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Submissa e usada: minhas primeiras trepadas com um macho

Publicado em abril 26, 2026 por contoseroticos

Depois de ser excluído por ser afeminado, o protagonista descobre o prazer em se vestir de mulher e explorar seu corpo. Até que um coleguinha aproveita a chance e o domina, usando ele como putinha escondida, marcando o início de uma vida de submissão aos machos.

Depois que as brincadeiras que com meus vizinhos foram acontecendo e o tempo foi passando, eles foram me excluindo; afinal, começa a pegar mal para eles ser próximos da bichinha, pois meu jeito continuava delicado e fiquei com uma atitude mais afeminada.
Essa exclusão me deixou sem amigos no condominio e na escola. Até que, quando eu tinha quatorze anos, minha mãe, meu pai nunca conheci, começou a ganhar menos no seu emprego, e resolveu economizar em algumas coisas e me mudou para uma escola estadual. Nessa altura, minha irmã já havia se casado e saído de casa, então eu ficava a tardes sozinho em casa, minha mãe trabalhava o dia inteiro, então, não tendo mais amigos, eu comecei a me divertir com minha imaginação, comecei a experimentar roupas e calcinhas antigas ficaram no quarto da minha irmã, e eu me masturbava usando o dedo no cuzinho ou um cabo fininho de uma ferramente que havia quebrado (não sei de onde era). E foi assim que gozei pela primeira vez: estava sozinho em casa e vesti uma blusinha de uniforme de colégio, calcinha e uma saia de tecido, com um dedo no cuzinho e outro do pauzinho, eu gozei. Logo depois, usando uma almofada bem grande, eu colequei o cabo que mencionei e comecei a cavalgar, eu estava de soutien e meias rosas cumpridas (não eram meia-calça, mas tipo meias de futebol cumpridas) que ficavam um pouco acima dos meus joelhos, cavalgando eu pela primeira vez gozei de uma forma mais prazerosas, apenas cavalgando gozei sem tocar no meu pauzinho, e passei a só gozar assim, e até hoje é muito raro conseguir gozar batendo punheta. A partir dessa época, eu comecei usar calcinha escondida por baixo de roupas normais.
Enfim, quando entrei no novo colégio eu já sabia que meu desejo era ser enrabado, voltar a mamar e ser usado por Macho, eu sabia que era bichinha. Mas no mesmo colégio público a reação foi a mesma, os meninos não queriam ser vistos andando com uma bichinha. Mas minha primeira me mostrou o que verdadeiramente muitos machos desejam: conseguir usar uma bichinha na encolha, sem se comprometer.
Até que um dia, voltando do colégio a pé, era perto e nessa época as coisas não eram tão perigosas, e sem perceber um colega da minha sala, me seguiu sem eu perceber. e quando estava próximo da minha casa e acho que distante para alguém ver ele, então ele chegou de repente atravessando a rua me chamando. Ele era mulato, rosto com espinhas, cabelo raspado e meio gordinho, mais alto q eu (era feio, depois me falou q gostava de comer viadinho porque não conseguia foder meninas). Ele me abordou olhando pros lados, tenso para ninguém ver, perguntando se eu morava ali perto, eu disse que sim, até apontando o edifício, pergontou se eu estava sozinho em casa, eu disse que sim, e ele se convidou parar ir na minha casa, eu aceitei em silêncio, sentindo que iria acontecer.
Fomos quietos até chegar em casa, e nesse dia eu tinha me esquecido mas estava usando calcinha por baixo da minha calça, ele já foi perguntando onde era meu quarto e perguntando se ninguém iria chegar… Chegando no meu quarto, ele fechou a porta, e já disse eu sei que tu é bicha, to louco pra te comer, mas tem que prometer que não falar nada e nem me olhar ou falar comigo lá na escola, se fizer isso eu vou arrebentar a tua cara de socos… eu falei baixinho que aceitava não expor nada. Ele então ficou pelado e disse para eu tirar a minha camiseta e calça – foi aí que me lembrei da calcinha – e tirei a roupa envergonhado. Ao me ver de calcinha, ele partiu pra cima de mim doido e dizendo meio rindo – eu sabia que tua era bichinha – e me encoxou de pau duro (pau grosso deveria ser médio, mas iria doer muito levar ele na minha cuceta, e pentelhudo – eu fiquei totalmente entregue e rebolando pra ele. Logo em seguida me colocou para mamar de joelhos e ele de pé, então ele perguntou se eu já tinha dado, e eu falei a verdade que não, mas ele disse que iria ver, me mandou ficar de quatro na cama, colocou a calcinha pro lado, e viu meu cuzinho todo apertado e disse – puta que pariu, é cabaço – então ele perguntou se tinha margarina em casa e me mandou pegar rápido, cheguei com o pote, ele me mandou ficar de quatro, dedou meu cuzinho com a margarina e já doeu um pouco, passou na pica dele, e disse que se eu fosse gritar era para morder o travesseiro, pois ele não iria desistir e parar. Lembro que doeu muito, e realmente chorei, mas ele meteu tudo, e começou a me comer um pouco naquela posição, até que jogou o peso do corpo sobre mim, e ainda com o pau dele dentro de mim, caímos na cama comigo de bruços, aí ele estocando assim, gozou dentro do meu cuzinho, e tirou o pau todo sujo, acho que até com um pouco de sangue… ele nem ligou e pegou minha camiseta e limpou o pau, fiquei alí parado na cama, e ele disse que iria me comer muito, mas só se eu ficasse queitinho, disse que era eu sempre sair do colégio normalmente, e quando ele pudesse iria me abordar perto de casa. E foi assim, ele saiu depois de me usar, passei a tarde com dor na cuceta. Mas nas outras vezes foram bem melhores, e ele começou a armar para passar a tarde lá em casa, me fazendo vestir as roupas, e me tratando como putinha, suando meu video game, me mandando servir comida pra ele, depois percebi que isso era uma coisa meio de dominação, mas somente fui ter experiências assim de modo total anos depois. Ele me usou uns dois anos, com tempo acho q fui perdendo a graça pra ele, mas ele me comia bastante, me fazia agir como mulherzinha para ele, e do final com ele, que eu tive outras experiências, entre quinze e dezesseis ano de idade, próximo conto eu escrevo sobre elas mas principalmente minha primeira vez com um macho mais velho, coroa mesmo e bem abusador.
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