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Presente de aniversário para o vovô tarado

Publicado em maio 21, 2026 por contoseroticos

Carla decide fazer uma boa ação e levar um bolo para o seu vizinho idoso no aniversário dele. O que começa como um gesto de caridade vira uma noite inesquecível quando o velhinho revela seus desejos mais secretos. Será que ela vai ceder ao presente que ele realmente quer?

Carla estava no condomínio de quitinetes há quase um ano. Ela havia vindo do interior pra tentar a sorte na capital. O emprego era de caixa de supermercado com salário mínimo e ter topado ser a síndica da pequena vila pelo menos livrava o valor do aluguel. Eram apenas 12 quitinetes de quarto, cozinha e banheiro. A maioria deles ocupada por gente que vinha para trabalho por temporada e que ficavam no máximo 6 meses. Tinha também um casal jovem com um filho pequeno que pareciam ser bem animados, afinal, pelo menos 3 vezes na semana era comum na madrugada ouvir gritos do fundo da rua. Ao lado, morava o seu Olívio, um senhor de 92 anos, que vivia sozinho. Viúvo, filhos já crescidos e cada um para um lado, seu Olívio vivia da aposentadoria e passava o dia quase todo sentado na frente da vila. Além de Carla, dona Josefa, de 50 pra 60 anos, separada e faxineira. A melhor amiga que ela tinha feito em um ano na capital. Josefa a ajudava a tomar conta das questões da vila e uma socorria a outra nas horas de aperto. Foi Josefa quem trouxe as fichas dos moradores e entregou pra Carla que deu uma olhada rápida e disse:
__ Olha, esse mês tem aniversário do seu Olívio.
__ Esse aí já tá na hora extra.
Carla achou a piada um pouco grosseira. Josefa riu.
Nos dias seguintes, sempre que saia para trabalhar e já via seu Olívio varrendo a calçada ou sentado na frente da vila, Carla ficava pensando na triste situação de quem, como seu Olívio, passa o aniversário sem ninguém.
Então na véspera, ela pegou um bolinho pequeno no supermercado, uma vela e um pacote de chapeuzinho de aniversário. Era um desperdício, pensou. Só vai usar 2. Mas logo em seguida, pensou consigo mesmo que aquele era o tipo de piada de Josefa, não dela.
Morena, baixinha, mirrada, cabelo bem encaracolado, mulata, peitinhos pequenos e o sotaque que não disfarçava a origem maranhense. Tinha 22 mas parecia uma estudante de 15 ou 16. Lá foi, Carla bater na porta do quartinho do seu Olívio. Já era 10 da noite mas fazer o quê? Essa era a hora em que saía do trabalho.
É lógico que seu Olívio ficou surpreso. Assim que abriu a porta, ele não esperava ver o bolo de aniversário com as velas acesas. Muito menos Carla o segurando.
__ Ô minha filha, não precisava. Você lembrou?!
__ Feliz Aniversário, seu Olívio.
__ Nossa, faz tempo que não comemoro um aniversário. Que surpresa! Entre, entre!
Aquilo quase cortou o coração de Carla que deu dois passos pra frente e já estava na cozinha. Ela colocou cuidadosamente o bolo sobre a mesa, tirou um chapeuzinho de aniversário da bolsa e o colocou na cabeça do seu Olívio.
__ Muitas felicidades, seu Olívio. Muita saúde, paz, dinheiro…
__ A gente tá precisando, né filha…
__ Hahaha, é. Principalmente isso. Mas seu Olívio, eu não queria deixar a data passar em branco.
__ Ô meu amor, você é um anjo.
Seu Olívio se apressou em buscar uma faca e cortou o bolo. Ele ainda tinha um pouco de senso de humor.
__ O primeiro pedaço vai pra você.
Carla sorriu e pegou o pedaço. Mas falou:
__ Seu Olívio, o senhor já cortou o bolo e a gente nem cantou os parabéns. Faça seu desejo! Carla acendeu a velinha, cantou parabéns baixinho para não incomodar os vizinhos e Olívio soprou a vela.
Era aniversário dele e Carla tentava dar toda a atenção que o velho não tinha tido nos últimos anos. Ouviu suas histórias, contou sobre o seu trabalho e sua família e ajudou o seu Olívio a matar uma dúzia de latinhas de cerveja, apesar de dizer para o vizinho que era fraca pra bebida e que 3 eram o seu limite. Parecia mesmo porque a fala já estava um pouco mais devagar. Em compensação ela sorria mais e estava menos tímida.
__ Nossa! Já é quase 1! Preciso ir que amanhã eu trabalho de novo. Olha, seu Olívio, parabéns pro senhor viu! O senhor só desculpa que eu não trouxe nenhum presente.
Repentinamente, a alegria do seu Olívio murchou. Carla percebeu.
__ Mas se tiver alguma coisa que eu puder fazer pelo senhor…
__ Tem uma.
__ O que é?
__ Deixa pra lá.
__ Me fala. As vezes eu consigo… Desde que não seja caro.
__ Minha filha, eu sou sozinho há muito tempo.
__ Eu sei.
__ Mas a gente tem as necessidades…
__ Não tô entendendo, seu Olívio.
Carla estava entendendo sim. E as mãos do seu Olívio na sua coxa tremendo e próximo de acariciar sua buceta não escondiam a intenção.
__ Dá só um beijinho aqui de presente?
__ Seu Olívio!
__ É o meu presente de aniversário.
Carla pensou rápido. Ela já tinha chupado tanto moleque idiota, não custava fazer uma boa ação. Além do mais, provavelmente, o pau nem levantaria, ela iria embora logo. Era uma boa ação, afinal.
__ Só isso?
__ Só, eu juro.
__ Tá bom, seu Olívio. Mas isso fica entre nós.
__ Minha filha, mesmo que eu fale, ninguém vai acreditar.
Eles riram. Carla começou a puxar o elástico do short e baixar a cueca do seu Olívio. Para sua surpresa, saltou de lá um pau grosso e duro. Não era o maior que ela já tinha visto mas também nem de longe era pequeno como o do seu último ficante. Enquanto ela punhetava levemente, não conseguiu segurar a surpresa.
__ Seu Olíííívio!
Seu Olívio jogou o corpo para trás, relaxando. Carla desceu e se colocou de joelhos em frente a ele. Primeiro começou com um beijinho no topo, depois na base, depois a língua subia e descia e Carla fechava os olhos para não olhar diretamente para o seu Olívio. Um misto de vergonha e porque ela não estava acreditando que estava mamando um velho que poderia ser seu avô. Mas cacete não envelhece e Carla estava decidida a dar a seu Olívio o melhor presente de aniversário da vida. “Esse velho só não pode infartar”, foi o que pensou.
Enquanto ela abocanhava, seu Olívio acariciava seu rosto e gemia.
__ Que presente booooom!
Carla com a boca cheia apenas concordava. “Humrum”
__ Minha filha, canta parabéns?
Carla ficou surpresa. Que velho tarado! Ela percebeu que ele estava revirando as coisas no criado mudo logo a frente. Carla rapidamente tirou o celular da mão do seu Olívio.
__ Nada de vídeo.
Olívio apenas se esticou mais e começou a foder a boca da vizinha enquanto ela tentava cantar com o cacete até a garganta.
__ Paba… hump! Nes…glupt! glupt! Ida! – Tirou finalmente a boca do pau. Muitas feeelici… Seu Olívio a segurou novamente e enfiou o pau dentro da boca da Carlinha antes que ela continuasse a frase. Carla tossiu com a estocada inesperada.
Ele se levantou, segurou a mão da Carla e a levou até o quarto.
__ E pra mim, nada? Tuuuudo!
__ Tudo, não, seu Olívio. O senhor pediu só um boquetinho.
__ Minha filha, nós já estamos aqui. E olhe, você é uma deusa! O corpo todo durinho. Quando é que eu vou ter essa oportunidade de novo? Nunca!
Carla cedeu. Seu Olívio deitou na cama e enquanto ela tirava a roupa. Primeiro o uniforme do supermercado que deixou a vista um conjuntinho de lingerie branca.
Carla subiu sobre o seu Olívio. O álcool já fazia e feito e ela pensou: quer saber? Vou também me divertir com isso.
__ Eu sou o seu presentinho é?
__ É o meu presente especial.
__ Então aproveita o seu presente! – Carla baixou um lado do sutien e colocou o biquinho já durinho na boca do seu Olívio. Enquanto isso, as mãos do velho já tinham colocado sua calcinha de lado e o pau do seu Olívio já roçava a entrada da buceta.
__ Cadê a camisinha, seu Olívio?
__ Minha filha, eu não faço isso todo dia. Nem lembro mais como se põe isso.
Carla riu. E então começou a judiar do velhinho, jogando a cintura para frente e para trás, deixando a cabeça do pau quase entrar na buceta para, em seguida, repentinamente tirar.
__ Vovô quer me comer é? Quer bucetinha de aniversário?
__ Eu quero!
__ Será que tá merecendo?
__ Será? E você, quer dar prum coroa? Tem tesão de dar pro vovô?
__ Nunca dei pra um vovô.
__ Quer tomar leitinho do vovô? Quer que o vovô tome conta de você?
Carla nem conseguiu responder antes de sentir a tora toda indo até o fundo da sua buceta. O grito foi imediato.
__ Aaaaaaaaaaaaaahhh! Agora mete! Mete tudo, mete forte, mete até o fundo, filho da puta!
__ Calma meu amor. Você é o presentinho de aniversário do vovô, lembra? Eu vou brincar bastante ainda.
Seu Olívio fez Carla cavalgar até gozar na sua rola. Em seguida, a colocou na posição de papai e mamãe e a castigou com mais rola. Essa era a vantagem de um cara experiente. Ele sabia se segurar e fazia Carla gozar primeiro. A buceta da novinha transbordava de tanta porra que escorria, resultado da mistura do gozo dos dois.
Colocando Carla de ladinho, seu Olívio começou a bombar forte. Carla já não escondia mais o tesão. Estava ao mesmo tempo surpresa e maravilhada de ser o presente daquele velho. Imaginava há quanto tempo esse tesão deveria estar represado.
Agora, avisando que estava para gozar, seu Olívio diminui o ritmo e fazia bem devagar e gostoso, pedindo para Carla cantar novamente o parabéns pra você que ele ritmava com as estocadas naquela buceta. Segurando firme na cintura de Carla, seu Olívio fez ela virar seu rosto para ele e cada vez que ela cantava “é pique” “é pique”, “rá, tim, bum!” seu Olívio socava e urrava.
Quando Carla cantava seu Olívio, seu Olívio, o jorro da porra veio mais uma vez farto. Muito da porra ficou na buceta mas uma parte ainda estava no pau. Seu Olívio puxou a cabeça de Carla em sua direção e fez ela não deixar uma só gotinha.
Carla deitou um pouquinho ao seu lado e depois de uns 15 minutos se levantou. Deu outro beijinho na pica do seu Olívio e se despediu.
__ Feliz Aniversário! O senhor tá de parabéns, viu!
Ela riu, se vestiu e voltou para sua casa.

No dia seguinte, enquanto ela e Josefa esperavam o ônibus na frente da vila, ela puxou o assunto.
__ Ontem fui levar um bolo de aniversário pro seu Olívio, tadinho.
__ Tadinho, o que?! Não suporto aquele velho sem vergonha!
__ Por que tanta raiva. O coitado não faz nada pra ninguém.
__ Ah, por favor, Carla! Vai dizer que você nunca ouviu o barulho que vem quase toda noite da quitinete dele! O velho gasta todo o dinheiro da aposentadoria comendo puta! Não sei como você não encontrou com uma das putas dele ontem. Não ouviu a gritaria?

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