O jogo proibido entre eu e minha cunhada escalou quando ela apareceu em casa antes do cinema com minha esposa. De repente, estava de quatro pelada no sofá, oferecendo seu cheiro direto na minha Java. E aquela estava só a primeira rodada…
A partir deste ponto, eu e minha cunhada estávamos sempre nos provocando. Sempre que eu ia na casa dos meus sogros (o que eu passei a sugerir com muito mais frequência) ou quando ela vinha aqui em casa, sempre fazíamos alguma “sacanagem leve”, como apertar a bunda dela, ela passar a mão no meu pau e esse tipo de coisa, mas sempre tinha 1 ritual: antes de nos despedirmos, ela sempre ia no banheiro, tirava a calcinha, esfregava bastante na buceta dela e dava um jeito de me entregar sorrateiramente. Eu sempre devolvia na próxima vez que nos víamos, mas teve uma vez que minha esposa encontrou a calcinha. Por sorte ela nem pensou muito no assunto, achou que era uma das calcinhas dela, lavou e guardou hahaha
Passamos uns 2 ou 3 meses só com essas atitudes. A gente não trocava mensagens, a gente não conversava pessoalmente sobre o assunto, nem nada. Era quase que uma cumplicidade velada: ela sabia o que tinha que fazer e vice-versa. Tudo mudou quando ela combinou de ir assistir um filme com minha esposa num meio de semana.
Minha esposa trabalha somente meio período e gira turno, ou seja, tem semana que está de manhã, tem semana que está a tarde e tem semana que está a noite. Elas combinaram de ir assistir um filme em uma quarta-feira a tarde, na sessão das 15h. Minha esposa estava no turno da manhã durante a semana deste combinado e minha cunhada estava no dia de folga, já que ela trabalha 5×2 fixo, rodando o dia de folga todo mês.
Eu faço home office e nossos filhos ficam na escolinha o dia inteiro. Minha cunhada viria de ônibus para nossa cidade e pegaria um Uber até nossa casa. Eis que minha cunhada diz à minha esposa que chegará na parte da manhã pois queria evitar horários onde o ônibus estaria muito lotado. Até aí, tudo normal, já que não era incomum minha cunhada ou meus sogros ficarem aqui em casa enquanto minha esposa não está. Mas o que minha esposa não sabia é que minha cunhada estava com outras intenções…e eu também!
Quando minha cunhada chegou, mantivemos o “personagem”. Não falamos nada sobre o assunto, eu voltei para o escritório e continuei trabalhando. 30min depois ouço minha cunhada me chamando na sala e vou lá ver o que é. A partir daqui as coisas escalaram rapidamente.
Cheguei na sala e minha cunhada estava de quatro no sofá, pelada, olhando pra trás e sorrindo. Eu fiquei admirando a cena alguns segundos e ela me disse:
– Hoje não posso deixar minha calcinha com você….então vem aqui que vou deixar o cheiro na sua cara.
Sem perder tempo, me ajoelhei na beira do sofá e comecei a chupar sua buceta. Ela estava de quatro, então eu chupava sua buceta enquanto minha cara também se esfregava em seu rabo delicioso. Uma bunda grande, farta, durinha e macia ao mesmo tempo, com cheiro de bunda, nada muito forte nem desagradável, pelo contrário: o cheirinho de suor que as partes íntimas adquirem e que é uma delícia. O verdadeiro cheiro da pessoa.
Eu chupei sua buceta, lambi seu cu, esfreguei bastante minha cara ali. Pedi pra ela se sentar no sofá para que eu chupasse melhor e continuei saciando minha cede de buceta. Quando ela começou a chegar no orgasmo, começou a fechar e apertar suas pernas na minha cabeça. Como eu descrevi no conto anterior, ela é forte e tem coxas abundantes. Eu mantive a chupada ao máximo, mesmo que meus ouvidos já estivessem doendo de tanto ela aperta, até que deu uma leve tremida, me apertou demais e tive que me desvencilhar da chave de pernas.
Ambos estávamos sem fôlego já nas preliminares. Tirei minha roupa e me sentei no sofá ao lado dela, ambos respirando ofegantes. Mas eram só as preliminares… como essa parte já está longa, continuo no próximo conto sobre o sexo que fizemos aquele dia e as escapulidas que damos desde então.
Até lá.
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