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Tânia, a puta vingativa

Publicado em maio 25, 2026 por contoseroticos

Tânia não perdoou o sumiço do amante. No motel, ela e o marido o submeteram a um jogo de humilhação e prazer. Ele só podia obedecer, assistir e desejar. Quando finalmente chegou sua vez, Tânia fez questão de deixá-lo de pau duro e com vontade, só para mandá-lo embora sem alívio.

Estava com saudade do meu casal favorito. Por isso, liguei para José e combinamos de nos encontrar ainda naquela semana. José me passou o localizador do motel e a hora em que eu deveria chegar. No horário exato, estava passando pela portaria. Meu pau parecia o ponteiro do relógio de tão duro e pra cima. Tânia merecia.
Assim que encostei o carro, dei duas batidinhas na porta e logo, que a porta se abriu pude apreciar novamente Tãnia. Dessa vez, já toda pelada. José estava logo atrás dela, logicamente, aproveitando para roçar o cacete naquela bunda deliciosa.
Nem terminei de dar o meu ‘oi’ e Tãnia de imediato me deu um tapa na cara.
__ Isso é por passar um tempo sumido.
O tesão que já estava nas alturas agora era incontrolável. A vontade de fazer essa mulher de puta e gritar com o pau todo enterrado até o fundo do seu cu estava ainda maior.
Mas Tânia tinha outros planos. Me puxou para dentro da suíte e me deu um beijo delicioso de língua. O clássico beijo de namorados cheios de tesão.
__ Ainda estou com a boca um pouco doendo de tanto fazer boquete do José.
Filha da puta! Eu pensei. Essa piranha vai ter o que merece. Mas, antes que eu pudesse dar, Tãnia me empurrou sobre a cama.
__ Hoje você está de castigo pelo seu sumiço. Preste atenção nas regras. Número um: você não pode tocar. Número dois: você só tem que obedecer. E número três, se você se comportar bem, eu te dou 5 minutos para você fazer o que quiser, ok?
__ Ok! Eu estava adorando aquele lado da Tânia, mais mandona.
Logo, José se juntou para me cumprimentar e conversar.
__ Hoje ela acordou assim: mandona. Só nos cabe obedecer.
Nós, os dois amigos, fizemos um brinde e relaxamos para apreciar o que viria.
Não demorou muito e Tânia tirou minha roupa, indo direto ao cacete. A língua passou pelo saco, tentou colocar uma bola do saco na sua boca e cuspindo sobre o cacete, começou a passar a língua por todo o cumprimento da vara. Levei minha mão para acariciar os seus cabelos enquanto ela fazia o boquete mas tomei um tapa na mão.
__ Não, não! Lembre-se das regras.
E Tãnia nem conseguiu terminar a frase. Quando a última palavra ia sair sua boca já estava cheia do meu cacete. Ela mamou lentamente, judiando de mim que podia sentir e assistir tudo mas não podia tocá-la. Tânia então tentou colocar o cacete inteiro em sua boca e a vara fez um volume na sua bochecha. Com as mãos, ela chamou José e fez com que ele beijasse justamente o bola na buchecha formada pela cabeça do meu cacete no lado de dentro.
Avisei a Tãnia que não resistiria a muito tempo tanta safadeza mas ela deu um tapa no meu cacete e disse:
__ Você goza quando eu mandar.
José ria enquanto ela agora se dedicava ao pau do marido.
__ É melhor obedecer.
Tãnia tinha muita vontade. Ela estava especialmente gulosa naquele dia. Mamou José loucamente como se fosse sua última oportunidade até fazer com que ele gozasse em toda a sua boca. Ela quase engasgou. Engoliu uma parte da porra mas aproveitou o restante para cuspir no meu cacete.
__ Vamos fazer uma vitamina de porra. Cuspia mais a porra de José sobre o meu cacete e me mamava enquanto punhetava e segurava firme o saco. Olhou nos meus olhos e disse:
__ Agora você pode gozar.
Assim que os primeiros jatos começaram a estourar na garganta de Tânia, ela abocanhou ainda mais sugando com toda força.
De tanta sucção, meu pau se esvaziou totalmente. Mas ela continuava chupando, o que me arrepiava inteiro.
__ Agora venham aqui, me beijar. Quero os dois!
Assim, Tãnia alternava beijos misturados de língua, saliva e porra em seus dois machos.
Novamente, Tânia apontou pra mim. Se deitou na cama e me ordenou.
__ Você, segura as minhas pernas assim, bem abertas e assiste o meu marido me foder.
Segurei as pernas de Tânia abertas possível. José metia com força, com raiva e com vontade. Tânia respondia com tesão. Era ela quem remexia a buceta pra acomodar todo o cacete lá dentro.
__ Tira.
José tirou o cacete de dentro por um instante.
__ Agora você chupa a minha buceta e deixa toda molhada pro meu marido.
Nessas horas quem pensa? Fiz tudo o que Tãnia mandou e do melhor jeito possível. José voltou a meter violentamente.
Tãnia apontou para uma poltrona em frente a cama.
__ Senta ali e assiste tudo batendo uma punheta.
Tânia subiu sobre José e começou a cavalgar com força. O estalo da buceta agasalhando todo o cacete só não era maior que os gemidos daquela fêmea. Enquanto dava para o marido, Tãnia fazia questão de olhar em minha direção, vendo se eu estava batendo a punheta que ela queria. Foi assim que ela gozou na rola do José e em seguida, fez sinal com a mão para que eu me aproximasse. Pensei: ‘oba! Chegou a minha vez’.
Mas Tãnia, maldosa, apenas puxou minha cabeça para perto da buceta dela e disse:
__ Olha só quanta porra escorrendo de dentro da minha bucetinha. Sabe porque? Porque ele é o meu marido. Você só passa vontade.
José riu. Estava satisfeito da sua puta completa.
Tive que ver as gotas de gala descendo de dentro para fora da buceta.
__ Coloca essa porra toda lá dentro de novo.
Eu já estava pronto para empurrar a porra do José pra dentro daquela buceta usando o meu pau mas Tânia ainda não estava satisfeita em sua maldade.
__ Nãããão! Eu ainda não sei se vou deixar você meter em mim.
De um único movimento, ela se virou de quatro na cama e me deu outra ordem.
__ Você vai pegar essa porra que está escorrendo da minha bucetinha com as mãos e passar toda ela no meu cuzinho, em cima das pregas.
Tãnia merecia. Que puta! Que cadela era aquela mulher.
Fiz tudo como ela mandou, com o maior prazer. Para provocar, ela piscava o cuzinho toda vez que meu dedo cheio de porra do José deslizava pelas pregas.
__ Vem amor! Tânia mais uma vez chamou José pra dentro dela. E eu pude ver o pau do meu amigo sumindo dentro daquele cu que tomou conta de toda a vara até o talo. Enquanto José bombava, Tânia olhava para mim.
__ Você pediu algumas fotos minhas metendo pro José, não foi? Pega o teu celular e faz as fotos agora.
A cada foto tirava a mulher enlouquecia ainda mais. Fotografava toda a sequência: o pau encostando, a cabeça entrando, metade do cacete deslizando e o talo todo lá dentro com ela olhando pra trás e gemendo de tesão. Depois outras fotos dela montada sobre o marido, cavalgando e dando o melhor chá de buceta que eu já vi. E eu só pensava: “essa filha da puta me trouxe até aqui pra me matar de tesão sem uma única metidinha? Que cadela!”
José gozou novamente. O pau saiu mole daquele cu que agora estava totalmente laceado e transbordando gala.
Deitada, realizada e feliz, Tânia me olhou e disse:
__ Pronto. Agora pode ir embora!
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