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Ano novo, cu cheio de leite do porteiro

Publicado em fevereiro 11, 2026 por contoseroticos

Na virada do ano, o prédio quase vazio, Dan decide levar um prato especial para o porteiro Luiz. O que começa como um gesto gentil acaba em uma noite de puro prazer, com Dan engolindo e levando rola do gostoso porteiro. Um Réveillon que ele nunca vai esquecer.

Virada do ano. Levando rola do porteiro.

Dia 31/12, num prédio, praticamente vazio, todos os vizinhos viajando, eu e meus amigos resolvemos fazer a virada aqui em casa. Passei o dia fazendo a ceia, coisa que gosto muito, pois curto muito cozinhar.

Os amigos foram chegando, bebida, conversa, belisca alguma coisa aqui e ali, papo vai papo vem, aquela reunião de fim de ano. Musica rolando, estava um clima super gostoso. Todos confraternizando com grande amizade.

Lá pelas 23horas, fiz um prato para o porteiro. Fiz um prato bem caprichado pois o porteiro que estava de plantão era o Luiz que é um cara negro, lindo, alto, mega simpático, atencioso e mega gostoso.

Levei o prato para Luiz e já falei: – Luiz, trouxe a comida que fiz para você. Prova e depois me diz o que achou. Mais tarde volto aqui para pegar o prato.

Passou a virada, brindes, abraços, ceamos e depois lembrei do prato e queria saber do Luiz se ele tinha gostado da comida.

Avisei o pessoal que estava aqui em casa e desci para pegar o prato.

Cheguei na portaria e chamei: – Luizzz – a porta estava fechada e trancada. Porta blindada e sem a menor possibilidade de surpreender Luiz.

Luiz gritou: – Já vou Dan… e demorou uns 2 minutos para vir abrir a porta. Achei estranho, pois ele não estava no banheiro. Dava pra ver pelos tijolos furados que a luz estava apagada.

Luiz abriu a porta e disse: – Desculpa Dan. Estava distraído com um vídeo. Nisso, notei que sua calça estava bem estufada e marcando uma rola deliciosa que vim a descobrir nos minutos seguintes.

Notei e falei: Distração boa em Luiz. Olha sua calça toda estufada! Ele deu aquela patolada que deixa qualquer putinha salivando e disse: – Pois é. Um amigo meu me mandou um vídeo que me deixou assim.

Eu disse: A comida estava boa? (nisso eu já estava gaguejando de tesão). Ele disse: Maravilhosa. Você precisa abrir um restaurante. E a Sobremesa? Nisso deu outra apertada na rola.

Caralhoooo Luiz, não faz isso não! Isso o que? Disse ele? Não aperta essa rola desse jeito não. Eu não vou conseguir subir com o prato sem antes querer apertar também… falei rindo de nervoso. Nisso ele levanta um pequeno balcão que separa ele dos moradores e disse: Entra aqui. Não passa vontade não. Depois desse jantar maravilhoso que você me trouxe, a única coisa que eu posso fazer para te agradecer e deixar você matar sua vontade.

Entrei na guarita, ele trancou a porta e na mesma hora já me ajoelhei e apertei aquela rola com a mão e passando o rosto nela dizendo: – Caralho Luiz, que rola gostosa. Olha isso? Grossa, grande, roliça… isso sem tirar sua calça.

Fui desabotoando o cinto, o botão o zíper e dei de cara com uma cueca box preta marcada com uma mancha do pré-gozo e uma grossura de rola deliciosa.
Puxei pra baixo aquela cueca e saltou uma rola linda, melada, grossa com a cabeça encoberta pela pele do pau, uma delícia. Arregacei aquela rola e meti na boca, engolindo tudo que eu conseguia. Um boquete molhado, babado, engolindo tudo. Luiz só gemia e falava… Caralho patrão. Que boca quente, chupa mais, chupa mais, engole meu pau. Engole gostoso, engole, engole com gosto. Quanto mais ele pedia mais eu obedecia. Queria dar a melhor passagem de ano para Luiz já que ele estava de plantão na noite de Réveillon.

Engolia com gosto. Sentia a rola de Luiz machucar a minha garganta, eita rola gostosa de chupar. Rola de macho. Macia, roliça, preta, grande, melada, eu chupava de olho fechado. Curtindo cada engolida.

Me levantei, baixei as calças e falei. Luiz, mete a cabecinha no meu cu. Senti ele. Senti como ele tá quente e ta querendo sua rola.

Apoiei minha mão na parede, abri as pernas e guiei a rola do Luiz pra entrada do meu cu. Esfreguei a cabeça daquela rola e pedi pra ele cuspir na rola e no dedo dele e enfiar no cu. Luiz fez o que eu pedi e pincelou a rola me deixando louco e todo melado.

Faz mais Luiz, faz de novo isso. Enfia dois dedos. Me laceia pra você enfiar essa rola inteira em mim. Luiz repetia o ato e na terceira vez, atolou a rola por inteiro no meu cu. Eu apertava aquela rola com meu cu, mastigando e deixando ele louco. Ele implorava pra que eu não fizesse isso pois senão iria gozar. Só que eu não aguentava de tesão, meu cu mastigava aquela rola de modo involuntário. Era impossível controlar. Luiz deu umas 5 bombadas com gosto, macetando com força e gozou. Gozou litros de porra dentro do meu cu e nessa hora, eu também gozei esporrando na parede. Puta foda gostosa. Gozando, eu mastigava ainda mais a rola do Luiz que nesse momento me cravou uma mordida no meu ombro com força e eu falei: Morde, morde mais forte macho. Morde pra marcar. Marca o que é seu.

Nesse momento minhas pernas tremiam, aquele macho tremendo, eu em transe por conta do gozo e a mordida de Luiz. Quase desmaiei.

Ele tirou a rola, eu limpei o restante do gozo com a boca sentindo o gosto do meu cu com a porra dele. (tinha feito uma chuca bem feita. Meu cu estava pronto pra levar rola).

Comecei a chupar e Luiz falou: Que putinha gulosa. Eu só disse. Me da leite na boca agora? Goza pra eu subir com seu gozo na minha boca. Eu batia uma punheta nervosa e ele metendo na minha boca. Engolia que eu lacrimejava. Não engasgava, mais golfava muito cuspe que deixou mais melado e Luiz começou numa punheta nervosa e na hora de gozar, fez questão de enfiar na minha garganta derramando ainda mais leite.

Luiz agradeceu e eu ainda mais. Eita macho delicioso. Uma rola de uns 22 centímetros. Grossa.

E isso galera.
Começar o ano novo levando uma rola dessas, é sinal que 2025 será um ano muito, muito gostoso com o cu cheio de leite.

Luiz, amor de pica, onde bate fica!

Virada do ano. Levando rola do porteiro.

Virada do ano. Levando rola do porteiro.

Virada do ano. Levando rola do porteiro.

Virada do ano. Levando rola do porteiro.

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