Rosa sempre percebeu os olhares do pai, mas nunca teve coragem de questionar. Na véspera do casamento, ela resolve tirar a dúvida: será que era apenas orgulho ou havia algo mais? O que começa como uma conversa inocente logo se transforma em um momento de paixão proibida entre eles.
— Que olhares? — tentei ganhar tempo.
Ela virou o rosto, agora me encarando direto.
— Não faz isso. — A voz saiu firme, mas sem agressividade. — O senhor sabe do que eu tô falando.
Passei a mão no rosto, tirei os óculos, coloquei de volta. Um gesto inútil, nervoso.
— Filha..eu não sei do que você ta falando
— Pai, eu percebia. Às vezes eu fingia não notar, mas percebia.
Meu coração batia forte demais, comecei achar que iria ter um ataque cardíaco e ela continuava.
— No começo eu pensava que era só cuidado, sabe? Orgulho. Tipo… “olha como ela cresceu”.
— E muitas vezes eu realmente acreditei nisso. Que você só estava impressionado com quem eu tinha me tornado. Que era admiração, respeito… carinho bonito.Mas tinha dias, — ela levantou o olhar e me encarou — em que não parecia só isso.
— Tinha olhares que ficavam mais tempo do que deviam. Silêncios que pesavam. Um jeito de você desviar o rosto rápido demais, como se tivesse sido pego fazendo algo que não podia.
— Às vezes eu me perguntava… — ela continuou — se o senhor estava vendo só a Rosa que cresceu… ou se estava vendo uma mulher. E isso me deixava confusa. Porque uma parte de mim achava que eu estava imaginando coisas.
— E agora que eu tô indo embora… — a voz dela falhou um pouco — por algum motivo eu não queria levar essa dúvida comigo. Eu precisava saber se aqueles seus olhares eram só orgulho… ou se tinham outra coisa por trás.
Eu a encarei. Não tinha mais como fugir.Então comecei a tentar ver o quanto o terreno poderia ser perigoso ou não.
— E se tiver!? — deixei escapar, a voz mais baixa do que eu pretendia.
Rosa não se afastou. Pelo contrário. Ficou me olhando como quem tenta decifrar uma frase escrita em outra língua.
— O que isso quer dizer, pai? — perguntou, com cuidado. — senhor tá falando de… o quê, exatamente?
Eu respirei fundo.
— Tô falando dos olhares que duravam demais. Dos silêncios que ficavam grandes demais.
— Então não era só coisa da minha cabeça…
— Talvez não — respondi
Ela cruzou as mãos no colo.
— Eu ficava tentando entender. Se o senhor me olhava como quem vê uma filha crescer… ou como quem vê uma mulher surgir.
— E se for como quem vê uma mulher surgir? — perguntei.
O ar pareceu parar.
Rosa piscou devagar, como se pesasse cada palavra antes de soltar.
— Então isso muda muita coisa… — murmurou. —
— E o que você pensa sobre isso!?
— Tem duas Rosas pensando agora. Uma acha isso uma loucura total… mesmo o senhor sendo o primeiro grande amor dela. A outra Rosa… — ela baixou o olhar por um instante — mesmo envergonhada, já fantasiou seus olhares e seus silêncios.
Meu coração bateu mais forte.Nesse momento, minha curiosidade bateu mais forte
— E o que você fantasiava? — perguntei, como quem abre uma porta proibida sabendo que pode não conseguir fechar depois.
— Nós dois juntos… — disse devagar, — eu me entregando a um prazer desconhecido
— E como você sente com isso? te assustava? — perguntei.
— Assustava… ao mesmo tempo me fazia querer ficar mais perto do senhor, pois me excitava com
— Como eu nunca percebi isso!? talvez era meu medo do que poderia acontecer se você soubesse do meu desejo por você
Ela soltou um riso curto, nervoso.
— Então a gente passou anos com o mesmo medo
Então perguntei com cuidado:
— Você disse que tinha duas Rosas pensando agora, qual das duas tá falando comigo agora?
Ela ergueu o rosto, os olhos brilhando de algo que misturava medo e coragem.
— As duas. — respondeu. — Uma tentando ser sensata. A outra… cansada de fingir que não ficou mexida,que não ficou curiosa..
— E qual das duas você vai dar ouvidos!? — perguntei, a voz quase num sussurro.
Ela fechou os olhos por um instante.
— Sinto que, se eu não der ouvidos a essa Rosa cansada de fingir o que sente… ela nunca mais vai ter outra chance dessa. Nunca.
Meu peito apertou.
— Então não vamos desperdiçar essa chance de celebrar os momentos raros da vida… — eu disse, devagar, como quem testa uma ponte antes de atravessar.
— Tô sentindo um misto de nervosismo e medo — ela confessou, quase sorrindo de si mesma.
Eu a encarei, com uma ternura que doía.
— Você sabe que vai estar nos braços de quem mais te ama no mundo, não sabe?
Ela me olhou, e naquele olhar cabia uma vida inteira.
— Sim… eu sempre soube.
Não houve pressa. Não houve urgência.Eu me levantei devagar e, com todo o cuidado que o amor exige, a peguei no colo — do jeito que os noivos fazem quando atravessam a soleira de uma casa nova.
Rosa apoiou o rosto no meu ombro. O perfume dela se misturou ao meu cheiro.Entramos no quarto dela, me abaixei colando-a com cuidado na cama. Tirei os sapatos,blazer, desabotoando a camisa branca enquanto ela se aproximava,sentava na beira da cama e começava a tirar o cinto da minha calça.
Ao sentir a protuberância por debaixo da calça ela disse:
— Nossa pai, ele já ta duro. rsrs
— Ele sempre esteve assim por você meu amor
Ela riu, abaixou minhas calças, seguido pela cueca deixando as peças no chão. começando a me mamar.Eu olhava aquilo,aquele rostinho lindo dela, meigo me chupando e ficava incrédulo
— Como você é linda minha filha, como chupa gostoso
Ela ria e seu olhar em direção aos meus olhos me deixavam mais excitados ainda.Ela massageava minha bolas de forma delicada enquanto que me punhetava com a outra mão com violência.
— CARALHO ROSA PAPAI VAI GOZAR DESSE JEITO
Então ela deu lambida na cabeça do meu pau e foi se afastando de mim,continue em pé na frente dela observando-a.
Então ela desfez o nó que segurava o roupão,abriu e desnudou-se na minha frente.Porra, que mulher gostosa eu tinha feito, seios no tamanhos certos, sua buceta com pelos pretos, não aguentei me ajoelhei e imediatamente me pus entre as pernas dela e comecei a chupa-la.
A minha língua encontra o clitoris dela e escuto o gemido dela pela primeira vez.
“aainn”
Meus dedos tocar nos pelos da boceta dela enquanto passo a ponta da minha lingua na boceta dela
“Aiin paaain, que tesão”
Via ela pressionar o lençol com as mãos e meu pau latejar de tanto tesão. Então ela tocou minha cabeça e disse:
“Vem pai, a gente não tem muito tempo”
Abri as pernas dela, segurei meu pau e direcionei ele na entrada do xota dela. Eu enfiava só a cabecinha, depois tirava, ela mordia os labios e arranhava minha barriga
“Safado, o senhor é um safado, mete logo tudo”
Não resisti a voz doce dela, enfiei com tudo. A boceta dela estava quente e umida. Ela abraçava meu corpo, sentia suas unhas descerem pela minha costas de forma suave chegando até a minha bunda.
“Eu te quis tanto minha filha” falava no ouvido dela
“Eu sempre soube, eu sempre soube” dizia ela em meio aos gemidos
— Aiin pai, chega, deixa eu sentar nesse pau um pouquinho. Queria muito isso.
— Vem meu amor.
Agora era ela que estava por cima, ela tinha o controle. Via ela rebolar no meu pau, enquanto segurava os seios dela, apertava-os em seguida descia minhas mãos até a cintura dela.
Conforme ela aumentava a velocidade das reboladas,sentia a boceta dela apertar meu pau. Não estava mais aguentando, iria gozar na boceta dela a qualquer momento.
— Rosa, eu vou gozar. Você precisa sair de cima de mim.
— Xiiiuuu!! disse ela colocando o indicador na minha boca
— Mas Rosaa…
— Fica caladinhoouun, eu tomo remedio.
— Porraa Rosaa eu vou gozar caralhooo
— Gozaa seu gostoso, goza na minha boceta
— AAAAAAH CRL!!! HUUUUM
Enquanto recupero o fôlego vejo ela arquear o corpo para trás, ela estremece e geme.
— isso meu amor, goza pro papai
— AAAAIN PAI EU TE AMOOO
— Isso meu amor, goza
Ela cai sobre meu corpo , seus cabelos cobriam meu rosto.Nossas respirações vão se estabilizando.
— AAIN FOI MARAVILHOSO GOZAR COM O SENHOR
— Nem me diga
Ficamos rindo, mas logo tivemos que nos levantar e nos arrumar de novo para o casamento. Ficamos nos ajudando a nos vestir.
— Porra, vamos nos atrasar. eu dizia
— Relaxa pai, é normal a noiva atrasar rsrs
— Você é a noiva mais tranquila que eu tenho noticias kk
Chegamos ao local da cerimônia, apesar da correria passamos alisos. levei ela até ao altar e antes de soltar a mão dela falei baixinho: “nunca esqueça, vou sempre está aqui por você”.Sua resposta veio acompanhada de um sorriso e uma piscada. “Eu sei pai, te amo”
Ela constitui família, me deu dois netos, tem uma vida estável.E nossa transa ficou na lembrança.Quando tocavamos no assunto relebravamos com carinho, satisfação, e sensação de dever cumprido.



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