a porta do vestiário abriu.
Entraram quatro caras que Lucas conhecia de vista: o Rafael (o instrutor de cross, tatuado até o pescoço), o Bruno (o bombado de 120kg que sempre treinava pernas), o Diego (o moreno de barba rala que vivia filmando stories) e o Thiago (o mais velho, dono da academia, 45 anos, grisalho, pau de 23cm que todo mundo comentava nos grupos).
Marcos não parou de meter.
“Chegaram na hora certa, rapaziada. O novinho aqui acabou de virar puta oficial da casa.”
Lucas tentou falar alguma coisa, mas só saiu um gemido abafado. Rafael já estava de pau pra fora, batendo na cara dele.
“Abre essa boca de viadinho enquanto o Marcos te fode.”
Em segundos Lucas estava no centro do vestiário, de quatro no chão frio. Marcos no cu, Rafael na boca, Bruno e Diego se revezando nas mãos dele, Thiago filmando tudo no celular.
“Olha pra câmera, putinha. Sorri.”
Eles meteram nele de tudo quanto era jeito. De quatro, deitado no banco com as pernas pro alto, pendurado no pescoço do Bruno enquanto era comido em pé. Porra escorrendo de todos os lados: no rosto, no peito, dentro do cu que já não fechava mais. Quando achavam que ele ia desmaiar, jogavam água na cara e continuavam.
“Respira, vadia. Ainda falta eu gozar duas vezes”, disse Thiago, enfiando até o talo e segurando fundo enquanto enchia o cu do Lucas de porra quente.
No final, Lucas estava jogado no chão, corpo tremendo, cu vermelho e escancarado, rosto lambuzado, porra pingando da boca. Os cinco em volta, suados, rindo, batendo foto.
Marcos se abaixou, deu um tapa na bunda destruída do garoto.
“Segunda-feira, 22h30. Sem calcinha, sem cueca. A partir de hoje tu é o aliviador oficial do plantão da noite. Entendeu?”
Lucas, voz rouca, olhos vidrados, respondeu quase sem fôlego:
“Entendi… todo dia… eu volto… prometo…”
E voltou. Toda segunda, quarta e sexta. Às vezes eram cinco, às vezes dez. O boato correu rápido. Lucas virou a puta da academia inteira. E adorava cada segundo.
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