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Primeiro pagamento da empregada submissa

Publicado em fevereiro 2, 2026 por contoseroticos

Anabelle cumpre sua parte no acordo humilhante com Rogério. No silêncio da biblioteca, ela entrega seu corpo em troca do dinheiro que resolve seus problemas. Uma transação fria que deixa marcas, mas alivia o peso da dívida. Será que o preço da dignidade vale a segurança?

(CAPÍTULOS 4 – 5, LIBERADOS APÓS 10 VOTOS)

A manhã seguinte na Mansão Brasil parecia normal, mas para Anabelle, o mundo tinha mudado.

Ela servia o café com mãos firmes. Rogério estava na ponta da mesa, lendo o jornal, sem sequer olhar para ela. A família agia como sempre. Apenas Anabelle sabia que a mulher dentro daquele uniforme preto tinha sido negociada na madrugada.

O café da manhã acabou. Rogério foi para a biblioteca, seu escritório da manhã.

Dez minutos depois, o interfone da cozinha tocou. Um toque curto. A cobrança.

Anabelle respirou fundo, alisou o avental branco sobre o uniforme e caminhou até a biblioteca.

O cômodo estava claro, cheio de luz e cheiro de móveis antigos. Rogério estava de pé perto da janela.

— Tranque a porta, Anabelle — ele disse. A ordem era simples, mas carregava todo o peso da noite.

Anabelle obedeceu, sentindo o clique da chave como um tiro na sala silenciosa.

Rogério se virou. Estava impecável no terno cinza, parecendo o empresário sério. Ele foi até a mesa e encostou nela.

— Venha cá — ele mandou.

Anabelle se aproximou. Ela parou a um passo dele.

— Mais perto.

Ela deu o último passo.

Rogério não a tocou com carinho. Ele colocou a mão pesada na nuca dela e a empurrou para baixo.

Anabelle não resistiu. Seus joelhos dobraram, e ela se ajoelhou no tapete macio, pronta para o que ele queria.

O que se seguiu foi rápido, mecânico e frio. O barulho do zíper da calça dele abrindo foi o único som.

Anabelle fechou os olhos. Ela precisava ir para outro lugar na sua mente. Ela pensou no aluguel que estava atrasado. Pensou no medicamento caro da mãe. Pensou que, se ela fizesse isso direito e sem reclamar, o contrato valeria a pena.

Rogério usou o corpo dela como uma ferramenta rápida, segurando a cabeça dela com firmeza, controlando cada movimento, sem se importar com ela. Era uma transação comercial sendo executada.

Quando ele terminou, poucos minutos depois, ele se afastou e arrumou a roupa rápido. Ele não olhou para ela.

Anabelle se levantou do chão, os joelhos doendo. Ela alisou o uniforme, recuperando sua máscara profissional.

Rogério já estava sentado na cadeira dele, abrindo uma pasta de documentos, como se estivesse ocupado. Ele pegou a carteira de couro caro no bolso interno do terno. Sem tirar os olhos dos papéis, ele abriu a carteira e puxou duas notas.

— O almoço será meia hora mais cedo. E pegue isto — disse ele, deixando duas notas de 200 e uma de 100 reais na beirada da mesa. Ele usou a ponta da caneta para empurrar o dinheiro. — É um bônus pelo serviço extra. Pelo bom trabalho. A tarde é sua. Volte amanhã cedo.

Anabelle olhou para as notas. Quinhentos reais. Era humilhante, era sujo, mas resolvia três problemas urgentes da mãe de uma só vez. A humilhação tinha um valor exato.

Ela pegou o dinheiro rápido, dobrando-o e guardando-o no bolso interno do avental sem um som. Ela escondeu a prova do contrato.

— Sim, Sr. Rogério. Obrigada.

— Pode ir.

Anabelle destrancou a porta e saiu para o corredor. Ela caminhou de volta para a cozinha com o estômago embrulhado, mas com o peso do medo aliviado pelo peso do dinheiro em seu avental.

Na pia, ela lavou a boca e as mãos com água e sabão, esfregando com força. Depois, avisou a cozinheira sobre a mudança de horário.

Ela não voltou ao seu trabalho de polir a prata. Com a tarde livre, ela iria ao banco pagar os boletos da mãe.

O expediente dela tinha sido curto. O trabalho era nojento, mas o pagamento era alto. Ela tinha vendido sua dignidade por segurança. Agora, ela tinha que aprender a viver com isso

(CAPÍTULOS 4 – 5, LIBERADOS APÓS 10 VOTOS)

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