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Yukino e o plantão proibido

Publicado em janeiro 21, 2026 por contoseroticos

Yukino achou que seria só mais um plantão noturno no escritório. Mas quando encontrou quatro colegas na sala de reuniões, com brinquedos e intenções obscenas, seu turno extra tomou um rumo inesperado. Eles queriam testar seus limites – ela só queria provar que não amarelava. Nem quando era virgem.

O escritório já estava vazio há horas. Apenas a luz fria dos plafons de LED e o zumbido distante do ar-condicionado quebravam o silêncio do 17º andar.

Yukino terminou de arquivar os últimos relatórios, o salto fino ecoando no piso polido. Ela sabia que o Sr. Tanaka ficaria até tarde — ele sempre ficava nas quartas. O que ela não esperava era encontrar outros três homens na sala de reuniões quando abriu a porta com a chave reserva que ele havia “esquecido” na mesa dela na semana passada.

Tanaka estava sentado na cabeceira, gravata já afrouxada, o primeiro botão da camisa social aberto. Ao lado dele, o gerente de operações Kimura, o diretor financeiro Sato e — o que mais a fez hesitar por meio segundo — o estagiário novo, Ren, aquele garoto de 22 anos que ficava vermelho toda vez que ela passava perto da copiadora.

— Você demorou, Yukino-san — Tanaka falou com aquela voz grave que parecia sempre carregar um sorriso por trás. — Achei que ia amarelar.

Ela não respondeu com palavras. Apenas fechou a porta atrás de si, girou a tranca e começou a desabotoar lentamente o primeiro botão da blusa branca justa.

— Eu não amarelava nem quando era virgem, Tanaka-san.

Os quatro homens trocaram olhares rápidos. Não era a primeira vez que faziam algo assim, mas nunca com alguém do próprio andar administrativo. Yukino era território proibido. E justamente por isso, irresistível.

Ela caminhou até a mesa de reuniões, subiu com um movimento fluido e sentou-se na borda, pernas cruzadas, a saia lápis subindo o suficiente para mostrar a renda preta da meia-calça 7/8.

Tanaka foi o primeiro a se aproximar. Na mão dele já estava o pequeno controle remoto preto que ela conhecia muito bem. Ele apertou o botão mais baixo.

O ovo de silicone que estava há quase cinco horas dentro dela acordou com um ronronar discreto.

Yukino mordeu o lábio inferior, mas não gemeu. Ainda não.

— Segundo andar — ele anunciou calmamente.

O brinquedo subiu de intensidade. Agora era um pulsar ritmado, quase como batimentos cardíacos acelerados.

Kimura se aproximou pelo outro lado, tirando do bolso interno do paletó um segundo vibrador menor, tipo bala, com uma fita de silicone. Sem cerimônia, ele levantou a saia dela até a cintura, rasgou a meia-calça no meio com as mãos (o som do tecido rasgando fez Ren soltar um “caralho” baixinho) e colou o brinquedo exatamente sobre o clitóris já inchado.

Terceiro botão.

Agora eram dois vibradores trabalhando em sincronia. O ovo dentro dela batendo no ponto G, a bala chacoalhando o clitóris sem piedade. Yukino apoiou as mãos na mesa, cabeça jogada para trás, coxas tremendo.

Sato, o mais quieto dos quatro, foi quem trouxe o terceiro presente: um plug anal de metal frio, pesado, com uma pedra vermelha brilhante na base. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, cuspiu na entrada já preparada (ela havia se dilatado durante o dia inteiro com outro plug menor, seguindo as instruções recebidas por mensagem às 9:47 da manhã) e empurrou devagar.

Quando o plug encaixou, Tanaka apertou o botão máximo do controle.

Yukino finalmente soltou o primeiro gemido alto, quase um grito abafado. O corpo inteiro convulsionou. Os quadris subiam e desciam sozinhos, procurando algo que ainda não estava ali.

— Ainda não goza — Tanaka ordenou. — Você goza quando eu mandar. E só depois que todos nós tivermos usado você.

Ren foi o último a se aproximar. Ele estava visivelmente nervoso, a calça social já marcando uma ereção dolorosa. Yukino olhou diretamente para ele, os olhos semicerrados de prazer e provocação.

— Vem cá, estagiário… mostra pra secretária o que aprendeu vendo vídeo à noite.

Ele não precisou de mais incentivo.

Em menos de dois minutos ela estava de quatro sobre a mesa de mogno, saia amassada na cintura, blusa aberta com os seios escapando do sutiã rendado. O plug anal brilhava sob a luz, o vibrador ainda zumbindo dentro da buceta, a bala grudada no clitóris com fita adesiva médica.

Tanaka foi o primeiro a entrar na boca dela, segurando-a pelos cabelos com firmeza.

Kimura pegou a buceta, empurrando o vibrador ainda mais fundo com cada estocada.

Sato revezava com o ânus, alternando com o plug que ele tirava e colocava de volta, aumentando o tamanho a cada rodada.

Ren… Ren simplesmente não conseguia decidir. Ele alternava entre se masturbar olhando, meter na mãozinha delicada dela, e quando finalmente tomou coragem, enfiou na boca ao mesmo tempo que Tanaka, os dois disputando espaço, fazendo as bochechas dela se esticarem obscenamente.

Quando o primeiro jorro quente atingiu a garganta dela, Tanaka deu o comando que ela estava esperando há horas:

— Agora, Yukino. Goza. Goza pra gente vendo.

Ela não aguentou mais.

O orgasmo veio em ondas violentas, tão fortes que o corpo inteiro tremeu, os olhos reviraram, lágrimas de prazer escorreram pelas maçãs do rosto. Os músculos internos apertaram tanto que expulsaram o vibrador com um som molhado, que caiu na mesa ainda pulsando.

Eles não pararam.

Continuaram usando-a por mais duas horas. Cada um gozando pelo menos duas vezes, em lugares diferentes: boca, seios, barriga, dentro da buceta, dentro do ânus, até mesmo no cabelo que ela havia prendido tão certinho naquela manhã.

Quando finalmente a deixaram sozinha na sala de reuniões, Yukino estava deitada de costas sobre a mesa, pernas abertas, corpo brilhando de suor e sêmen, respirando pesado.

Ela pegou o celular com dedos trêmulos, abriu a conversa com Tanaka e digitou uma única frase antes de fechar os olhos, sorrindo de leve:

«Amanhã tem reunião de diretoria às 19h, certo?
Não esquece de trazer os brinquedos novos.

Yukino e o Plantão Extra

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