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Perdi a virgindade anal e virei puta

Publicado em maio 7, 2026 por contoseroticos

Durante as férias na casa do pai, o garoto aproveita as sacanagens diárias com o Cris. Depois de experimentar jorradas de porra no cu, a curiosidade vira desejo. Com KY e dedada, ele se prepara para a grande experiência: ser comido pela primeira vez, descobrindo o prazer de ser usado como uma verdadeira puta.

Olá, pessoal! Seguindo meus contos reais em ordem cronológica, dessa vez vou contar como foi a primeira vez que dei o cu. Nos outros contos apresento dois caras com os quais comecei a fazer as sacanagens, o Pedro e o Cris. Então se quiserem saber mais, leiam os contos anteriores e entandam como eles fazem parte da minha vida.

Era férias, ia passar um mês inteiro na casa do meu pai porque minha mãe ia viajar, mas eu não quis ir. Sabia que seria um período intenso de sacanagens e estava muito animado com isso. Desde o primeiro dia, fazia as sessões de vídeo pornô com o Cris todos os dias, menos aos sábados e domingos porque estavam todos em casa, mas de segunda a sexta era certo. Na segunda-feira da segunda semana o Cris tocou a campainha, ficamos batendo papo e/ou jogando e depois, como de praxe, fomos para o nosso filme pornô com as sacanagens de sempre. Nesse momento já estávamos mais à vontade com tudo aquilo. Já ficávamos pelados, já tínhamos feito 69, já acordamos que sempre poderíamos gozar na boca ou na cara um do outro e começamos as safadezas. Só que, dessa vez, o Cris veio com uma ideia diferente, ele me pediu para gozar no meu cu e eu retruquei “como assim? Eu nem dei e você já quer gozar lá?” e ele disse que não, que seria apenas na porta, pelo lado de fora mesmo. Achei que poderia ser interessante e topei. Na minha vez de chupá-lo, qunando ele já estava quase gozando, eu me levantei, coloquei as mãos na parede e colando nela o meu rosto, abri um pouco as pernas, empinei a bunda e o Cris encostou seu pau no meu cuzinho e começou a punhetar até que a porra começou a jorrar. Que sensação maravilhosa! nunca tinha tido vontade de dar o cu (nas brincadeiras do Pedro, ele tentou dar umas forçadinhas mas doía muito e não me interessava), mas aquilo era outro nível. O Cris perguntou se eu queria fazer o mesmo, mas eu disse que não, que preferia continuar gozando na boca e ele não se importou.

Os dias foram se passando e ele sempre pedia pra fazer a mesma coisa, cada hora de um jeito, na terça foi de ladinho, na quarta fiquei deitado de bruços, na quinta foi de quatro. Amigos, na quinta eu alucinei em ficar de quatro e tomar uma jatada de porra no cu. Aquilo me deixou com um tesão tão grande que eu não sei explicar e não conseguia parar de pensar.

Na sexta, tudo correu normal, começamos a sacanagem e combinamos que ele gozaria primeiro, comecei chupando, mas aquela jatada de quatro não saía da minha cabeça, até que, com um frio na barriga, eu parei, olhei pra ele e disse que queria experimentar algo diferente, disse que queria que ele comesse o meu cu e ele topou na hora. Eu sabia que ele era o cara perfeito pra começar porque seu pau não era grosso e seria mais fácil, também sabia que meu pai guardava KY nas coisas dele pra comer minha madrasta, então fui lá peguei o KY, lambuzei bem o meu cu e o o pau do Cris. Ele estava louco de tesão e ansiedade, mas combinamos que começaríamos bem devagar porque eu era virgem. Coloquei meus joelhos no sofá, o Cris veio por trás, senti aquela cabecinha no meu cu e logo começou a forçar, doeu. Ele tentou mais um pouco e não conesgui aguentar, sempre tive o cu muito pertado, mas ele disse “vamos com calma” e tentou de novo mas sem sucesso. Ele perguntou se eu queria desistir, mas eu disse que não, falei vamos tentar outra posição e fiquei de frango assado, arreganhando bem minhas pernas, ele tentou e, mais uma vez não consegui. Resolvi desistir e seguimos nossa sacanagem normal como fazíamos sempre.

Mesmo não tendo conseguido, aquilo era delicioso e não saía da minha cabeça. Passei o final de semana inteiro pensando naquela sensação e tive uma ideia (que depois escobri que é uma técnica muito usada) passei o sábado inteiro e o domingo tentando me acostumar com algo no cu. Quando ia tomar banho (no calor, umas 3x ao dia) enchia o dedo de condicionador e ficava colocando no cu. Quando ia dormir ficava quase meia hora com o dedo no cu fazendo os movimentos de ir e vir pra me acostumar. No domingo à noite, consegui aguentar dois dedos.

Na segunda, assim que o Cris chegou, não quis saber de nada, falei pra ele “quero tentar de novo” e o pau dele endureceu na hora. Ficamos pelados e dessa vez não teve nenhum acordo ou conversa, já me ajoelhei e enfiei aquele pau na boca, chupando igual a uma puta no cio. O Cris foi ficando cada vez mais louco e disse “fica de quatro”, obedeci e pra minha surpresa, ele veio com a língua no meu cuzinho. Vi estrelas, aquilo era muito gostoso e quanto mais ele lambia, mais eu empinava o rabo e mais eu queria dar pra ele, até que não aguentei e disse “me come, come meu rabo” ele levantou, lambuzou meu cu e sua pica com o KY apontou a vara no meu cu e forçou a entrada, mas a dor veio novamente. Senti que não ia aguentar de novo e, antes de me machucar, resolvi ficar logo de frango assado e comecei a dedar meu cu. Ele ficou olhando com cara de safado passando a mão na piroca até que tirei e disse “vem”, ele veio e sem forçar muito a cabeça entrou, urrei de tesão e ele logo foi empurrando aquele mastro delicioso pra dentro do meu rabo, começou a acelerar um pouco mais os movimentos, estava doendo mas era suportável e o prazer era muito maior do que a dor.

Ele ficou metendo por um tempo e começou a tocar no meu pau, mas eu pedi pra parar senão eu ia gozar e não queria ainda, queria aproeitar ao máximo aquela vara. Mas meu desejo ainda não estava satisfeito, queria mais, eu queria dar de quatro. Pedi pra ele parar, me virei e disse “agora vai, empurra e não para” ele botou mais KY no meu cu e na sua pica e foi empurrando, exitei um pouco, fui chegando um pouco pra frente porque nessa posição doía mais, mas ele me atendeu e não parou, até que, assim que a cabeça entrou, o pau dele escorregou todo de uma vez só. As sensações de dor e prazer vieram misturadas, mas resolvi focar numa só e eu mesmo comecei os movimentos. Logo o Cris estava socando meu cu de quatro, a gente gemia e urrava de prazer. Ele, como da primeira vez que eu o chupei, demorou pra gozar e eu cada vez ia me acostumando mais com a que pau na minha bunda, era muito gostoso. Ele anunciou que ia gozar. Aumentei eu mesmo os movimentos até que comecei a sentir seu pau latejando e minha bunda enchendo com a sua porra abundante. Ele tirou o pau do meu cu só depois que amoleceu. Perguntou como era a sensção e como eu fiz pra conseguir, contei tudo e ele disse que queria repetir a dose, mas que ainda não tinha coragem de dar o dele. Nem me importei porque na verdade, eu gosto mesmo é de ser chupado e acabava de descobrir que gostava de ser usado como uma puta.

Esse foi mais um conto real da minha saga com os machos. Ainda tem mais. Até a próxima 😉

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