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Safada invadida por bandidos tarados

Publicado em fevereiro 24, 2026 por contoseroticos

Sozinha em casa, uma garota aproveita sua liberdade se exibindo de forma safada. Até que, numa noite, sua casa é invadida por homens perigosos. Eles descobrem que está completamente sozinha e decidem ensiná-la como uma verdadeira putinha deve se comportar. Seu corpinho delicado está prestes a ser usado sem piedade.

Invadiram minha casa comigo sozinha – Primeiro dia

Antes de sair de viagem, minha mãe me deu uma folha de papel com algumas instruções de coisas que eu devveria fazer em casa durante as duas semanas que eu ficaria sozinha em casa… como um lembrete, pra eu não esquecer de regar as plantas, deixar a casa arrumada, e alguns telefones pra casos de emergência. E no final ela escreveu a data que chegariam de volta. Eu resolvi então deixar esse papel grudado na porta da geladeira.

EU estava toda animada de ficar em casa sem ninguém, livre pra me fazer de mulherzinha permanente, ficar andando o dia inteiro de roupinhas bem safadas, todo maquiada, rebolando no espelho, gravando videozinhos fazendo de conta que eu era uma atriz porno, tentando ser a mais vadia de todas, me imaginando sendo usado sem descanso por grupos de homens tarados, musculosos, altos e muito dotados.

Depois de uns três dias, minha casa já estava cheia de roupinhas espalhadas e jogadas por todos os lados, no sofá da sala, na cama, no banheiro… Eu não corria risco nenhum de alguém chegar, pois ninguém da minha familia morava na cidade, e eu tinha tudo que precisava, como comida, e tal. Ou seja, não ia ter que sair pra nada, nem receber nenhuma visita, nem aula nem nada. Eu tinha me transformado em uma menininha danada de férias sozinha em uma casa com tudo que precisava.

No quarto dia, durante a madrugada, eu estava dormindo com meu shortinho socado, e uma blusinha apertada, como eu vinha fazendo todos as noites. Acordei com um barulho vindo da sala. Antes de levantar, ouvi vozes e imediatamente me dei conta de que tinham invadido minha casa pra roubar. Como era férias, muitas casas estavam vazias, muita gente tinha viajado, como por exemplo meus vizinhos.

Me levantei quase entrando em pânico, sem saber o que fazer, e antes que eu pensasse em qualquer outra coisa, um homem apareceu na porta do meu quarto, e jogou a luz da lanterna direto em cima de mim. Deu pra ver na cara dele que ele não tava acreditando no que estava vendo: eu, uma femeazinha, pequena, gostosinha, afeminada, de shortinho, ainda com maquiagem de lapis nos olhos, um batonzinho rosa, e meu rostinho de assustada e inocente. Ele praticamente pulou em cima de mim, tapando minha boca, e me ameaçando, perguntando quem mais estava na casa. Eu falei que meus pais moravam lá, mas não falei que estavam viajando. Ele me segurou pelos braços, e me levou até a sala.

Chegando lá, eu vi mais 3 outros homens. E um deles estava segurando um papel na mão, lendo e esboçando um sorrisinho malicioso. EU percebi que era o papel que eu tinha grudado na geladeira, onde estava escrito quando meus pais voltariam de viagem. Ou seja, eles logo ficaram sabendo que eu estava sóxinha, e ficaria sozinha por vários dias mais. Foi aí que eles relaxaram, e ficaram despreocupados. Me colocaram sentada no sofá, e começaram a fazer várias perguntas. Primeiro perguntas sobre coisas de valor, como jóias e dinheiro… até que as perguntas passaram a ser sobre eu e aquele monte de roupinhas espalhadas pela casa.

Um deles chegou perto de mim e falou: “Quer dizer que você gosta de ser uma putinha, né… Papai e mamãe viajaram, e a meninina já ficou todo soltinha… Cê tá querendo um macho pra te fazer de mulherzinha de verdade? É isso que você quer, sua putinha?” Então me deu um tapa no rosto, e me puxou pra eu levantar e me agarrou com força. Minha altura não chegava nem na altura do pescoço dele. E ele era miuto mais largo, e encorpado do que eu, com meu corpinho de donzela, com a pele lisinha, branquinha e macia. Ele falou que se eu obedecesse tudo que eles mandassem, eles não iam me machucar.

Eu estava completamente paralizada de medo, só imaginando o que eles iam fazer comigo. Tava na cara que meu corpinho seria violentado, minha bundinha ia virar o brinquedinho sexual de todos aqueles homens enormes e intimidantes. E não sabia quanto tempo eles iriam ficar na mina casa… eles já sabiam que ninguém apareceria lá por pelo menos uma semana.

Um deles já tinha inclusive encontrado o armario onde tinham algumas bebidas, como vinho, uísque, vodka. Ele entrou na cozinha e voltou com alguns copos e uma garrafa de uisque. Serviu o copo pros outros comparças, e então começaram a se acomodar. Sentaram, e me mandaram sentar entre dois deles que tinham sentado em um sofá de dois lugares. Fiquei espremida entre aqueles dois monstros, completamente a merçê deles, me sentindo uma cadelinha prestes a ser domesticada e preparada para reproduzir e ficar prenha de 4 animais selvagens.

Um deles ligou a TV, e colocou música, estilo funk carioca, e então me mandou levantar e mostrar pra eles como uma funkeira rabuda tem que dançar na frente dos machos. Eu estava totalmente travada, assustada, sem conseguir me mexer de tanta vergonha. Um deles me puxou, e segurou minha cinturinha com as mãos, e começou a balançar meu corpinho, falando que ia me ajudar a aprender a rebolar o bumbum bem gostosinha. Ele me balançada, me jogava pra frente e pra trás, fazia movimentos circulares quiando minha cintura, e seguindo as batidas da música. Os outros riam, estavam se divertindo, e começando a ficar excitados demais, vorazes. Não tiravam os olhos de mim. Agiam como se estivessem na fila esperando a vez de pegar em mim e me apertar e me alisar, me morder, me agarrar… simplesmente me usar de toda e qualquer forma que eles desejassem.

O que estava me segurando pela cintura fazendo minha bundinha se remexer, me puxou e me fez cair sentada no colo dele. Senti na hora o volume e a dureza de algo enorme dentro das calças dele, fazendo minha bundinha tremer, e meu corpinho ficar todo amolecido.

Continua…

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